domingo, 26 de outubro de 2008

Caricatura

magdalena1948


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Grandmaster Flash & The Furious Five - The Message

De: haaneepoo


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

PUBLIC ENEMY - FIGHT THE POWER

De: InfamousAllegiance


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Cosmos - As Origens Da Vida - Em 7 Partes (Dublado)



Parte 1.


Parte 2.


Parte 3.


Parte 4.


Parte 5.


Parte 6.


Parte 7.

Fonte destes vídeos: http://br.youtube.com/user/Andrelz




Cosmos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Para outros significados de Cosmos, ver Cosmos (desambiguação).

Cosmos - foi uma série de TV realizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan, produzida pela KCET e Carl Sagan Productions, em associação com a BBC e a Polytel International, veiculada na PBS em 1980.

A série Cosmos é um dos mais formidáveis exemplos da amplitude e eficácia que a divulgação científica pode atingir por meios audiovisuais, quando servida por uma personalidade carismática como Carl Sagan e por meios técnicos adequados.

Filmado ao longo de três anos, em quarenta locais de doze países, o programa Cosmos abriu a janela do Universo a mais de 500 milhões de pessoas. O segredo desta série de treze horas foi o talento de comunicador de Sagan, capaz de desmistificar o que até então fora informação científica inacessível. A versão escrita deste programa continua a ser o livro de divulgação científica mais vendido da história.

Editada recentemente pela Cosmos Studios (parte de uma fundação criada para a divulgação científica), a versão DVD da série disponibiliza um total de 780 minutos de material, distribuidos por 13 episódios de 60 minutos cada (cada epsiódio está repartido em 13 capítulos de acesso directo). Os materiais incluidos na edição DVD foram revistos pelo próprio Carl Sagan e pela sua esposa e ajudante, Ann Druyan, e após cada episódio encontrará uma apresentação das actualizações e novas descobertas científicas feitas nas matérias expostas desde o lançamento original da série nos anos 80. A partir de março de 2008 o canal brasileiro TV Escola começou a reapresentar este documentário dublado em português.


Episódios

Série de 13 episódios, Cosmos é constituída pelos seguintes títulos (pequena descrição dos assuntos tratados):

  • Episódio 1 - Os Limites do Oceano Cósmico (The Shores of the Cosmic Ocean) - O 1° capítulo da série Cosmos; apresenta-nos o universo de maneira geral, revelando as grandezas dos corpos celestes e a distância entre eles, além de lembrar importantes estudos do passado para grandes descobertas como a esfericidade do planeta. Sagan faz uma impossível (para os recursos atuais) e imaginária viagem desde a extremidade do espaço até nosso planeta, mostrando fenômenos como o nascimento e a morte de estrelas diante de uma fusão nuclear; recordando-nos a famosa equação de Einstein E=mc² (quando a matéria vira energia e vice versa). Ao longo do episódio fala um pouco sobre a descoberta de cada planeta da Via-láctea e algumas características. Também nos da uma idéia do tempo cósmico.


  • Episódio 2 - As Origens da Vida (One Voice in the Cosmic Fugue, lit. "Uma Voz na Fuga Cósmica") - Já no nosso planeta, Sagan interroga as origens da vida e a evolução das espécies, especulando ainda sobre a hipótese de existência de seres vivos noutros planetas.


  • Episódio 3 - A Harmonia dos Mundos (The Harmony of the Worlds) - Da astrologia à astronomia, desde sempre que o homem olha as estrelas em busca de conhecimento. Sagan traça o percurso da Humanidade na observação dos corpos celestes e na descoberta das leis que os regem.


  • Episódio 4 - Inferno e Céu (Heaven and Hell) - Um pequeno cometa teria atingido a Terra em 1908, provocando uma enorme explosão na Sibéria. Este fato serve a Sagan para empreender uma viagem até Vénus, com as suas altas temperaturas e o seu superlativo efeito de estufa.
Sagan junto a um modelo da nave Viking.
Sagan junto a um modelo da nave Viking.
  • Episódio 5 - Os Segredos de Marte (Blues for a Red Planet, lit. "Blues para um Planeta Vermelho) - Depois de Vénus, Marte é o planeta visitado neste episódio.



  • Episódio 7 - A Espinha Dorsal da Noite (The Backbone of Night) - Dos antigos gregos à atualidade, Sagan traça o percurso do conhecimento científico sobre o Cosmos.



  • Episódio 9 - A Vida das Estrelas (The Lives of Stars) - Nascimento, vida e morte das estrelas - sem esquecer o nosso Sol de que veremos uma simulação do último dia de vida.


