terça-feira, 30 de setembro de 2008

APRENDENDO O PODER DA ORAÇÃO


Associação Paulistana da IASD

APRENDENDO O PODER DA ORAÇÃO

Leia 1 Reis 17:17-24
Você já parou para refletir nas ocasiões em que você realmente orou? Quero dizer, orou de verdade! É claro que todos nós podemos lembrar das vezes que falamos com Deus de uma forma rotineira:
• "Senhor, obrigado por estes alimentos!"
• "Pai, por favor, nos proteja enquanto fazemos esta viagem com toda a família."
• "Querido Senhor, peço-lhe que abra nossos corações e men¬tes enquanto iniciamos este estudo bíblico".
• "Jesus amado, tome conta de nós enquanto dormimos".

ORANDO DURANTE AS CRISES
Você se lembra das vezes que clamou a Deus de maneira intensa, constante e com grande emoção? Se você for como eu, isso aconteceu nas vezes em que você se deparou com uma crise, um problema, um desafio - algo em sua vida que não conseguiu resolver sozinho, nem mesmo com a sabedoria que o Senhor lhe dera. É nessas ocasiões que entendemos que realmente precisamos da ajuda de Deus.

Infelizmente, não aprendemos a orar até passarmos por situa¬ções que parecem estar além do nosso controle. Não entenda mal! Meus conhece essa tendência que nós, humanos, possuímos. Além disso, ele entende que não somos capazes de viver nossas vidas em meio a uma crise que possa nos levar a loucura. Porém, o Senhor também sabe que haverá ocasiões em nossas vidas quando a oração precisa tornar-se uma prioridade para que possamos usá-la para al¬cançar os propósitos que ele tem neste mundo.

O MAIOR DESAFIO DE ORAÇÃO DE ELIAS
Deus estava ensinando uma importante lição a Elias, a qual estava relacionada à oração. Elias era um homem de oração, e ele já havia demonstrado isso. Como Tiago nos lembra, o profeta "orou, com ins¬tância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu" (Tg 5: 17). No entanto, sua maior oportunidade desconfiar em Deus em oração ainda estava por vir - no momento em que ele precisaria enfrentar os profetas de Baal no monte Carmelo. Visando preparar Elias para esse grande desafio de oração, Deus pro¬porcionou outra grande oportunidade para seu servo crescer em sua vida de oração -e também em sua fé, uma qualidade espiritual que está sempre associada com a oração efetiva.

O plano de Deus se desenrolava segundo o previsto. Até aquele momento, Elias havia passado em todos os testes - e o Senhor provera a todas as suas necessidades. Quando ele temeu por sua vida, Deus lhe disse onde deveria se esconder. Quando não havia comida, o Se¬nhor usou os corvos para alimentá-lo. Quando a torrente secou, Deus o enviou até a viúva em Sidom. Quando Elias descobriu que aquela mulher pobre não possuía comida para compartilhar com ele, o Se¬nhor os proveu de óleo e de farinha para todos os que estavam na casa. Enquanto aquele homem de Deus se deparava com o que pare¬cia um obstáculo intransponível após o outro, Elias passou por todos eles, e o seu Deus supriu todas as suas necessidades.

Em algum momento Elias duvidou? Tenho certeza que sim! Afi¬nal de contas, ele era um "homem semelhante a nós". Algumas vezes ele deve ter se questionado a respeito de sua própria sanidade quando enfrentou o rei de Israel em nome do seu Deus. Ele deve ter passa¬do por períodos de grandes dúvidas questionando se o Senhor continuava no controle. Mas, mesmo que Elias se preocupasse, Deus era fiel. Em cada uma das ocasiões ocorreu o mesmo: ele não sabia como e quando Deus iria cuidar dele, mas o Senhor nunca o abando¬nou - mesmo nos últimos momentos, quando tudo parecia estar desmoronando.

A DOENÇA SE MANIFESTA
Visando preparar Elias para seu encontro frente a frente com o rei Acabe e seus falsos profetas, Deus permitiu que outra crise ocorresse. Aquele era um dos maiores testes que o profeta passara até então (veja 1 Rs 17:17-18).

Muitos meses após Elias ter ido morar com a viúva, "adoeceu o filho da mulher". Mesmo que a botija de óleo e a panela de farinha dela nunca ficassem vazios, isso não impediu que a doença invadisse a sua casa.

Não foi um ataque repentino que deixou o seu filho à beira da morte. A saúde do menino durante algum tempo foi se deterioran¬do. A "sua doença se agravou tanto, que ele morreu" (v. 17). Elias presenciou o seu jovem amigo ficar cada vez pior de saúde. Tenho certeza de que ele deve ter pensado bastante e durante muito tempo sobre a torrente em Querite. Afinal, aquele riacho também teve uma "morte lenta.

Lendo nas entrelinhas
Ainda que esse trágico acontecimento seja descrito de maneira bas¬tante sucinta na Bíblia, podemos fazer um pouco de especulação realista. Quando o menino finalmente morreu, a viúva "colocou para fora" os seus sentimentos mais íntimos de ansiedade e nervosismo. Disse ela: "Que fiz eu, ó homem de Deus? Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniqüidade e matares o meu filho?" (v.18).

Imagine o que estava acontecendo. Durante dias, ou talvez se¬manas, a doença do menino foi piorando. Nos primeiros dias aqui¬ o não a preocupou tanto. Afinal de contas, não estava faltando óleo nem farinha! Todos nós já passamos por períodos de doença, eles vêm e vão.

No entanto, à medida que os dias iam passando, eles foram per¬cebendo que aquela não era uma doença comum. O menino não apresentava sinais de melhora. A preocupação normal da mãe passou a ser um grande temor - resultando em profunda introspecção. Em meio a situações como aquela, é normal começarmos a nos pergun¬tar: "Por quê? A tragédia humana sempre nos desperta para a refle¬xão - especialmente quando envolve a morte.

Reações previsíveis
Assim como todos nós, a viúva procurava um motivo para aquilo que estava acontecendo e voltou seus pensamentos para dentro de si mes¬ma. Ela já conhecia bem a Elias. Aquele não era um homem normal. Ele era diferente dos outros homens que ela já conhecera. Seus ami¬gos pagãos eram pecadores e devassos. Provavelmente ela também tinha um estilo de vida pecaminoso.

Mas durante muitos meses ela viveu na mesma casa com um homem que era diferente. Em nenhuma ocasião ele tentou se apro¬veitar dela por motivos egoístas. E mesmo que a viúva tivesse se ofe¬recido a ele, o profeta teria discutido com ela as leis eternas de Deus que foram reveladas a Israel no Sinai.

Ela sabia que Elias era um "homem de Deus". Quanto mais ela o conhecia - no que ele acreditava, como vivia e qual era a sua missão nesta vida - mais a viúva se dava conta de seus próprios pecados. Foi por isso que ela perguntou a Elias: "Que fiz eu, ó homem de Deus? Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniqüidade e matares o meu filho?"

Dúvidas, medos, confusão
Mesmo que seu conhecimento sobre Abraão, Isaque e Jacó fosse limi¬tado, a viúva estava tentada a fazer o mesmo que muitos de nós faze¬mos quando ocorrem as tragédias. Nossa visão de Deus muitas vezes nos leva a questionar se ele está nos punindo por algum pecado, seja do passado ou do presente. A culpa que permanece em nós sempre gera paranóia.
A viúva ainda não havia aprendido que Deus não guarda ressen¬timentos. Mesmo que em raras ocasiões o Senhor tenha punido o pecado com a morte - como fez ao permitir a morte do filho ilegítimo de Davi, esse não é o modo como Deus normalmente age. Isso é verdade especialmente quando se trata de nossos pecados do passa¬do. E mesmo quando estamos cometendo pecados no presente, o Senhor é muito magnânimo. Até mesmo no caso de Davi, quando a lei de Deus declarava especificamente que ele deveria morrer por ter tirado a vida de Urias, o Senhor deixou que ele vivesse, pois o rei Davi mostrou ter um coração arrependido. Realmente o nosso Deus é um Deus misericordioso.

Para aumentar a sua confusão, aquela viúva sabia que não pa¬recia lógico que Elias tivesse salvado a ela e a seu filho da fome, apenas para, depois, mudar de idéia a fim de tirar de sua casa o precioso dom da vida. Não importa qual tenha sido o pecado dela, aquilo não fazia sentido. A partir dessa perspectiva certa¬mente podemos entender as perguntas da viúva, bem como seus medos e sua confusão.

Elias também estava perplexo
Elias passou a conhecer bem aquela diminuta família. Após um ano de uma triste solidão na torrente de Querite, imagine como foi res¬taurador para ele voltar a passar os seus dias na companhia de outras pessoas. O profeta ficou profundamente perturbado quando viu aquele menino morrendo lentamente, pois ele também passou a amar aque¬la criança. Para ele, ouvir as perguntas agonizantes da viúva era algo que apenas aumentava a sua própria tristeza.

Eu insisto, devemos nos lembrar que Elias era um "homem semelhante a nós". Mesmo que ele fosse um profeta de Deus, isso não significa que estava livre do sentimento de dor que acompanha um evento como aquele. Ela estava diante do profeta - segurando o filho morto em seus braços -, a agonia estampada em seu rosto banhado de lágrimas, e então ele ouviu a pergunta mais difícil de todas: "Por quê?"

A MORTE SEMPRE CAUSA TRISTEZA
Quando um ente amado morre, isso sempre gera uma imensa dor. É algo bastante real! Diante de Elias estava uma mulher com o coração partido. Ela estava segurando seu filhinho em seus braços. A criança havia parado de respirar. Porém, o mais doloroso para Elias era a pergunta que ela estava fazendo! Diante de seu sofrimento, ela o es¬tava rejeitando. O profeta a havia salvado, mas agora ela o acusava de lembrá-la de seus pecados e ter tomado a vida de seu único filho para puni-la.

Elias foi até aquela família em nome de Deus. Ele havia compar¬tilhado a sua missão e como Deus se preocupara com ele durante sua estada junto à torrente de Querite. A mulher e seu filho responde¬ram àquela mensagem e ao Deus de Elias. Eles haviam depositado Sua fé primeiro no profeta e depois no Senhor. E agora seu filho estava morto. Naquele momento, o profeta pôde sentir a falta de confiança da viúva. Ele não tinha uma explicação humana para o que tinha acontecido. Elias também sentiu que o nome e reputação de Deus estavam em jogo. O que as pessoas diriam quando soubessem o que aconteceu? O profeta Elias também estava confuso, perturba¬do e temeroso!

UMA ORAÇÃO QUE NUNCA DEVEVERÍAMOS ESQUECER
Por que, Deus, por quê?
Em meio à sua própria dor, o profeta pediu à mulher o seu filho. Ele tomou o menino nos braços, subiu até o quarto no andar de cima, onde estava hospedado, deitou o menino sobre sua cama e começou a orar intensamente. Aquela não foi uma oração comum. Elias "cla¬mou ao SENHOR"! Com grande angústia e frustração, ele derramou seu coração diante de Deus: "6 SENHOR, meu Deus, também até a esta viúva, com quem me hospedo, afligiste, matando-lhe o filho?" (1 Rs 17:20).

Depois, Elias, "estendendo-se três vezes sobre o menino, clamou ao SENHOR e disse: 6 SENHOR, meu Deus, rogo-te que faças a alma deste menino tornar a entrar nele" (v. 21). Do mesmo modo como fez Eliseu - o homem que acabaria sendo seu sucessor como profeta de Deus em Israel-, Elias provavelmente "deitou-se sobre o meni¬no... pondo a sua boca sobre a boca dele, os seus olhos sobre os olhos dele e as suas mãos sobre as mãos dele" (2 Rs 4:34).

"Vê, teu filho vive"!
Em sua misericórdia, o Senhor o ouviu e respondeu à oração de Elias. A vida voltou ao menino. Imagine a alegria que tomava conta da alma do profeta enquanto ele descia as escadas com o meni¬no em seus braços e o entregou à sua mãe e disse: "Vê, teu filho vive" (1 Rs 17:23).

Quando a viúva viu que aquilo era verdade, as palavras que saíram de sua boca tinham um grande significado: "Nisto conheço agora que tu és homem de Deus e que a palavra do SENHOR na tua boca é verdade" (v. 24).

O dedo acusador da viúva

Agora já sabemos mais a respeito da conversa que provavelmente ocorreu entre aquela mulher e Elias durante o tempo em que o meni¬no estava morrendo. Quando a saúde de seu filho começou a piorar, a viúva passou a apontar o seu dedo de acusação na direção de Elias. Ela começara a duvidar que ele realmente era quem dizia ser: um representante de Deus. Enquanto as coisas estavam indo bem, ela deu uma resposta positiva a ele. Mas quando as coisas começaram a dar errado, ela começou a duvidar e passou a apontar seu dedo de acusação.
O sofrimento de Elias
Aqueles que estão envolvidos com o ministério provavelmente conse¬guem se identificar de maneira mais profunda com essa experiência de Elias. Quase todos os pastores já tiveram de ajudar alguém que, em algum momento de sua vida, quando as coisas não estavam indo muito bem, voltaram-se contra eles e começaram a fazer críticas. Quando você realmente tentou ajudar alguém e depois passou a ser acusado de ser insensível e não ser uma pessoa sincera realmente esta deve ter sido uma experiência bastante dolorosa. Foi exatamente isso o que aconteceu com Elias. Podemos ver a sua dor revelada na oração que fez pelo menino. Como líder espiritual daquela mulher, ele tam¬bém estava confuso. Será que foi ele a causa da morte do menino? a Senhor levara a tragédia para aquela família por causa dele? Elias tam¬bém passou a questionar a maneira de Deus agir.

DEUS HONRA A HONESTIDADE
Deus não apenas honrou a persistência de Elias em oração; ele tam¬bém honrou sua honestidade e sinceridade ao expressar suas próprias dúvidas, medos e desilusões - bem como a sua decepção. a Senhor deu novamente vida ao menino. Mas, mais do que isso, a viúva vol¬tou a crer e a alegria de Elias foi restaurada quando ele viu seus novos amigos reunidos novamente e dando uma resposta positiva à vontade de Deus.

O mais importante para Elias era que a viúva não mais rejeitava o Deus a quem ele servia. Aquilo tinha uma importância especial para Elias já que seu próprio povo tinha se voltado a falsos deuses.

Em essência, foi por isso que o profeta foi para lá desde o início ¬ele havia tomado uma posição em favor do único Deus verdadei¬ro. Não é surpresa que ele queria ver o nome de Deus vingado e honrado!

TORNANDO-SE UM HOMEM DE DEUS HOJE
Princípios de vida

A lição mais importante que podemos aprender com Elias e a viúva de Sarepta tem que ver com o que Deus estava fazendo para continuar a preparar seu profeta para lutas ainda maiores contra as forças do mal. Durante todo o tempo, Deus estava preparando Elias para um encon¬tro dramático e aterrorizante com o rei Acabe e os profetas de Baal. O que Elias acabara de pedir a Deus pelo filho da viúva era de menor importância quando comparado com o que ele estava prestes a pedir que Deus fizesse no monte Carmelo.

Princípio 1 Deus nos prepara para os grandes desafios da vida ao nos dar oportunidades de encarar e vencer os peque¬nos desafios.
Alguma vez você já pensou a respeito deste princípio? Já vi Deus fazer isso em minha própria vida em muitas ocasiões. Claro, você deve procurar entender o que está acontecendo ou então poderá não entender o que Deus está fazendo em sua vida.

Em alguns aspectos, essa é uma idéia assustadora - pelo me¬nos para mim. Olhando para trás hoje, consigo lembrar de algu¬mas crises dolorosas e bastante difíceis que considerei serem testes de fé para mim. Francamente, do ponto de vista humano, posso dizer que não quero nenhum desafio maior! Mas a boa notícia é que Deus está confiando sua obra a nós e ele não quer que falhe¬mos. O Senhor deseja aumentar a nossa fé para que, quando esti¬vermos preparados da maneira adequada, os grandes desafios pareçam menores ainda.

Princípio 2 É em meio a situações que estão além do nosso con¬trole que realmente aprendemos a orar.
Como isso é verdadeiro na experiência de Elias! E como é verdadeiro em nossas próprias vidas!

Em alguns aspectos, é lamentável que precisemos estar sempre em uma situação delicada para podermos usar o privilégio da oração de maneira séria. Parece que isso sempre foi verdade na história do povo de Deus. Felizmente, o Senhor entende as nossas tendências humanas. Seus ouvidos nunca estão surdos. Mesmo que o resultado nem sempre seja o que escolheríamos, Deus nos dá a melhor respos¬ta para o problema.

Nunca hesite em orar quando você estiver encarando um pro¬blema sério - ainda que talvez você negligencie esse importante exer¬cício espiritual quando as coisas parecem estar indo bem. É natural que oremos de maneira mais fervorosa durante situações difíceis.

Princípio 3 Deus entende nossas ansiedades, nossos medos, nossas decepções e nossas desilusões.
Algumas pessoas vêem Deus como um pai irado, que está pronto a bater nelas quando elas compartilham o que realmente estão sentin¬do. Isso não é verdade! Se fosse, Deus iria agir antes que já dissemos, pois ele já sabe o que pensamos e como nos sentimos antes que pos¬samos expressar esses pensamentos e sentimentos. Por isso, creio que é bem melhor para nós que os compartilhemos com o Senhor. Nunca deveríamos ter medo de expressar esses pensamentos e sentimentos a ele em oração.

Por outro lado, devemos sempre lembrar que estamos falando com Deus. Ele não pode ser manipulado! Em certas ocasiões, entre¬tanto, ele nos responde de modo especial- sobretudo quando seu nome e sua reputação estão em jogo.

Quando Deus muda de idéia
Pense sobre a ocasião em que Moisés estava no monte Sinai rece¬bendo as leis de Deus. Com uma audácia incomum, os filhos de Israel deram forma a um bezerro de ouro e se prostraram diante dele. Eles até mesmo deram crédito àquele ídolo por tê-los tirado do Egito.

Como era previsível, o Senhor estava muito irritado com seu povo. Ele disse a Moisés que se pusesse à parte para que ele pudesse destruí-los. No entanto, Moisés - que era um pastor fiel - lembrou ao Senhor que, se ele eliminasse Israel "da face da terra", os egípcios diriam que Deus, "com maus intentos os tirou, para matá-los nos montes e para consumi-los" (Êx 32:12). Moisés estava lembrando a Deus que sua reputação e nome estavam em jogo.

Nunca conseguiremos explicar de que maneira um homem como Moisés - ou qualquer um naquela situação - podia fazer Deus mu¬dar de idéia ao lembrá-lo de sua reputação. Mesmo assim, foi isso o que aconteceu! Lemos que "se arrependeu o SENHOR do mal que dis¬sera havia de fazer ao povo" (v. 14).
Princípio 4 Deus responde de maneira especial às nossas orações quando somos capazes de ir além de nossos interesses próprios e preocupações e nos concentramos nas ne¬cessidades dos outros - especialmente quando se trata de sua reputação.

Quando Elias passou por aquela crise com o filho da viúva, mais uma vez vemos um "homem semelhante a nós" apelando a Deus de acordo com sua preocupação pela reputação do Senhor. Ele certamente também se preocupava com a mulher. Contudo, ele havia sido chamado de "homem de Deus" - uma pessoa que re¬presentava o Senhor do universo. Segundo o ponto de vista de Elias, se ele não tivesse capacidade de trazer o menino de volta à vida, os infiéis iriam questionar a mensagem que o profeta estava proclamando.

A viúva identificou a preocupação de Elias com sua própria resposta quando ela declarou: "Nisto conheço agora que tu és ho¬mem de Deus e que a palavra do SENHOR na tua boca é verdade" (1 Rs 17:24).

Uma pergunta penetrante
Quando você ora pedindo ajuda a Deus, você está mais preocupado consigo mesmo do que com os outros? E o mais importante, sua maior preocupação é com a reputação do Senhor? Se nos concentrar¬mos mais nas necessidades dos outros e no nome do Senhor a quem servimos, é possível que iremos receber mais respostas de oração? Penso que sim!

Não me entenda mal! Deus deseja suprir nossas necessidades pessoais. Paulo deixou isso bem claro quando escreveu aos filipenses e disse: "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela sú¬plica, com ações de graças" (Fp 4:6). O Senhor também esta preo¬cupado com nossas necessidades - sejam elas quais forem.

Mas, mesmo assim, a reputação de Deus deve vir em primeiro lugar, não a nossa! A vontade dele precisa vir em primeiro lugar, não a nossa! Coloque Deus e os outros em primeiro lugar e experimente um novo poder em sua vida de oração!

Lembre-se também de que Deus pode trazer honra para si em todas as situações - não importa qual seja o resultado delas. No caso de Elias, Deus respondeu às suas orações e curou o menino porque aquilo traria maior honra ao seu nome. Mesmo assim, devemos acei¬tar o fato de que existem certas ocasiões em que o Senhor pode trazer mais honra a seu nome, mesmo em meio a uma tragédia humana.

Oração e cura física
O Senhor nunca prometeu que curaria todas as enfermidades físicas - mesmo que oremos com fé. Ele prometeu, contudo, que daria gra¬ça e força em cada situação - mas nem sempre nos livraria da morte.

O apóstolo Paulo ilustra isso com sua própria vida. Apesar de ele muitas vezes ter curado pessoas com o poder de Deus, certa vez o Senhor não respondeu às orações por cura física em sua própria vida. Paulo disse aos coríntios que ele pedira ao Senhor três vezes que o curasse. Suas palavras foram: "pedi ao Senhor que o afastasse de mim". No entanto, Deus respondeu lembrando ao apóstolo que sua graça era suficiente para capacitá-lo a lidar com aquela enfermidade (veja 2 Co 12:8,9).
Falsa culpa
Uma visão equivocada da soberania de Deus no tocante à cura pode levar as pessoas a sentirem-se culpadas de uma maneira imprópria¬ muitas vezes responsabilizando a si mesmas por não ter fé o suficien¬te para serem curadas pela oração. Devemos nos lembrar de que a vontade de Deus é mais importante do que a nossa própria vontade nesses assuntos, e, quando se trata de cura física, o Senhor não reve¬lou sua vontade específica.

Deus escolhe responder às nossas orações por cura quando essa é a sua vontade. Além disso, nossa fé é fundamental quando ele decide não responder a tais orações. Lembre-se também de que, se nós não orarmos, ele pode não responder a oração faz diferença - seja quan¬do Deus responde com a cura ou com a sua graça para nos ajudar a carregar os nossos fardos.