  • Episódio 10 - O Limiar da Eternidade (The Edge of Forever) - Origem e destino do Universo, das lendas e crenças à astrofísica.


  • Episódio 11 - A Persistência da Memória (The Presistence of Memory) - Sagan viaja até ao cérebro humano como local central de todo o conhecimento.


  • Episódio 12 - Enciclopédia Galáctica (Encyclopaedia Galactica) - Haverá vida noutros pontos da nossa galáxia? Sagan persegue a questão sem encontrar provas e conduz-nos numa viagem por várias estrelas e planetas.


  • Episódio 13 - Quem Pode Salvar a Terra? (Who Speaks for Earth?, lit. "Quem Responde pela Terra?") - Um planeta povoado de 60 mil armas nucleares é um planeta com futuro? Sagan termina a série Cosmos com um vibrante apelo à paz, em nome da nossa dignidade humana e em nome do respeito ao universo de que fazemos parte.


O cientista brasileiro Marcelo Gleiser apresentou em 2006, no Fantástico, uma serie denominada Poeira das Estrelas, um programa de divulgação científica feito nos moldes de Cosmos, segundo Gleiser, o nome de tal série foi dada graças a uma frase dita por Carl Sagan na série Cosmos dizendo que: "Todos nós somos seus filhos", tal episódia da série de Sagan contava sobre estrelas, Gleiser remodelou tal frase dizendo no primeiro episódio de Poeira das Estrelas: "... uma vez o astrônomo americano Carl Sagan disse que somos todos 'Poeira das Estrelas'".


Obrigado pela visita, e volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

sábado, 25 de outubro de 2008

Fisiologia da Alma.

Fisiologia da Alma

Fernando A. Moreira

Fisiologia, é a parte da biologia que investiga as funções orgânicas e processos ou atividades vitais. (1)

Etmologicamente, a palavra vem do grego, physiologia, "tratado da natureza das coisas segundo princípios físicos ou naturais. Ciência dos fenômenos da vida (Haller)." (2)

Faremos referência em nosso trabalho à fisiologia como as ações da alma, na dimensão dada por Kardec, de Espírito encarnado, o que eqüivale a dizer que analisaremos com este os fenômenos da própria vida.

Composição do ser humano.

O ser humano é composto pela alma ou Espírito encarnado com seu Perispírito que, ao encarnar necessita se relacionar ao Fluido Vital (onde reside o princípio vital) e ao Corpo Físico. Para que exista a alma, isto é, para que o Espírito reencarne, é necessária a presença destes elementos destacados e, é na interação deles, que estudaremos a Fisiologia da Alma.

"Há no homem três coisas; 1° - o corpo ou ser material análogo ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital; 2° a alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo; 3° o laço que une a alma ao corpo, princípio intermediário entre a matéria e o Espírito." (3)

O ESPÍRITO

Espírito é para nós "uma chama, um clarão ou uma centelha etérea". São eles (os Espíritos) incorpóreos e não imateriais; é a matéria quintessenciada, porém sem analogia para vos outros e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos". (3)

A exceção do Espírito, que tem sua origem no princípio inteligente e não pode atuar diretamente sobre a matéria, todos os demais procedem do Fluído Cósmico ou Universal.

A inteligência, o pensamento, a vontade, a consciência (onde estão impressas as leis morais), os pendores, a memória, e a sensibilidade são atributos do Espírito que, ao encarnar, ao ingressar no seu "cárcere fluídico", muda, temporariamente, algumas de suas ações, sua fisiologia, mas não sua essência, adquirindo umas e perdendo outras. Se de um lado, ao mergulhar na carne, a "centelha encarnada" encontra limitações, (4) ganha o Espírito o comando do corpo físico, com o objetivo de servir ao seu processo evolutivo, do qual também é o diretor. (FIG 1.)"O Espírito quer, o perispírito transmite e o corpo executa"; (3) impõe assim o Espírito a sua vontade e a ele são dirigidas as sensações e percepções. Quem sente é a alma. (FIG. 2).

Figura 1

Figura 2

Nesta mesma figura, vemos também como estas se direcionam ao Espírito, via perispírito e vice-versa, como a ação do Espírito alcança o corpo físico pela dupla polaridade perispiritual.