TORNANDO-SE UM HOMEM DE ORAÇÃO
Enquanto revê os princípios a seguir, peça ao Espírito Santo que co¬loque em seu coração uma lição que você precisa aprender a respeito da oração. Depois, estabeleça um alvo específico, por escrito. Por exemplo, você pode estar temeroso em expressar para Deus suas ansi¬edades, seus medos, suas decepções e suas desilusões. Não devería¬mos ter medo de expressar esses pensamentos e sentimentos ao Senhor em oração.
• Deus nos prepara para os grandes desafios da vida ao nos dar oportunidades de encarar e vencer os pequenos desafios.
• É em meio a situações que estão além do nosso controle que realmente aprendemos a orar.
• Deus entende nossas ansiedades, nossos medos, nossas de¬ decepções e nossas desilusões.
• Deus responde de maneira especial às nossas orações quando somos capazes de ir além de nossos interesses próprios e pre¬ocupações e nos concentramos nas necessidades dos outros ¬especialmente quando se trata de sua reputação.

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Dinheiro, Saúde e Sagrado.


Autor: Dr. Waldemar Magaldi Filho (*)

Nos últimos dias estão sendo veiculadas inúmeras matérias a respeito do lançamento de novos medicamentos que podem melhorar o nosso humor. Remédios antidepressivos capazes de nos deixar livres de qualquer tipo de vício além de propiciarem sentimentos de felicidade e paz! É evidente que em nossa sociedade, aonde a dificuldade de sobrevivência cada vez mais brutaliza e estressa o ser humano, notícias como essas são muito bem vindas.De fato, muitas empresas farmacêuticas estão investindo pesadamente neste segmento, que é altamente rentável e atinge mais de 40% da população mundial. Porém, é importante lembrarmos que há exatamente 20 anos o lançamento da fluoxetine (princípio ativo do Prozac) provocou as mesmas reações eufóricas. Mas, infelizmente, apesar do consumo exagerado deste e de outros antidepressivos ou estabilizantes de humor de última geração, os problemas emocionais continuam crescendo e provocando muitos danos tanto relacionais quanto orgânicos.Não podemos “terceirizar” a responsabilidade que devemos ter com a nossa felicidade. A felicidade não pode vir por meio de coisas externas, pois a verdadeira e perene felicidade só pode acontecer na jornada do autoconhecimento e do encontro de sentido e significado existencial. Nem o dinheiro pode ser instrumento para se atingir a felicidade, pois feliz é quem gosta de viver e tem fé na própria vida, independente dos percalços tristes que possam atingi-lo.O medicamento pode ser um instrumento momentâneo para quem está sofrendo e não está conseguindo se libertar dos pensamentos e emoções destrutivas. Hoje nós sabemos que existe uma estreita relação entre a emoção e a bioquímica corporal e, neste caso, a medicação pode, de fora para dentro, tentar restabelecer o equilíbrio. Porém, se não houver uma mudança no padrão de crenças e de pensamentos, o organismo vai criando resistência ao remédio e todos os sintomas reaparecem. Nesse momento é que os novos produtos, que obviamente são mais caros, substituirão os antigos e a cura, infelizmente, fica de lado. Nesse sentido que publiquei o livro: “Dinheiro, saúde e Sagrado”, com o intuito de promover a reflexão sobre essas situações contemporâneas que abrangem tanto a medicina quanto as religiões, facilitando o autoconhecimento e o alcance da cura que é muito mais abrangente do que a supressão dos sintomas.

(*) WALDEMAR MAGALDI FILHO (www.waldemarmagaldi.com) é psicólogo, especialista em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Homeopatia. É mestre e doutor em Ciências da Religião. Autor do livro: “Dinheiro, Saúde e Sagrado”. Por ter atuado tanto no meio corporativo de empresas multinacionais quanto no comércio varejista, tem uma vasta experiência nas demandas do mercado econômico. Atualmente, atende clientes em seu consultório, apresenta palestras em empresas, coordena e ministra aulas nos cursos de especialização em Psicologia Junguiana; Psicossomática; Dependências, Abusos e Compulsões; e Gestão Organizacional nas abordagens Junguiana e Integral da FACIS - Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo.Fonte: http://www.joacir.com/

Parte 1 e parte 2 da entrevista do Prof. Dr. Waldemar Magaldi sobre o seu livro: "DINHEIRO, SAÚDE E SAGRADO", para a apresentadora Marisa Monfort da Rede Vida

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DINHEIRO, SAÚDE E SAGRADO - WALDEMAR MAGALDI parte 1


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DINHEIRO, SAÚDE E SAGRADO - WALDEMAR MAGALDI parte 2


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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

FIRMEZA DE PROPÓSITO.


FIRMEZA DE PROPÓSITO

Luiz Carlos Baldan Gusmão



Uma das maiores causas do insucesso é a falta de atenção.

Uma das maiores causas de sucesso é a firmeza de propósito, sendo a firmeza de propósito uma opulência que tem o dom de superar a instabilidade.

Você já reparou quantas vezes fazemos uma coisa pensando em outra? E você já pensou quantos erros cometemos por não estarmos totalmente concentrados no que estamos fazendo? Como exemplo prático, observe no cantar da Japa-mala (entoar mantras para a meditação pessoal) onde está o nosso pensamento, verifique.

Prestar atenção, concentrar-se, buscar um objetivo, pensar no que está fazendo é um treino. E é um treino que exige muita dedicação e muito esforço. Não acredite na falsa idéia de que “você é assim mesmo” – sem capacidade de concentração – e que não pode mudar. Pratique Yoga para ter uma grande ajuda nesta batalha.

Para começar a se concentrar mais, o primeiro passo é pensar com seriedade no que se está fazendo. Cante bastante Japa-mala para treinar. Ambientes de muita brincadeira, pessoas que falam alto e que se movimentam o tempo todo podem dificultar a concentração. Assim, se você convive num ambiente que dificulta a concentração, tente mudá-lo. Diminua o volume do som, por exemplo. Mude sua mobília de posição ou mesmo s costumes cotidianos, se possível. Lembre-se que o barulho é o grande gerador de cansaço e o cansaço dificulta muito a concentração.

Tenha o hábito de conferir tudo. Isso treinará você a concentrar-se mais no que faz e evitará o retrabalho e a perda de tempo. Anote para não esquecer das coisas a fazer. Tenha o hábito de perguntar várias vezes até compreender bem alguma tarefa. Estude mais, busque conhecimento espiritual e levante para a vida.

Pessoas que cometem pequenos erros o tempo todo ficam com sua mente abalada. A falta de atenção é um dos fatores que mais impede uma pessoa de crescer espiritualmente e materialmente.

Pense nisso: Você tem hábito de cantar Japa-mala? Você tem hábito de buscar conhecimento espiritual? Você tem hábito de reler o que escreve? Você tem hábito de conferir se uma tarefa recebida foi bem compreendida por você antes de executá-la? Você procura um lugar mais silencioso para fazer tarefas que exigem concentração? Você se esforça para não ser uma pessoa dispersiva? Você está tirando o melhor proveito deste momento?

As pessoas com firmeza de propósito na busca do objetivo supremo com a mente estável e destinados a maior perfeição da vida espiritual, que é a renúncia à concepção de vida material, são resolutos.

Bg 2.41 "Aqueles que estão neste caminho são resolutos, e têm apenas um objetivo. Ó amado filho dos Kurus, a inteligência daqueles que são irresolutos tem muitas ramificações."

Fonte: http://www.mayapuryoga.com.br/partfirmeza.html

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O PROVISÓRIO E O DEFINITIVO.


O PROVISÓRIO E O DEFINITIVO

Luiz Carlos Baldan Gusmão



A Suprema Personalidade de Deus, Bhagavan, é definido como sat-cit-ananda, a forma de eternidade (sat), a forma de conhecimento pleno (cit) e a forma de felicidade plena (ananda).

Quando estiver em dúvida sobre uma decisão, pense sempre dentro do conceito filosófico de sat (eterno ou definitivo) e o asat (impermanente ou provisório).

O provisório (asat) é aquilo que tem um tempo definido; uma importância relativa; uma duração limitada, isto é, o mundo material.

O definitivo (sat) é o que perdura no tempo; ultrapassa os limites da própria atividade; é o que restará quando tudo o que for provisório passar. Para o definitivo (sat) temos que executar atividades (karma yoga) na busca dos objetivos humanos para uma sociedade considerada civilizada. Estes objetivos são: dharma, artha, kama e moksa. O dharma é definido como ética, moral e religião, artha é definido como desenvolvimento econômico ou bem estar material, kama é definido como gozo dos sentidos ou prazer e moksa é definido como liberação ou libertação.

Vários são os filósofos que trabalham com esse tema. Quero, no entanto, trazê-lo para o mundo cotidiano.

O conhecimento (cit) se aplica na compreensão da distinção entre o que é sat (eterno ou definitivo) e o que é asat (impermanente ou provisório).

No dia a dia, o que é provisório e o que é definitivo? Definitivo é a alma totalmente espiritualizada que se fortalece com as crenças e valores espirituais que norteiam a condução dos seus atos. Definitivo é a alma que é acompanhada pela ética, pela tolerância, pela receptividade, pelo respeito à diferença, por uma política humana justa, pela intransigência com a qualidade da própria conduta, pela postura honesta perante a sociedade.

Provisório é a beleza de um carro, de uma casa ou do próprio corpo. Provisória é uma ação qualquer que logo desaparecerá. Provisório é o apego a um cargo, a uma função, a uma família ou qualquer posição material ou social que não eleve a alma espiritual.

Digo isto tudo porque há pessoas e grupos sociais que lutam pelo provisório e deixam de lado o definitivo. Há pessoas e grupos sociais que dão a vida por coisas provisórias e pouco se atém ao que realmente interessa ao que é definitivo para o seu sucesso espiritual ou da sociedade.

Digo isso porque há pessoas que abandonam a vida espiritual, a família, os filhos, os maridos e as esposas por valores provisórios como cargo, uma posição, poucos minutos de prazer, glória ou fama. Elas se esquecem que tudo isso passa e que desprezando o definitivo pelo provisório nada lhes restará de definitivo na vida. Eles acabarão sós, abandonados, rodeados apenas pelas lembranças dos provisórios pelo que eles lutaram inutilmente toda vida.

O que é provisório e o que é definitivo para você?Pense nisso:Tenho claro em minha mente o que é provisório e o que é definitivo em minha vida?Será que não estou lutando por valores apenas transitórios?Como está o meu relacionamento comigo (interior), familiar e de amizades? Tenho consciência de que conhecimento espiritual é uma coisa definitiva e não provisória?Tenho sede de aprender, de conhecer coisas novas? Tenho consciência de que o conhecimento é algo definitivo?


Fonte: http://www.mayapuryoga.com.br/partprovisorio.html

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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A responsabilidade dos pais .


A responsabilidade dos pais
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Ao se sentirem responsáveis em sua sagrada missão e se compenetrarem de que, ao dar vida a um ser, ofereceram a uma alma a oportunidade de evoluir, os pais se esforçam em criar para os filhos o ambiente sadio e cheio de pureza que flui de suas mentes limpas, enriquecendo-o com belas imagens, com manifestações positivas, um lugar onde esses filhos possam respirar o oxigênio espiritual que há de assegurar-lhes a saúde moral.

Da mesma maneira que nenhum pai ou mãe levaria seu filho a respirar os miasmas de um pântano, porque isso implicaria um sério atentado à sua saúde física, tampouco pode oferecer-lhe – se é consciente de sua responsabilidade – o ambiente insalubre de um lar povoado por pensamentos de rixas e rancores, de mentiras e egoísmos, de cenas pouco edificantes. Nem tampouco o veneno da leitura sem prévia seleção, ou filmes e programas dos quais o filho recolha o vírus de uma imperfeição moral ou o germe de uma modalidade negativa que, na forma de pensamentos impuros, infeccionaria sua mente ainda indefesa.

Embora os pais já tenham compreendido quão necessário é, para evitar o desenvolvimento de doenças, cumprir com os preceitos de higiene que a saúde dos filhos requer, devem da mesma forma compenetrar-se da necessidade de zelar por sua higiene mental, para que eles não corram o risco de recolher os germes de outras doenças mais terríveis. Elas atacarão o organismo psicológico e irão devastando a pureza e a bondade dos filhos, perturbando sua incipiente razão e obscurecendo a consciência do bem e do mal que começa a manifestar-se.

Quando, na vida dos relacionamentos que o ser humano tem de viver, o filho precise freqüentar outros ambientes além do familiar, um novo dever se apresenta para aumentar a responsabilidade dos pais.

Se todos pensassem intensamente nesse aspecto da responsabilidade coletiva, zelariam ainda mais pela pureza, cultura e elevação de todos os ambientes criados pelos homens, já que todos podem ser chamados de pais se estão alentados por um sentimento paternal! Dessa maneira, jamais a criança, ao sair de casa, encontraria um ambiente prejudicial à sua saúde moral. A fábrica e o escritório, a escola e a universidade, a rua e o local de lazer, o livro e a imprensa, teriam então a atmosfera oxigenada e pura dos lugares ensolarados, porque todos os pais que formam esses ambientes levariam para ali a responsabilidade que tão intensamente sentiram na vida do lar.

Os pais que tanto cuidam da palavra que dirigem ao menor ou que ele possa ouvir, que selecionam com atenção as imagens que se gravam em sua delicada retina mental, procurando que ele recolha as mais belas, mais elevadas e mais puras, ao sentirem esse mesmo cuidado estender-se a todos os filhos de Deus, irmãos na grande família humana, estarão velando pela pureza e elevação do ambiente social, prolongamento do ambiente do lar.

Artigo publicado no periódico El Heraldo Raumsólico

Fonte: Fundação Logosofica. http://www.logosofia.org.br/artigos/default.aspx

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Quem é Ramatis?



Visão psíquica de Ramatís

Segundo informações que nos foram trazidas, RAMATÍS é entidade de princípios universalistas, filiado ao grupo espiritual conhecido no Oriente sob a denominação de TEMPLÁRIOS DAS CADEIAS DE AMOR profundamente ligado às tradições e princípios orientalistas. Exerce no espaço, a função de Secretário Geral da FRATERNIDADE DA CRUZ E DO TRIÂNGULO, que se empenha em divulgar os ensinamentos de JESUS, paralelamente com a tradição espiritualista do Oriente, estabelecendo assim, um profícuo intercâmbio entre as correntes espiritualistas do Ocidente e as fraternidades iniciáticas do mundo Oriental, com significativo proveito para toda a Humanidade.

Segundo Hilarion de Monte Nebo e outros sublimes mensageiros, RAMATÍS viveu anteriormente na roupagem de NATHAN, o grande conselheiro de SALOMÃO; de KUT-HEME; de ESSEN, filho de Moisés e fundador da fraternidade ESSÊNICA, fiel seguidora dos ensinamentos Kobdas; e mais recentemente, como FILON de Alexandria, contemporâneo de JESUS, por cuja segurança muito lutou.

Sua bagagem espiritual, porém ele a trouxe de muito mais longo, tendo militado na ATLÂNTIDA, ao tempo de ANTÚLIO e onde conviveu com ALLAN KARDEC, o futuro Codificador do Espiritismo. Viveu também no Egito, na era de Ramsés II e do Faraó Mernephtah, quando reencontrou –se com Kardec, então o sacerdote Amenófis.

Sua última encarnação na Terra ocorreu na INDO-CHINA, já como Ramatís, no século X. Continua, entretanto, militando em nosso pequeno mundo, em obras de transformações sociais e como insigne mensageiro que, não obstante as conhecidas limitações mediúnicas, ainda consegue ditar obras de envergadura de FISIOLOGIA DA ALMA, MENSAGENS DO ASTRAL, EVANGELHO À LUZ DO COSMO, além de outras, contendo mais de uma dezena de preciosidades de inegável valor doutrinário e filosófico.

Como mensageiro sideral, ombreia-se RAMATÍS com as mais destacadas entidades, tais como Emmanuel ou Hilarion. E, como luzeiro espiritual, não há prisma terráqueo capaz de mensurá-lo.
De notar em que toda a sua literatura, RAMATÍS curva-se à majestosa personalidade de Allan Kardec, com importantes referências ao seu inexcedível pentatêuco – a CODIFICAÇÃO ESPIRITA, salientando sempre que o ESPIRITISMO sem KARDEC não é ESPIRITISMO.

O Templo que RAMATÍS fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque misterioso que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem no, por vezes e tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade.

Embora tendo desencarnado ainda moço, RAMATÍS pode aliciar 72 discípulos que, no entanto, após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se à altura do mesmo padrão iniciático original. Eram adeptos de diversas correntes religiosas do EGITO, da ÍNDIA, da GRÉCIA, da CHINA e até da ARÁBIA.

Apenas 17 conseguiram envergar a simbólica “TÚNICA AZUL” e alcançar o último grau daquele círculo iniciático. Os demais, seja por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude do conhecimento das disciplinas ensinadas pelo MESTRE. 26 adeptos estão no Espaço (desencarnados), cooperando nos trabalhos da “CRUZ E DO TRIÂNGULO”. O restante disseminou-se pela Terra, em diversos lugares. Sabemos que 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas Américas, enquanto os demais espalharam-se pela Europa e Ásia.

Como a Europa está atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns discípulos reencarnados emigrarão para o Brasil, em cujo território – afirma RAMATÍS – se reencarnarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio.
No templo que RAMATÍS fundou na ÍNDIA, esses discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos, aliados à filosofia do “duplo etérico”. Os mais capacitados tiveram êxito no campo da “Fenomenologia mediúnica” dominando fenômenos de levitação ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele templo de estudos espirituais.

Mas, o principal “toque pessoal” que RAMATÍS desenvolveu em seus discípulos foi o pendor universalista, devido ao próprio fundamento fraterno e crístico para com todos os esforços na esfera espiritualista.
Não se preocupam com os invólucros dos homens, movendo-se para solucionar o mistério da vida. Sentem a realidade contínua do Espírito, que só lhes inspira o amor e a fraternidade, a qualquer momento e em qualquer local.
Respeitam e compreendem a necessidade que os homens tem de buscar a verdade a fim de se exercitarem para os vôos crísticos do futuro. Não se adaptam a exclusivismo algum e evitam postulados doutrinários que cerceiam a liberdade da razão.

VISÃO PSÍQUICA DE RAMATÍS:

Ele nos apresenta com um traje composto de ampla capa aberta, descida até os pés, com mangas largas que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um verde esmeraldino. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. Toda veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírio translúcido.

Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam acima do calcanhar, à moda dos antigos Gregos. Cobre-lhe a cabeça, um turbante de muitas pregas, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caindo sobre os ombros.

Sobre o peito, uma corrente formada por pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo lilás, luminoso que moldura uma delicada cruz alabastrina.

Fonte: http://www.ramatis.org.br/quem.htm

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Espaço Vegetal


Espaço Vegetal

Artigos


Cálcio sem laticínios
Bonnie Kumer, R.D. (nutricionista registrada) e Nicole
Hambleton
De TV

Fonte:www.vegetarianismo.com.br

Não tem nenhuma complicação: vegetarianos podem manter e
stoques saudáveis de cálcio com uma dieta sem laticínios. Para
uma dieta vegan e rica em cálcio, basta conhecer um pouco a
necessidade de cálcio, entender sua absorção, evitar os ladrões
de cálcio e planejar um pouquinho o cardápio.
De quanto cálcio realmente precisamos? Eis a quantidade de cálcio recomendada como Ingestão Nutricional Necessária (conhecida em inglês como RNI, Required Nutritional Intake):

Mulheres: 1000 mg/dia
Mulheres com mais de 50 anos: 1200-1500 mg/dia
Homens: 1000 mg/day

Esta necessidade leva em conta o efeito negativo da proteína e do sódio sobre o equilíbrio do cálcio.

Nível de absorção de cálcio de alimentos vegetais:

Vegetais verdes-escuros (brócoli, couve-de-Bruxelas, repolho
verde
e
couve-chinesa, couve, couve-nabiça, etc.): 50-70%
Leite: 32%
Amêndoas: 21%
Feijões: 17%
Espinafre cozido: 5%

O papel da proteína

A proteína animal (carne, galinha, peixe e ovos) provoca a
excreção de cálcio pela urina. A pessoa que segue uma dieta que
não inclui proteína animal pode ter necessidade menor de cálcio.
Por exemplo, um vegan que consuma uma dieta pobre em proteína
e sódio pode precisar apenas de 500mg de cálcio por dia. Quem consome uma dieta rica em proteína e sódio pode precisar até de 2000 mg de cálcio por dia!

Sódio

Sabia que 1.000 mg de sódio fazem com que 20mg a 40mg de
cálcio se percam pela urina? De início esta quantidade pode
parecer pequena, mas quando se considera que uma pessoa
mediana consome de 3.000 mg a 4.000 mg de sódio por dia, isso
vai se somando. Na média, precisamos apenas de 1.800 mg de
sódio por dia. Para compensar a perda de cálcio, pode-se reduzir
em 50% a ingestão de sódio ou aumentar em 900mg o consumo de cálcio. Sugerimos que você reduza o sal, porque, de qualquer maneira, a maior parte dele vem de alimentos industrializados destituídos de nutrientes.

Não fique "salgado"

Acredite se quiser, este sódio todo não vem do saleiro!
Na verdade, só 15% do consumo diário de sódio vem do sal que
você polvilha no prato ou consome em comida de lanchonete
(batatas fritas, por exemplo). O verdadeiro vilão oculta-se nos
alime
ntos industrializados. Observe os seguintes alimentos vegetarianos ditos "saudáveis".

Sódio em alimentos industrializados

Tipo de alimento mg de sódio

ALMOÇO
2 cachorros-quentes vegetarianos jumbo marca Yves 960
85g de queijo tofu marca Soya Kaas 720
Mostarda, catchup, picles 1200
Sopa de cuscuz Nile Spice 590

JANTAR
Ravioli de tofu congelado President's Choice 920

LANCHE
1/2 xícara de molho 740
60g de salgadinhos de milho 465

TOTAL GERAL 5595 mg

Prefira a qualidade e não a quantidade de cálcio

Estudos demonstraram que o cálcio da couve, da couve-chinesa,
do brócoli e de outras verduras, assim como o do tofu (enriquecido com sulfato de cálcio ou cloreto de cálcio) tem taxa de absorção
igual ou maior que o do leite.

Vegetais com alto teor de oxalato, como espinafre, folhas de beterraba e ruibarbo, reduzem a aborção de cálcio. No entanto,
esses vegetais são a exceção, e não a norma. Leguminosas
comuns, como grão de bico e feijões, contêm oxalatos e fitatos
que interferem com a absorção de cálcio. Na verdade, a
quantidade de cálcio absorvida destes grãos é metade da que se obtém de verduras verdes. Embora os feijões tenham pouco
cálcio, são ótimas
fontes de proteínas, zinco, ferro e fibras.