A vontade do Espírito é diretamente proporcional ao seu grau de evolução e coroa sua ação no corpo físico "não sendo o perispírito mais do que um agente de transmissão", pois que no Espírito é que está a consciência..." (grifos nossos) (3) (Fig. 2)

Portanto, é o Espírito que comanda a evolução, refletindo no perispírito a sua nova imagem, " porque o Espírito evolui, tudo o mais se transforma" (5) e diríamos mais: tudo se transforma sob a égide do Espírito, porque o perispírito é moldado pelo Espírito e molda, mantendo a forma do corpo físico; o perispírito é o plastificante do corpo, mas é configurado, ele também, pelo Espírito.

O PERISPÍRITO

É o envoltório do Espírito, veículo de todas as suas manifestações, (6) retirado do fluido universal de cada globo, tomando assim o seu "passaporte planetário" e a forma que lhe queira dar o Espírito, podendo também se tornar visível e tangível por "combinação de fluidos".(7)Da vasta sinonímia dada ao perispírito, destacamos corpo bioenergético, corpo bioplasmático, corpo espiritual, corpo perispiritual e psicossoma.

"O invólucro fluídico do ser depura-se, ilumina-se ou obscurece- se segundo a natureza elevada ou grosseira dos pensamentos em si refletidos. Qualquer ato e/ou qualquer pensamento repercutem-se e gravam-se no perispírito. Daí as conseqüências inevitáveis para a situação da própria alma, embora esta esteja sempre senhora de modificar o seu estado pela ação contínua que exerce sobre o seu invólucro." (8)

A constituição íntima do perispírito não é homogênea, variando em densidade do mais quintencenciado, próximo ao Espírito, ao mais denso, próximo ao corpo físico, estruturando-se assim, as várias camadas, zonas ou envoltórios, dando-lhe continuidade; além disso, ele varia de densidade, de Espírito para Espírito, seja encarnado ou desencarnado, de acordo com seu grau evolutivo, e portanto, de seu padrão vibratório.

Falta unicidade de conceitos, para o termo "duplo etérico", sendo considerado como: uma "cópia etérica" da matéria, uma camada energética, o próprio perispírito ou uma extensão dele, uma de suas "capas", mais próxima ao corpo físico, uma estrutura individualizada, ou ainda, uma emanação áurica. (4) (6) (9) (16) Nas Obras Básicas parece ter sido comentado uma única vez, sem muita relevância. (6)

"O Perispírito preside às manifestações anímico-mediúnicas, desdobra-se durante o transe magnético, sonambúlico e mediúnico, quando então projeta-se na dimensão extra-física, visita colônias espirituais e torna-se, por vezes, visível em lugares distantes" (9) e também tangível.

Como a alma está vinculada ao corpo físico, durante estas projeções mantêm-se a ele ligado por seu laço fluídico ao qual se dá o nome de cordão fluídico ou de prata. Este somente se rompe após a morte, quando se extingue a atividade vital e por conseguinte , a vida.

O perispírito pode irradiar para fora do corpo físico sob a forma de emanações fluídicas na área vizinha ao corpo, mas que ultrapassam os seus limites, "devendo haver energia do próprio fluido vital em expansão", constituindo a nossa "fotosfera psíquica" (10), parecendo emergir do corpo físico na forma de campo ovóide ou aura, que "revela condições de saúde física, estado do Espírito, nível mental e caráter das pessoas.." (11)

"Na realidade, a memória não é mais do que uma modalidade de consciência"(12), mas na literatura espírita encontramos grande controvérsia em relação a sua localização, quer no Espírito encarnado, quer no desencarnado, situando-a ora no Espírito, ora no perispírito.

Estivesse ela permanentemente no perispírito, o que não me parece lógico, ao evoluir o Espírito e mudar de orbe, a perderia totalmente, pois que ele a retira do fluido universal de cada globo descartando-se desse seu "passaporte planetário" e tomando outro, transformar-se-ia assim num Espírito novamente simples e ignorante, retrogradando. Isto não seria possível, pois contrairia a Lei do Progresso e o processo reencarnatório perderia todo o sentido, não passando de uma vivência nulificada.

"Em conseqüência da diminuição de seu estado vibratório, o Espírito, cada vez que toma posse de um corpo novo, de um cérebro virgem de toda a imagem, acha-se na impossibilidade de imprimir as recordações acumuladas das suas vidas precedentes." (12).