Se você quer atender às suas necessidades de cálcio, porque
não aproveita algumas das recomendações do "Plano de refeições com 1.000 mg de cálcio", mais adiante nesta página?

Os campeões do cálcio

Os itens listados abaixo são fontes especialmente valiosas de
cálcio de fácil absorção:

Amêndoas 1/3 de xícara 50mg
Melado escuro 1 colher de sopa 137 mg
Alga hijiki, seca 1/4 de xícara 162 mg
Hummus (pasta árabe de grão de bico) 1/2 xícara 81 mg
Quinoa (cereal andino)1 xícara 50 mg
Tahine (pasta de gergelim) 2 colheres de sopa 128 mg
Tofu sem cálcio (macio) 1/4 de xícara 67mg
Tofu com cálcio 1/4 de xícara 430 mg
Alga wakame, seca 1/4 de xícara 104 mg

Alternativas ao leite

Normalmente, 4 a 6 porções por dia de qualquer um dos itens a
seguir fornecerão quantidade adequada de cálcio. No entanto, adolescentes e mulheres grávidas ou em lactação deveriam ingerir
6 a 8 porções para se garantirem.

SEMENTES E NOZES:

Tahine, 2 colheres de sopa.
Manteiga de amêndoas, 3 colheres de sopa.
Amêndoas, 1/3 de xícara

VERDURAS:

Verduras cozidas (couve, couve-nabiça, couve-chinesa, quiabo, brócoli), 1 xícara
Verduras cruas (couve-nabiça, couve-chinesa, brócoli), 2 xícaras
Algas secas (hijiki), 1/4 de xícara

LEGUMINOSAS:

Tofu com cálcio, 1/4 de xícara
Feijões cozidos: soja, feijão branco, feijão-guando, feijão-rosinha, feijão-preto, 1 xícara
grão de bico, feijão-cavalo, feijão-manteiga, feijões vermelhos,
1-1/2 xícaras

OUTROS ALIMENTOS:

Melado escuro, 1 colher de sopa
Figos secos, 5
Alimentos e bebidas fortificados com cálcio dos quais cada porção forneça 150 mg de cálcio.

Suplementos e vitamina D

Os suplementos deviam ser exatamente isso: suplementos de um plano de refeições rico em cálcio. Se você se preocupa com a ingestão de cálcio, complete com carbonato de cálcio (250-500 mg). A vitamina D produzida no corpo pela exposição ao sol é parceira necessária da absorção de cálcio.

Observação: Filtro solar com fator de proteção de 15 ou mais
bloqueia a produção de vitamina D. Ficar no sol não é bom?
Sugerimos um complexo multivitamínico que contenha 400-800 U.I.
de vitamina D. Lembre-se que níveis altos demais de vitamina D
são tóxicos. Não exagere.

Plano de Refeições

CAFÉ DA MANHÃ

2 fatias de pão integral com manteiga de amêndoas
1 laranja média

ALMOÇO

1 pão árabe integral com pasta de feijão preto (prepare como hummus)
Salada de couve-nabiça com molho de tahine

LANCHE

Bolinho de trigo integral com melado escuro

JANTAR

Tofu (extra firme/enriquecido com cálcio), refogado de couve-chinesa, brócolis e amêndoas
Arroz integral

CEIA

Tofu com bolachas integrais
3 figos

BIBLIOGRAFIA:

Melina,V., Davis,V., & Harrison,V. Becoming Vegetarian. MacMillan Canada, 1994.
Messina, M., Messina, V. The Dieticians Guide to Vegetarian Diets. Aspen Publishers, 1996.
Report on the Consensus Panel (NIH CDC) 1994. National
Institutes
of Health Concensus Development. Conferência sobre Ingestão
ótima de cálcio, 6 a 8 de junho de 1994. 1000 Mg Calcium Meal

Plan

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Tradução: Beatriz Medina beatriz@oglobo.com.br

De: gopakdasi


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O galo e a jóia. Esopo.

O galo e a jóia

Um galo jovem e enérgico ciscava a poeira do chão quando encontrou uma jóia. Convencido de que tinha achado uma coisa preciosa mas sem saber direito o que fazer daquilo, o galo ficou com ar importante e disse à jóia:

- Olhe, sei que você é uma coisa muito fina. Só que não é do meu gosto. Para falar a verdade, eu preferia de longe um grão de deliciosa cevada.

Moral: Ás vezes o que é precioso para um não tem valor para outro.

Quem sabe o que realmente quer encontrarará sempre satisfaçäo. Sábio é aquele que prefere as coisas necessárias aos enfeites cintilantes, que só servem o orgulho e a vaidade.


Do livro: Fábulas de Esopo - Companhia das Letrinhas

Fonte: http://www.metaforas.com.br/

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Masaje Ayurveda





Ayurveda
Ayurveda Ciencia Sagrada
Masaje Ayurveda


Masaje Ayurveda

Anna Maria Frías, Terapeuta Ayurvédica.
Masajes, Rutinas Físicas y Hata Yoga, y Técnicas de Meditación.

Sesiones personalizadas y grupales de yoga y Técnicas de meditación

AYURVEDA

El Ayurveda es un sistema holístico de medicina que se desarrolló y se practica mucho en India.
La palabra Ayurveda significa : “ciencia de la vida” (Ayur = vida y Veda = conocimiento)
Este sistema enseña que el hombre es un microcosmos, un universo en sí mismo. Es el hijo de las fuerzas cósmicas externas, el macrocosmos.
A través del estudio de esta ciencia, cualquier persona puede adquirir el conocimiento práctico de la autocuración. Equilibrando adecuadamente las energías del cuerpo, se pueden reducir los procesos de deterioro físico y las enfermedades.
Y cómo podemos equilibrar esas energías?
A través de distintos caminos que están incluidos en este milenario sistema. Estos son: el yoga, la meditación, las hierbas, la dieta, la purificación a través de cinco acciones, el masaje y la alimentación


MASAJE AYURVEDICO


El Masaje Ayurvédico, ABHYANGA, que traducido significa, untado en aceite, trabaja sobre los puntos marmas o centros energéticos. Es un masaje Integral originario de la India.
En la medicina, ha servido como método de diagnóstico, curativo y preventivo.
Según el Ayurveda existen tres biotipos o dosha: Vata, Pitta, y Kapha.
Para mantener la salud y para crear un equilibrio entre los tres humores (doshas), el Ayurveda recomienda masajes con diversos aceites.
El masaje aumenta la circulación para remover los desechos de los tejidos al tiempo que mejora la nutrición de éstos manteniendo la libre movilidad y la pureza de la linfa.Alivia la vejez y la fatiga, mejora la visión y el sueño, y refuerza la resistencia al estrés y a las lesiones.
De esta manera se recupera el equilibrio perdido del individuo. Por lo que el tipo de aceite que se ha de usar depende de la constitución de cada uno.


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Cuando los doshas, están equilibrados, VATA se muestra lleno de vitalidad, exuberante y creativo, PITTA lleno de energía, alegría y claridad mental y KAPHA cariñoso, valiente, tranquilo y perceptivo.
Actúa sobre la piel, órgano más extenso, y sobre los neurotransmisores, estimulan la producción de endorfinas, movilizando así nuestra farmacia natural, aumentado los estados de relajación, centramiento, bienestar.
Los científicos han descubierto que el masaje ayurvédico reduce la actividad de los radicales libres de oxígeno, factores determinantes del envejecimiento celular, el cáncer y la enfermedad cardíaca
El masaje Ayurvédico constituye uno de los importantes componentes de este sistema para lograr el equilibrio cuerpo-mente que tanto anhelamos.
El cuerpo nos manda constantemente señales que nosotros por la vida estresante que llevamos, no le prestamos la atención debida. Empieza con un síntoma (una simple contractura) y continúa con algo más interno y profundo que llega a convertirse a largo tiempo en una seria enfermedad.
Con el masaje, tomamos contacto con nuestras energías ganando conciencia corporal.

BENEFICIOS
Cuerpo Físico


Rejuvenece, relaja y vigoriza los músculos, las fibras, los tendones, los huesos y la piel, elimina excesos, flexibiliza, se usa como método de purificación del cuerpo. Este sistema ayuda en la circulación de la sangre, drenando el exceso de líquido y toxinas de la circulación sanguínea, que facilita el trabajo del corazón. También proporciona una línea directa de defensa en el cuerpo, estimulando la producción de anticuerpos.
Cuando se despeja la circulación y la linfa, se sueltan los patrones muy arraigados. Los músculos empiezan a soltarse de tejidos conjuntivos muy profundos. que a la vez se sueltan de los huesos.
Es la manera que tenemos la mayoría de los que vivimos en este mundo sedentario, aparte del ejercicio físico, para mantener el flujo adecuado del sistema linfático. Abre el flujo de prana o fuerza vital.

Cuerpo Emocional y Mental


Afirma la autoestima, crea confianza, incrementa la concentración, estimula pensamientos positivos y amplia la conciencia hacia el cuerpo, libera emociones bloqueadas. Muchas veces, estas emociones contenidas, que han estado presentes como toxinas en el tejido conjuntivo, también salen a la superficie y se sueltan. De esta soltura viene un sentido de rejuvenecimiento y felicidad que sale desde adentro. El Ayurveda apoya esta limpieza emocional como parte del proceso de masaje
Relaja y da claridad mental. Y aumenta los efectos benéficos del contacto sanador
El Ayurveda sostiene que los dolores son provocados por una obstrucción del flujo de vayu (aire) a través de los vasos que transportan a vayu. Al frotar el cuerpo se genera calor, y éste produce que los aires se expandan y se desplacen.
La circulación de vayu a través de los vasos alivia las tensiones y reduce el dolor. Y además genera un patrón de respiración más profundo.
En los tiempos que estamos viviendo, la mayoría de las personas viven presionadas a un nivel muy alto de estrés. Las preocupaciones constantes aumentan la acumulación de toxinas.
Una opción, fácil y natural para estos problemas es sin duda, el masaje. Mediante las técnicas de amasado y fricción trabajamos sobre el sistema circulatorio, linfático, nervioso y sutil o energético eliminando así la fatiga tanto mental como física y proporciona resistencia frente a la falta de armonía y a las enfermedades.
El masaje es un interjuego de energías entre dos cuerpos. Cuando damos o recibimos, no sólo manipulamos músculos, piel y huesos, sino también trabajamos con las energías, tanto físicas como mentales. Esta energía se transmite desde el cuerpo del que da el masaje hacia el que lo recibe. Muchas veces, en una sesión, se eliminan los bloqueos energéticos y el paciente experimenta cambios emocionales y principalmente mucho alivio

ayurveda cara


Sesiones de 1hs. La primera sesión, evaluación del dosha
Solicitar turno con anticipación.

Masaje Facial: Saca las tensiones y rejuvenece el rostro. Da frescura y luminosidad.
Se utilizan productos ayurvédicos.

Masaje Tradicional Tailandés nuevo


Clases y Cursos:

Clases personalizadas de yoga y meditación.
Clases grupales y atención en empresas
Cursos Intensivos para profesionales
Nivel Básico, Nivel I Duración en una jornada de 8hs con prácticas mensuales
Consultar fechas. Solicitar Programa


Actividades:

Orientacion en ALIMENTACION AYURVEDICA
Talleres para padres: Masaje Shantala.
Talleres para parejas: Alineamiento y técnicas de a dos para el masaje.
Talleres de Conciencia Corporal y de Interiorizacion



mandala final


Información
:"Ciencia Sagrada Ayurveda"
(011) 4966-0170 - Charcas 2576 Capital Federal
e-mail: cienciasagradaayurveda@gmail.com
Buenos Aires
Argentina
mandala ayurveda

Associação Brasileira de Ayurveda


Médicos Indianos Ayurvédicos no Brasil

A Associação Brasileira de Ayurveda (ABRA) atendendo a crescente demanda e popularização da tradicional Medicina Ayurveda (Hindu) no Brasil, trás a partir de 2006 todos os anos médicos (vaidyas) especializados em ayurveda para diversas cidades Brasileiras.


VAIDYAS Geeta e Mukesh

No Mês de Outubro de 2006 a Associação Brasileira de Ayurveda (ABRA) em conjunto com a Associação Nacional de Yoga Integral (ANYI),o Instituto de Cultura Hindu Naradeva Shala e o Instituto Mineiro de Medicina Integral (IMMI)trouxeram para o Brasil os médicos especializados em ayurveda:

Dr. Mukesh Narandas Auropremi BSAM. MD. Ayur. e Dra. Smt. Geeta M. Auropremi. BSAM. MD. Ayur. para diversas atividades nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.
Categoria: Entretenimento
Palavras-chave:

De: erickschulz


Fonte: http://www.formarse.com.ar/Ayurveda/ayurveda.htm

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Mórmon.


Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Templo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em São Paulo
Templo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em São Paulo

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é uma igreja de fundamentação cristã, com características restauracionistas e cujos membros são conhecidos popularmente como mórmons. O nome oficial da igreja se refere a Jesus Cristo como seu líder e a conversão dos fiéis, ou santos, à igreja, na última dispensação — de onde surge a referência aos últimos dias. O termo santos é a mesma denominação usada na época que Jesus Cristo veio a Palestina (veja Atos 9:13, 9:32,9:41 e 26:10).

Mórmon

██ Países e territórios com pelo menos um templo SUD em 2007 ██ Países e territórios sem Templos SUD, mas com congregações organizadas e missionários em 2007 ██ Países e territórios sem presença oficial da Igreja em 2007

██ Países e territórios com pelo menos um templo SUD em 2007

██ Países e territórios sem Templos SUD, mas com congregações organizadas e missionários em 2007

██ Países e territórios sem presença oficial da Igreja em 2007

O termo Mórmon, geralmente usado para referir-se aos membros da Igreja, deriva do nome do profeta Mórmon, que é um dos autores e compiladores das escrituras que formaram O Livro de Mórmon, Outro Testamento de Jesus Cristo. Apesar de os termos mórmon e mormonismo serem aceitos pela própria Igreja, a denominação oficial recomendada para os fiéis é santos dos últimos dias, ou o acrônimo em português "SUD"[1] e em inglês LDS (Latter-day Saints).

A sua sede fica situada no estado de Utah (o qual foi fundado pelos mórmons), nos Estados Unidos da América, na cidade de Salt Lake City. Está presente em mais de 160 países e hoje possui quase treze milhões de membros, dos quais mais de metade estão fora dos Estados Unidos (dados oficiais de Abril de 2007). A Igreja mantém registros cuidadosos de seus membros, incluindo informações sobre a sua árvore genealógica; estas informações são importantes devido à crença na possibilidade da salvação dos antepassados, através do batismo vicário feito pelos seus descendentes. A salvação só poderá ser alcançada se os antepassados aceitarem o Evangelho no "mundo espiritual", lugar onde o espírito dos mortos aguardam a ressurreição.

Série temática sobre os
Santos dos Últimos Dias
História
Primeira Visão
Crise na sucessão
Escrituras-padrão
Bíblia
Livro de Mórmon
Doutrina e Convênios
Pérola de Grande Valor
Importantes líderes
Joseph Smith Jr. · Oliver Cowdery
Sidney Rigdon · Brigham Young
Joseph Smith III · James Strang
Thomas S. Monson · Stephen M. Veazey
Publicações Periódicas (em português)
A Liahona
Doutrinas
Regras de fé
Estrutura
Primeira Presidência
Quórum dos Doze Apóstolos
Quórum dos Setenta
Conflitos
Guerra Mórmon · Guerra de Utah
Legião Nauvoo · Batalhão Mórmon
Ramificações
Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
Comunidade de Cristo
Bickertonitas · Strangitas


O Grupo Santos dos Últimos Dias foi restaudado como na época de Jesus Cristo durante um movimento religioso restauracionista iniciado no século XIX nos Estados Unidos da América e liderado inicialmente por Joseph Smith Jr, definido pelos seus seguidores como primeiro Profeta desta época.

História

Joseph Smith, aos quatorze anos de idade, após querer saber a qual igreja da sua época se filiar, retirou-se para ler a Bíblia em seu quarto quando leu em Tiago 1:5 "E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada." Refletindo sobre o que lera, Joseph retirou-se em oração e afirmou ter recebido uma visão na manhã de primavera de 1820, num bosque próximo à sua casa, na qual Deus e Jesus Cristo lhe ordenaram que não se filiasse a nenhuma das igrejas existentes, mas que restaurasse a verdadeira Igreja. Esta visão é conhecida como a Primeira Visão.

A tradição da Igreja diz que Joseph Smith recebeu do anjo Morôni a informação sobre o local onde estavam enterradas uma coleção de placas de ouro gravadas, que continham um registro da comunicação de Deus com os antigos habitantes das Américas e que também continha a plenitude do evangelho eterno. Mais tarde este registro nas placas seria traduzido por Joseph Smith Jr pelo dom e poder de Deus, dando origem ao chamado Livro de Mórmon, que constitui a base de fé da Igreja. O termo mórmon, geralmente usado para referir-se aos Santos dos Últimos Dias, deriva do nome do profeta Mórmon, que teria sido um dos autores e compiladores das escrituras que formaram o Livro.

Em 1830 foi fundada a Igreja, que rapidamente cresceu, gerando uma série de violentas e sangrentas perseguições e assassinatos que culminaram no assassinato a sangue frio de Joseph Smith e seu irmão Hyrum Smith em 1844. Não tendo fim a religião por morte de seu líder, como pensavam os conspiradores, seu assassinato acabou dando maior força aos seus seguidores. Hoje, por causa dos missionários, que em geral são jovens entre 19 e 26 anos, é a religião cristã que mais cresce no mundo.

Os jovens mórmons acima de 19 anos são incentivados pela liderança da Igreja a servir uma missão de tempo integral, deixando seus lares por dois anos, trabalho este voluntário, levando a mensagem do evangelho restaurado a diversos países do mundo.

Seguem algumas de suas crenças básicas

Se se formos fiéis a Deus cumprindo seus mandamentos, poderemos voltar a presença dele.

Doutrina

Estátua de Cristo no Centro de Visitantes na Praça do Templo de Salt Lake City
Estátua de Cristo no Centro de Visitantes na Praça do Templo de Salt Lake City
Livro de Mórmon, edição de 1980
Livro de Mórmon, edição de 1980

Joseph Smith Jr. resumiu a doutrina da Igreja em treze pontos fundamentais conhecidos como Regras de Fé, a saber:

  1. Cremos em Deus, o Pai Eterno, e em Seu Filho Jesus Cristo e no Espírito Santo.
  2. Cremos que os homens serão punidos pelos seus próprios pecados e não pela transgressão de Adão.
  3. Cremos que por meio da Expiação de Cristo, toda a humanidade pode ser salva por obediência às leis e ordenanças do Evangelho.
  4. Cremos que os primeiros princípios e ordenanças do Evangelho são: primeiro, Fé no Senhor Jesus Cristo;segundo Arrependimento; batismo por imersão para a remissão de pecados; quarto Imposição de mãos para o dom do Espírito Santo.
  5. Cremos que um homem deve ser chamado por Deus, por profecia e pela imposição de mãos, por quem possua autoridade, para pregar o Evangelho e administrar as sua ordenanças.
  6. Cremos na mesma organização que existia na igreja Primitiva, isto é: apóstolos, profetas, pastores, mestres, evangelistas, etc.
  7. Cremos no dom de línguas, profecia, revelação, visões, cura, interpretação de línguas, etc.
  8. Cremos ser a Bíblia a palavra de Deus, por quanto seja traduzida corretamente; cremos também ser o Livro de Mórmon a palavra de Deus.
  9. Cremos em tudo o que Deus tem revelado, em tudo o que Ele revela agora, e cremos que ainda revelará ainda muitas coisas grandes e importantes relativas ao Reino de Deus.
  10. Cremos na coligação literal de Israel e na restauração das doze tribos, que Sião (a Nova Jerusalém) será contruída no continente americano, que Cristo reinará pessoalmente sobre a terra e que a terra será renovada e receberá a sua glória paradisíaca.
  11. Pretendemos o privilégio de adorar o Deus Todo-Poderoso segundo os ditames da nossa consciência, e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio, deixando-os adorar como, onde e o que quiserem.
  12. Cremos na submissão aos reis, presidentes, governantes e magistrados, na obediência, honra e manutenção da lei.
  13. Cremos em ser honestos, verdadeiros, castos, benevolentes, virtuosos e em fazer o bem a todos os homens: na realidade podemos dizer que seguimos à admoestação do apóstolo Paulo: Cremos em todas as coisas, confiamos em todas as coisas, suportamos muitas coisas e confiamos na capacidade de tudo suportar. Se houver qualquer coisa virtuosa, amável,de boa fama ou louvável, nós a procuraremos.

História

Os Santos dos Últimos Dias professam a seguinte história:

  • Primavera de 1820 - Deus o Pai e Jesus Cristo aparecem a Joseph Smith Jr., então um menino de 14 anos, em resposta à sua oração (Joseph perguntou por meio de oração qual Igreja estava certa a fim de saber a qual se unir)
  • 21 de setembro de 1823 - O anjo Morôni visita Joseph Smith Jr. e lhe dá instrução e informação com respeito da Igreja de Jesus Cristo e as placas de ouro que contêm o Livro de Mórmon.
  • 22 de setembro de 1827 - O anjo Morôni, na Colina Cumorah (Condado de Ontário, Estado de Nova Iorque, EUA) entrega a Joseph Smith Jr. as placas de ouro a fim de que Joseph as traduza
A Primeira Visão - Deus o Pai e Jesus Cristo aparecem ao menino Joseph Smith Jr. na primavera de 1820
A Primeira Visão - Deus o Pai e Jesus Cristo aparecem ao menino Joseph Smith Jr. na primavera de 1820
O anjo Morôni, na Colina Cumorah, Nova York, entrega a Joseph Smith Jr. as placas de ouro em 1823
O anjo Morôni, na Colina Cumorah, Nova York, entrega a Joseph Smith Jr. as placas de ouro em 1823
  • 1 de março de 1842 - São publicadas as Regras de Fé, treze pontos que definem as crenças básicas da Igreja, no periódico Times and Seasons.
  • 17 de março de 1842 - É organizada a Sociedade de Socorro, uma organização feminina que hoje inclui todas as mulheres da Igreja, tornando-se assim a maior organização feminina do mundo.
  • 27 de junho de 1844 - Joseph Smith Jr. e o seu irmão Hyrum Smith são assassinados em Carthage, Illinois. Inicia-se um período de desorganização do movimento que culminará em diversas ramificações;
  • 8 de agosto de 1844 - Brigham Young assume a liderança da Igreja, sendo o presidente do Conselho dos Doze, sendo apoiado pela maioria dos seus membros.
  • 4 de fevereiro de 1846 - Os Mórmons começam a abandonar a cidade de Nauvoo, para fugir às perseguições.
  • 1 de maio de 1846 - O Templo de Nauvoo (o segundo erigido pela Igreja) é dedicado, já com os Mórmons a caminho do Oeste.
  • 24 de julho de 1847 - Os Mórmons, liderados por Brigham Young, chegam ao Vale de Lago Salgado (Salt Lake Valley), naquilo que se viria a tornar o Estado de Utah.
  • 5 de dezembro de 1847 - Brigham Young torna-se o segundo Presidente da Igreja, com a reorganização da Primeira Presidência.
  • 9 de setembro de 1850 - Criado o Território de Utah, por decisão do Congresso americano, com Brigham Young como Governador.
  • Maio de 1851 - Publicação do Livro de Mórmon em Dinamarquês, a primeira lingua além do Inglês em que o livro é publicado.
  • 11 de novembro de 1851 - Criada a Universidade do Estado de Deseret (hoje Universidade de Utah) em Salt Lake City.
  • 14 de fevereiro de 1853 - Iniciada a construção do Templo de Salt Lake City, que se viria a prolongar por quarenta anos.
  • 12 de fevereiro de 1870 - As mulheres em Utah recebem o direito de voto, sendo este um dos primeiros estados ou territórios a conceder este direito às mulheres.
  • 16 de outubro de 1875 - Fundada a Academia Brigham Young, que mais tarde se chamaria Universidade Brigham Young, em Provo, Utah
  • 29 de agosto de 1877 - Brigham Young morre em Salt Lake City, com 76 anos.
  • 24 de setembro de 1890 - Foi publicado o Manifesto encerrando a prática do Casamento Plural (poligamia), sendo que eram raros os casos de poligamia mesmo antes dessa data.
  • 6 de abril de 1893 - Após mais de 40 anos de construção, o Templo de Salt Lake City é finalmente terminado, e dedicado.* 13 de novembro de 1894 - A Sociedade Genealógica de Utah é organizada.
  • 4 de janeiro de 1896 - Utah é elevado à categoria de Estado.
  • 1 de abril de 1898 - Inez Knight e Lucy Brimhall são as primeiras missionárias da Igreja a ser oficialmente chamadas. Servem uma missão em Inglaterra.
  • Fevereiro de 1907 - Reed Smoot, membro do Conselho dos Doze, eleito para o Senado Americano em 1903, finalmente toma o seu lugar neste orgão governativo, tornando-se o primeiro mórmon Senador.
  • 25 de novembro de 1952 - Ezra Taft Benson, do Conselho dos Doze Apóstolos, foi nomeado Secretário de Estado (Ministro) da Agricultura durante os dois mandatos de Dwight D. Eisenhower como Presidente dos Estados Unidos.
  • 1 de maio de 1966 - A primeira Estaca na América do Sul é organizada em São Paulo, Brasil.
  • Novembro de 1974 - William Grant Bangerter chega a Lisboa, Portugal, como primeiro presidente desta recém criada missão.
  • 9 de junho de 1978 - Uma carta da Primeira Presidência foi emitida, anunciando que o Sacerdócio poderia ser concedido a todos os homens dignos da Igreja, independentemente de raça ou cor, maiores de doze anos de idade. A 30 de Setembro seria aceita por voto de apoio em Conferência Geral da Igreja e incorporada como Declaração Oficial - 2 na Doutrina & Convênios.
  • Julho de 1978- Helvécio Martins, um executivo do Rio de Janeiro, no Brasil, é o primeiro negro a ser ordenado ao Sacerdócio, após a publicação da "Declaração Oficial - 2".
  • 30 de outubro de 1978 - Dedicado o Templo de São Paulo, no Brasil, primeiro neste país.
  • 18 de fevereiro de 1979 - Criada a milésima Estaca da Igreja, em Nauvoo, Illinois.
  • 10 de julho de 1981 - Criada a primeira Estaca de Portugal, em Lisboa.
  • 1 de abril de 1982 - O número de membros da Igreja ultrapassa os 5 milhões.
  • 16 de outubro de 1988 - Criada a Estaca de Manaus, Brasil, a 1 700ª Estaca da Igreja.
  • 28 de fevereiro de 1996 - Pela primeira vez na História da Igreja, existem mais membros fora dos Estados Unidos do que neste país.
  • Novembro de 1997 - A Igreja ultrapassa os 10 milhões de membros.
  • 1 de julho de 1998 - O Mormon Tabernacle Choir atua em Portugal pela primeira vez.
  • 1999 - Portugal atingiu os 35 000 membros, tornando-se o segundo país da Europa continental em número de membros da Igreja, estando a Alemanha em primeiro.
  • 19 de março de 1999 - Dedicado o Templo de Madrid, Espanha, que serve também os membros da Igreja em Portugal.
  • 1 de outubro de 2000 - Dedicado o Centésimo Templo em operação da Igreja, em Boston, Massachusetts.

Aspectos gerais

Alguns membros usam um anel, com as letras "CTR" significando "Conserva Tua Rota", que serve como lembrança de guardar os mandamentos.
Alguns membros usam um anel, com as letras "CTR" significando "Conserva Tua Rota", que serve como lembrança de guardar os mandamentos.

n Na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias a Igreja é formado por cada membro digno, independente de formação eclesiástica específica. "Para que a plenitude do meu evangelho seja proclamada pelos fracos e pelos simples aos confins da Terra e perante reis e governantes." (Doutrina e Convênios | Seção 1:23)

Na Igreja, servem homens e mulheres em cargos de liderança, cada membro é incentivado a "crescer em graça e sabedoria" e se capacitar a servir na Igreja, entretanto o Sacerdócio é dado somente aos homens dignos da Igreja. A partir dos 12 anos, todo membro do sexo masculino, considerado digno, pode ajudar a cuidar dos vários deveres da igreja. Aos 12 anos, o jovem pode ser ordenado ao Sacerdócio Aarônico (ou 'menor') e, aos 18 anos o Sacerdócio de Melquisedeque (ou 'maior').

Os cargos eclesiásticos na Igreja são voluntários e não são remunerados. Apenas os cargos administrativos (ocupados por membros ou não, como funcionários registrados) recebem remuneração pelo seu serviço (Engenheiros Civis, Pedreiros, Administradores etc.). Alguns missionários que atuam em tempo integral recebem ajuda de custo (alimentação e moradia) mas eles são incentivados a custear sua própria missão. As famílias dos Santos dos Últimos Dias participam nos muitos programas patrocinados pela congregação em sua localidade, ou Ala. Em nível congregacional, os élderes, os bispos e os presidentes das estacas (distritos) supervisionam os bem-organizados assuntos da Igreja. Um conselho de 12 apóstolos viajantes, cuja sede para reuniões fica em Salt Lake City, tem jurisdição mundial. Por fim, o presidente da Igreja — apoiado como profeta, vidente e revelador — e dois conselheiros compõem o corpo que preside a igreja, chamado de Primeira Presidência.

Os membros são incentivados a terem auto-suficiencia, obterem conhecimentos não só a respeito das escrituras mas também sobre notícias, e em cursos técnicos, universidades e capacitação profisssional em geral.

Várias ordenanças afetam a vida dos mórmons devotos. O batismo por imersão, que significa arrependimento e obediência, pode ocorrer depois que o membro completa oito anos (idade em que a criança já tem alguma capacidade de escolher). Depois disso os membros podem participar de ordenanças nos Templos da Igreja (atualmente pouco mais de cem em todo o mundo, sendo 5 no Brasil), tal como o Templo de Salomão. A cerimônia da investidura no templo envolve uma série de convênios. O casamento no Templo, também conhecido como "selamento", é considerado o mais desejável dos convênios realizados por um mórmon. Eles acreditam que ao fazer e honrar esse convênio transforma o seu casamento civil (e temporal) em eterno, ou seja, "para o tempo e para toda a eternidade" e não "até que a morte os separe".

Crêem que cada ser humano, por ser um filho de Deus, tem potencial para ser um deus depois da ressurreição e depois de sua exaltação, e que todos nasceram e viveram nos céus junto ao Deus Supremo e Exaltado (que outrora também fora humano). "O próprio Deus já foi como nós somos agora — ele é um homem exaltado, entronizado em céus distantes!" - (Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, compilado por Joseph Fielding Smith, pp. 336) Crêem que para progredir, devem vir a Terra e viver nela.

Existem várias ramificações do movimento dos Santos dos Últimos Dias, que se formaram após a morte do Profeta Joseph Smith e perduraram até a presente data, sendo outra delas (além de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), A Igreja Reorganizada de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mudado posteriormente o nome para Comunidade de Cristo, que também acreditam no Livro de Mórmon e em Doutrina e Convênios, com exceção das ordenanças pelos mortos, já que alegam que foi uma revelação local para aquela época e não para toda a Igreja. Também os Mórmons Fundamentalistas, outra ramificação que perdurou até os dias de hoje. Esses últimos acreditam na lei bigama revelada a Joseph Smith e até a presente data continuam praticando a poligamia secretamente em Utah e outros estados vizinhos, embora a lei americana proíba tal prática.

Organização e liderança da Igreja

Quórum dos Doze Apóstolos

Na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o Quórum dos Doze Apóstolos existe desde a sua restauração. Quando da morte de Joseph Smith Jr. em 1844, o Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos era Brigham Young. Recebendo a responsabilidade de presidir a Igreja, Young enfatizou que, conforme a autorização de Joseph Smith, o Quórum dos Doze seria o governo central da Igreja sob a Primeira Presidência.

Historicamente, o membro mais antigo do Quórum dos Doze Apóstolos é também o Presidente do mesmo e assume a presidência da Igreja quando o presidente falece, deixando a presidência desse quorum para o 2° apóstolo mais velho, mesmo assim precisa receber o apoio de todos os outros apóstolos, logo então é apresentado a todos os membros da igreja , na primeira oportunidade de Conferência Geral que é dividida em duas partes, (a primeira acontece no primeiro domingo do mês de abril e a segunda parte no primeiro domingo do mês de outubro)e pedido seu apoio, como acontece em todo chamado da igreja. O presidente então escolhe dois conselheiros. Este segundo membro mais velho então é designado como Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos, e um novo apóstolo é chamado. Nos casos em que o segundo membro mais velho é chamado como conselheiro, um presidente interino é chamado dentre os doze apóstolos.

Membros do Quórum dos Doze original, antes de 1844

Esta é a lista de membros do quórum antes de 1844. A lista incluí a data em que cada apóstolo foi ordenado. Em alguns casos, a data de batismo é usada, pois a data de ordenação é desconhecida. Em negrito, apóstolos que se tornaram presidentes da Igreja.