"Permanecemos com Delanne quando nos diz que o inconsciente é um território comum da alma e do corpo, confirmando assim que o perispírito é sua sede. (grifo nosso)

(FIG. 2) Kardec diz que: O Espírito tem no perispírito o seu almoxarifado, seu armazém de memórias e aquisições."(10)

Assim, a memória de vivências passadas, ocorridas quando do Espírito encarnado ou na erraticidade está no Espírito, mas ao reencarnar, sitia-se no inconsciente e, portanto, no perispírito, lugar comum entre a alma e o corpo físico.(FIG. 2)

Calcamos as palavras de Jorge Andréa quando diz que "não existe nada mais consciente do que o inconsciente", assim, esta memória do inconsciente atual, de vivências passadas e da nossa missão, entendo-se o termo como os propósitos estabelecidos na espiritualidade, embora estando no inconsciente, nos influenciam e nos fustigam, como aptidões, tendências, instintos e outras experienciações reencarnatórias, constituindo-se assim, nos embates com o consciente, o "VOCÊ DECIDE" do Espírito, no uso pleno do seu livre-arbítrio. (FIG. 2)

"O Espírito é o dono da memória e a coloca à sua disposição onde lhe fica mais conveniente, funcional. Dela não se exonera porque ela esteja arrumada na estante de sua biblioteca. E que ele sendo dono é que a usa." (10)

Durante o sono parcialmente desprendido e gozando da liberdade do corpo físico, ele novamente se lembra, recobrando sua memória, e nós sonhamos, sendo "o sonho o que o Espírito viu durante o sono", (3) e que nos chega, como premonições uns, e outros, na sua grande maioria, com distorções e metáforas.

A aprendizagem não se perde e convenientemente filtrada continuará na consciência para o seu uso constante, sendo dela inalienável. Resgatando seus débitos, resolvendo suas pendências, educando-se e depurando-se assim o Espírito, não há mais necessidade da retenção desse lixo biográfico, de vez que já dele se serviu, para a sua evolução, transformando-se agora no inútil arquivo de contas pagas, memória da qual ele se despoja, mas as aquisições daí advindas, permanecem incorporadas ao Espírito, também definitivamente.

"É nele (no perispírito) que se encontra temporariamente arquivada a memória extra-cerebral." (9) (grifo nosso)

Por vezes têm-se a sensação de ter estado num local antes visto (Déjà-vu) ou porque lá estivemos desdobrados e voltamos fisicamente, ou nos vem como um "escape", porque ali vivemos numa existência anterior ou mesmo, numa terceira hipótese, previamente demos "uma espiada no futuro" e agora vivenciamos o "replay" do acontecimento previsto. Há várias expressões do déjà-vu como algo acontecido, entendido, sentido, ouvido, e vivido." (4)(7)(15)

FLUIDO VITAL

"A força vital impregna, simultaneamente, a partir do primeiro instante da concepção, tanto a matéria como o perispírito. Assim é que este, deixando-se impregnar pelo fluido vital, nele se transfundindo, a ele se unindo intimamente, materializa-se bastante para tornar-se então o suporte, o regulador, dessa própria energia." (10)

O Espírito é o dínamo, o perispírito é o motor e o fluido vital é a carga, a eletricidade animalizada de nossas baterias, responsável pela "manutenção e reparação da matéria viva" (13); cessada a carga, deixa de haver vida e obviamente sobrevem a morte, por esgotamento do fluido vital, mas também pode se dar, embora com sua presença, por falência orgânica súbita, "ficando ele impotente para transmitir o movimento da vida." (9).

A distribuição do fluido vital é variável de ser para ser, de célula para célula, de acordo com a herança repassada pela matriz perispirítica e vinculada a sua boa repartição, a saúde física e psíquica, podendo também se transmitir de um para outro indivíduo.

Corpo Físico

D) CORPO FÍSICO _Centros Vitais. (FIG.3)

Figura 3

Nós, Espíritos encarnados ou desencarnados, vivemos mergulhados no Fluido Cósmico ou Universal, energia que absorvemos pela alimentação, respiração e pelos centros vitais, que agem como acumuladores e distribuidores de energia, transitando por eles os fluidos energéticos, de um para os outros e assim transmitindo- se a todo o organismo.

Do L. E. (3), podemos extrair; " A vista da alma ou do Espírito (...) carece de foco próprio. Se reportam-se ao corpo, este foco lhes parecem estar nos centros onde maior é a atividade vital, principalmente no cérebro, na região do epigastro ou no órgão que consideram o ponto de ligação mais forte, entre o Espírito e o corpo." Neste resumo, quando Kardec se refere aos centros onde maior é a atividade vital e ao ponto de ligação mais forte, entre o Espírito e o corpo, estava falando, segundo podemos deduzir, dos centros vitais ou de força.

"Estes centros energéticos são acumuladores e distribuidores de energia, "estações de força" eletromagnética, "que controlam a aparelhagem fisiológica e psicológica e as reações somáticas que lhes exteriorizam os efeitos de intercâmbio." (14) (FIG. 3)

Localizam-se essas centrais energéticas (centros de força, chackras, chacras, rodas energéticas, vórtices energéticos) no perispírito e vibram sintonizados uns com os outros e são tanto mais vibrantes e brilhantes quanto mais evoluído é o Espírito, sendo responsáveis pela distribuição de energia vital no corpo físico. Para isso, possuindo fortes ligações específicas com todo sistema nervoso e, mais particularmente sobre o sistema nervoso central, glândulas e plexos.

Estão em constante rotação, que é tanto maior quanto mais nobre é a sua função, portanto, os que se localizam na cabeça e que presidem a vida espiritual tem maior rotação do que os que dirigem a vida vegetativa, e que se situam nas partes inferiores do tronco.

A "abertura dos chacras" só pode ser feita pelo Espírito, por seu aperfeiçoamento moral, cujas leis estão impressas na sua consciência. (9)

Alma desequilibrada corresponde a centros vitais desequilibrados, influindo sobre o comando que exercem sobre os órgãos fundamentais da vida, sendo os mais importantes entre aqueles: (FIG. 3)

Centro vital genésico. ( Hipogástrico).

Localiza-se na região hipogástrica e, para nós, é estudado junto com o Básico, dada às semelhantes funções e relacionamentos. Controla a atividade sexual e a ativação dos demais centros vitais. "Dirige o santuário da reprodução e engendra recursos para o perfeito entrosamento dos seres na reconstrução dos ideais de engrandecimento e beleza em que se movimenta a Humanidade,"(14) "guiando a modelagem de novas formas entre os homens ou estabelecimento de estímulos criadores, com vistas ao trabalho, à associação e à realização entre as almas." (15)

Centro vital esplênico. (Mesentérico).

Localiza-se na região esplênica, portanto, à esquerda do abdomen. É responsável pela regulação das reservas sangüíneas, a composição de seus elementos e ainda é vitalizador das defesas orgânicas.

Centro vital gástrico.(Umbilical ou Solar).

Localiza-se no epigastro e é responsável pela absorção de alimentos, seu metabolismo e a liberação de suas respectivas energias; influencia todos os órgãos abdominais, excetuando-se o baço.Centro vital cardíaco.

Localizado na região précordial e é responsável pela atividade pulmonar, cardíaca e circulatória; regula as emoções e os sentimentos.

Centro vital laríngeo.

Localizado na garganta física e preside à fonação, a audição e a respiração e as glândulas tireóide, paratireóide e o timo.

Centro vital frontal (cerebral).

Situado no lobo frontal, governando a córtex cerebral e é responsável pelo controle da inteligência, dos sentidos e das glândulas endócrinas via hipófise.

Centro vital coronário.

Situa-se na parte central do cérebro e é referido como "sede da mente", "santuário da vida", "centro vital regente", denotando sua ascensão sobre os demais centros vitais, sua mais intensa relação com o Espírito, de onde recebe o comando , transferindo-o.

"Responsável pelo processo da razão, da morfologia, do metabolismo geral, da estabilidade emocional e funcional da alma no caminho evolutivo." (14)

O centro coronário liga-se à Epífise ou glândula Pineal e tem nela seu substrato anátomo-fisiológico, cujo hormônio é a melatonina, cuja secreção aumenta no escuro. É a "glândula da vida espiritual". Está localizada na zona central do cérebro.

Sob o ponto de vista médico seria uma glândula vestigial e responsável "pela regulação de crescimento, do desenvolvimento da altura e do peso, do aparelho sexual e do desenvolvimento piloso." (16) Pouco se evolui no conhecimento de sua fisiologia, mas teria influência em toda a cadeia glandular via hipotálamo. (19)

André Luiz lhe dá novas dimensões (17), quais sejam:

1) É a glândula da vida mental; acorda as forças criadoras e é o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre;

2) É igualmente responsável pela recapitulação da sexualidade da criatura, examinando o inventário de suas paixões vividas em outra época, que aparecem sobre fortes impulsões.

3) Preside os fenômenos nervosos da emotividade.

4) Segrega "unidades-força", que vão atuar de maneira positiva nas energias geradoras.

5) Conserva ascendência sobre todo o sistema endócrino ("glândula mestra").

6) Comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade.