Joseph Smith Jr., profeta, vidente e revelador e primeiro Presidente da Igreja
Joseph Smith Jr., profeta, vidente e revelador e primeiro Presidente da Igreja
Brigham Young, segundo Presidente da Igreja
Brigham Young, segundo Presidente da Igreja
  • Joseph Smith, Jr (6 de Abril de 1830)
  • Thomas B. Marsh (26 de Abril de 1835)
  • David W. Patten (15 de Fevereiro de 1835)
  • Brigham Young (14 de Fevereiro de 1835)
  • Heber C. Kimball (14 de Fevereiro de 1835)
  • Orson Hyde (15 de Fevereiro de 1835)
  • William E. McLellin (15 de Fevereiro de 1835)
  • Parley P. Pratt (21 de Fevereiro de 1835)
  • Luke S. Johnson (15 de Fevereiro de 1835)
  • William Smith (15 de Fevereiro de 1835)
  • Orson Pratt (26 de Abril de 1835)
  • John F. Boynton (15 de Fevereiro de 1835)
  • Lyman E. Johnson (14 de Fevereiro de 1835)
  • John E. Page (19 de Dezembro de 1838)
  • John Taylor (19 de Dezembro de 1838)
  • Wilford Woodruff (26 de Abril de 1839)
  • George A. Smith (26 de Abril de 1839)
  • Willard Richards (14 de Abril de 1840)
  • Lyman Wight (8 de Abril de 1841)
  • Amasa M. Lyman (Agosto de 1842)

1844 à atualidade

Lista dos Membros do Quórum dos Doze Apóstolos

Esta é a lista dos membros do Quórum na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias ordenados depois de 1844, listados com a data de suas ordenações. Em alguns casos, a data de batismo é usada, pois a data de ordenação é desconhecida. Em negrito, os Apóstolos que foram chamados como presidentes da Igreja.

  • Ezra T. Benson (16 de Julho de 1846)
  • Charles C. Rich (12 de Fevereiro de 1849)
  • Lorenzo Snow (12 de Fevereiro de 1849)
  • Erastus Snow (12 de Fevereiro de 1849)
  • Franklin D. Richards (12 de Fevereiro de 1849)
  • George Q. Cannon (26 de Agosto de 1860)
  • Joseph F. Smith (1 de Julho de 1866)
  • Brigham Young, Jr. (4 de Fevereiro de 1864)
  • Albert Carrington (3 de Julho de 1870)
  • Moses Thatcher (9 de Abril de 1879)
  • Francis M. Lyman (27 de Outubro de 1880)
  • John Henry Smith (27 de Outubro de 1880)
  • George Teasdale (16 de Outubro de 1882)
  • Heber J. Grant (16 de Outubro de 1882)
  • John W. Taylor (15 de Maio 1884)
  • Marriner W. Merrill (7 de Outubro de 1889)
  • Anthon H. Lund (7 de Outubro de 1889)
  • Abraham H. Cannon (7 de Outubro de 1889)
  • Matthias F. Cowley (7 de Outubro de 1897)
  • Abraham O. Woodruff (7 de Outubro de 1897)
  • Rudger Clawson (10 de Outubro de 1898)
  • Reed Smoot (8 de Abril de 1900)
  • Hyrum Mack Smith (24 de Outubro de 1901)
  • George Albert Smith (8 de Outubro de 1903)
  • Charles W. Penrose (7 de Julho de 1904)
  • George F. Richards (9 de Abril de 1906)
  • Orson F. Whitney (9 de Abril de 1906)
  • David O. McKay (9 de Abril de 1906)
  • Anthony W. Ivins (6 de Outubro de 1907)
  • Joseph Fielding Smith (7 de Abril de 1910)
  • James E. Talmage (8 de Dezembro de 1911)
  • Stephen L. Richards (18 de Janeiro de 1917)
  • Richard R. Lyman (7 de Abril de 1918)
  • Melvin J. Ballard (7 de Janeiro de 1919)
  • John A. Widtsoe (17 de Março de 1921)
  • Joseph F. Merrill (8 de Outubro de 1931)
  • Charles A. Callis (12 de Outubro de 1933)
  • J. Reuben Clark (11 de Outubro de 1934)
  • Alonzo A. Hinckley (11 de Outubro de 1934)
  • Albert E. Bowen (8 de Abril de 1937)
  • Sylvester Q. Cannon (14 de Abril de 1938)
  • Harold B. Lee (10 de Abril de 1941)
  • Spencer W. Kimball (7 de Outubro de 1943)
  • Ezra Taft Benson (7 de Outubro de 1943)
  • Mark E. Petersen (20 de Abril de 1944)
  • Matthew Cowley (11 de Outubro de 1945)
  • Henry D. Moyle (10 de Abril de 1947)
  • Delbert L. Stapley (5 de Outubro de 1950)
  • Marion G. Romney (11 de Outubro de 1951)
  • LeGrand Richards (10 de Abril de 1952)
  • Adam S. Bennion (9 de Abril de 1953)
  • Richard L. Evans (8 de Outubro de 1953)
  • George Q. Morris (8 de Abril de 1954)
  • Hugh B. Brown (10 de Abril de 1958)
  • Howard W. Hunter (15 de Outubro de 1959)
  • Gordon B. Hinckley (5 de Outubro de 1961)
  • N. Eldon Tanner (11 de Outubro de 1962)
  • Thomas S. Monson (10 de Outubro de 1963) (Vivo)
  • Boyd K. Packer (9 de Abril de 1970) (Vivo)
  • Marvin J. Ashton (2 de Dezembro de 1971)
  • Bruce R. McConkie (12 de Outubro de 1972)
  • L. Tom Perry (11 de Abril de 1974) (Vivo)
  • David B. Haight (8 de Janeiro de 1976)
  • James E. Faust (1 de Outubro de 1978)
  • Neal A. Maxwell (23 de Julho de 1981)
  • Russell M. Nelson (7 de Abril de 1984) (Vivo)
  • Dallin H. Oaks (3 de Maio 1984) (Vivo)
  • M. Russell Ballard (10 de Outubro de 1985) (Vivo)
  • Joseph B. Wirthlin (9 de Outubro de 1986) (Vivo)
  • Richard G. Scott (6 de Outubro de 1988) (Vivo)
  • Robert D. Hales (7 de Abril de 1994) (Vivo)
  • Jeffrey R. Holland (23 de Junho de 1994) (Vivo)
  • Henry B. Eyring (6 de Abril de 1995) (Vivo)
  • Dieter F. Uchtdorf (7 de Outubro de 2004) (Vivo)
  • David A. Bednar (7 de Outubro de 2004) (Vivo)
  • Quentin L. Cook (7 de Outubro de 2007) (Vivo)
  • D. Todd Christofferson (6 de Abril de 2008) (Vivo)

Membros atuais

Atualmente, são estes os membros do Quórum dos Doze Apóstolos:

  1. Élder Boyd K. Packer - (ordenado Apóstolo Em 1970), Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos desde 3 de Fevereiro de 2008
  2. Élder L. Tom Perry (Ordenado em 1974)
  3. Élder Russell M. Nelson (1984)
  4. Élder Dallin H. Oaks (1984)
  5. Élder M. Russell Ballard (1985)
  6. Élder Joseph B. Wirthlin (1986)
  7. Élder Richard G. Scott (1988)
  8. Élder Robert D. Hales (1994)
  9. Élder Jeffrey R. Holland (1994)
  10. Élder David A. Bednar (2004)
  11. Élder Quentin L. Cook (2007)
  12. Élder D. Todd Christofferson (2008)

A Primeira Presidência têm três apóstolos como seus membros mas eles não fazem parte do Quórum dos Doze. Thomas S. Monson é Presidente da Igreja e na Primeira Presidência, com Henry B. Eyring, Primeiro Conselheiro, e Dieter F. Uchtdorf, Segundo Conselheiro.

David A. Bednar, Apóstolo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
David A. Bednar, Apóstolo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Boyd K. Packer é o Presidênte do Quórum dos Doze Apóstolos. Como regra geral, ele é o sucessor de Thomas S. Monson na Presidência da Igreja.

Quando o Presidente do Quórum dos Doze serve como Conselheiro na Primeira Presidência, ele não serve ativamente neste chamado e não é contado no Quórum dos Doze Apóstolos. Quando um Apóstolo é chamado como conselheiro, outro Apóstolo é designado para completar o quórum e um dos integrantes desse quórum é apontado como Presidente Interino em seu lugar.

Com a morte do Pres. Gordon B. Hinckley e conseqüente chamado do Élder Dieter F. Uchtdorf para compor a Primeira Presidência, o Quórum dos Doze ficou incompleto até o apoio de D. Todd Christofferson, durante a sessão de sábado (5 de Abril de 2008) da 178ª Conferencia Geral Anual da Igreja, para compor o Quórum dos Doze.

Os setenta

Existe também na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o Quórum dos Setenta (que deve ter no máximo setenta componentes). Os santos dos últimos dias clamam ser esta a mesma organização instituída por Jesus Cristo durante seu ministério na Palestina, quando chamou setenta homens para pregar o evangelho.

Na Bíblia: "Depois disto, o Senhor designou outros setenta; e os enviou de dois em dois, para que o precedessem em cada cidade e lugar aonde ele estava para ir." (Bíblia | Evangelho de Lucas 10:1)

Em Doutrina e Convênios: "Os Setenta também são chamados para pregar o evangelho e ser testemunhas especiais junto aos gentios e em todo o mundo — diferindo assim dos outros oficiais da igreja nos deveres de seu chamado." (Doutrina e Convênios | Seção 107:25)

Com o crescimento da Igreja, existe mais de um Quórum de Setentas, sendo parte deles com componentes que servem exclusivamente à Igreja até o fim de suas vidas, em outros Quóruns os membros servem temporariamente, podendo ser desobrigados após um tempo de serviço voluntário.

Cada Setenta tem o título de "Elder" (traduz-se presbítero ou ancião em português, mas a igreja usa a palavra elder para identificar estes oficiais). O termo Elder nada mas é do que uma referência ao ofício do Sacerdócio ao qual portam. Servem em diversas partes do mundo, recebendo instruções do quórum dos doze apóstolos e do profeta vivo, repassando essas instruções às autoridades locais da Igreja (Presidentes de Estaca ou Distrito, e Bispos ou Presidentes de Ramo).

O Início no Brasil

O início da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Brasil deu-se antes da Segunda Guerra Mundial. Uma família de alemães estabeleu-se em Ipoméia, Santa Catarina. Como em solo brasileiro ainda não havia sido estabelecida a Igreja SUD, escreveram para a Primeira Presidência solicitando que lhe enviassem materiais de apoio, alem de missionários. Na epoca, a missão mais proxima situava-se em Buenos Aires, Argentina, e de lá os primeiros missionários mórmons se dirigiram à Ipoméia, onde iniciaram o trabalho missionário brasileiro. Com a Segunda Guerra, entretanto, os missionarios deixaram o Brasil, e somente os membros da Igreja levaram avante o trabalho missionário.

A expansão da Igreja reiniciou-se logo após o término da guerra, quando a Igreja tornou a enviar missionários, desta vez para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Ver também

Portal A Wikipédia possui o
Portal Santos dos Últimos Dias


Ligações externas

A Igreja no Brasil

Documentário "Os Mórmons" pela Rede Bandeirantes

  • Série Mórmons I - Doutrina
  • Série Mórmons II - Trabalho social
  • Série Mórmons III - Trabalho Missionário
  • Série Mórmons IV - Genealogia
  • Série Mórmons V - Americanos com sotaque brasileiro

Ligação para as cinco apresentações

Templos no Brasil

Ligações externas

Referências


Mórmons SBT BRASIL 10nov2006 Integral

De: rogersquash


Série Mórmons II - Trabalho social
De: pannun


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Criança de 5 anos conta sobre doutrinação e ideologia de gênero na escola

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