O organismo para o seu funcionamento, exige consumo de energia. Essa energia é obtida através de reações metabólicas, ocorridas sobre a matéria assimilada durante o processo de nutrição.

As mitocôndrios são as centrais energéticas das células, "desenvolvendo importantes atividades nos processos metabólicos celulares, pois a elas cabe a função de reprocessar a energia contida nas moléculas dos compostos orgânicos obtidos pela alimentação, transferindo o acúmulo energético à outras moléculas especializadas para armazenamento e liberação rápida de energia, representados principalmente pelo ATP (trifosfato de adenosina). As mitocôndrios são produtoras de moléculas de ATP." (20)

"Através dos bióforos ou unidades de força psicossomática que atuam no citoplasma, o espírito encarnado imprime suas características evolutivas a todas as células do corpo físico. Compete a Epífise executar essa tarefa de sintonia, projetando sobre as células e consequentemente sobre o corpo, os estados da mente, que estará enobrecendo ou agravando a própria situação de acordo com a escolha do bem ou do mal." (15) (18)

A ação do Espírito será exercida segundo a seqüência;

ESPÍRITO-PERISPÍRITO-FLUIDO VITAL-CORPO FÍSICO (Epífise-Célula-Bióforo-Mitocôndrio) do que resultará acúmulo ou dispersão de energia.

Portanto todas as estruturas do corpo físico, representadas por sistemas, aparelhos, órgãos e células, enfim todo o organismo tem sua representatividade no perispírito, modelo organizador biológico, sob a direção do Espírito que é o comandante de todas as suas ações .

O corpo humano "é um universo em miniatura" (21) é uma máquina pensante, obra idealizada pelo nosso Criador, e cada vez que a ciência vai desvendando seus mistérios e estreitando seus laços com o microcosmos, assim também como com o macrocosmos, também vai descortinando a presença de Deus.

Ele nos criou Espíritos simples, ignorantes e imortais, para que sejamos Espíritos perfeitos, por nossos próprios méritos. Para isso, com sua bondade, justiça e misericórdia, nosso Criador não nos pune, nos dando sempre oportunidades. Essa é, exatamente agora, uma nova oportunidade, que temos como Espíritos encarnados, para que com o tesouro de nossas aquisições e a propulsão dos nossos propósitos, possamos comandar, com a fisiologia da alma o nosso corpo físico, "empréstimo divino" e orientados pelo "mapa da regeneração", nos direcionarmos para a perfeição, estabelecida como meta infinita, por esta Força Poderosa que a tudo determina, e dentro deste prisma seremos todos, não o que queremos, mas o que precisamos e teremos que ser.

Nosso mestre Jesus nos trouxe essa diretriz, no seu Evangelho:

-"SEDE PERFEITOS."

Façamos do nosso corpo, o veículo de nossa regeneração; a estrada é longa, não tardemos no caminho.

" (...) Agora homem que sou, pelo foro Divino, vivo de corpo em corpo a forjar meu destino, que me leve a transpor o clarão das estrelas!..."

(Chico Xavier; pelo Espírito Adelino Fontoura).(22)

(Artigo originalmente publicado na edição de outubro de 2000 da Revista Internacional de Espiritismo)

BIBLIOGRAFIA


(1) FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda_Dicionário da Língua Portuguesa. 3ª ed.: Nova Fronteira, 1993, pg. 253.

(2) NASCENTES, Antenor_Dicionário Etmológico da Língua Portuguesa. 1ª ed., 1955. pg. 217.

(3) KARDEC, Allan._O Livro dos Espíritos.68ªed. FEB, 1987, pg. 82, 83, 104, 167, 223, 241, 257.

(4) SANTOS, Jorge Andréa dos_Enfoques Científicos da Doutrina Espírita. 2ª ed. Soc. Espírita F. V. Lorenz, 1991, pg. 38, 41, 159.

(5) SCHUTEL, Caibar_Matéria, Fluido Vital e Espírito. Revista Internacional de Espiritismo, Nov. 1998, pg 439.

(6) KARDEC, Allan_O Livro dos Médiuns. 49 ª ed., FEB, 1982, pg. 109, 159.

(7) MIRANDA, Hermínio C._Diversidade dos Carismas. 3ª ed. Publicações Lachâtre. Vol. I, 1995, pg. 242, 303 .

(8) DENIS, Léon, Depois da Morte. 18ª ed., FEB, 1994, pg. 208.

(9) COSTA, Vitor Ronaldo_Mediunidade e Medicina 1ª ed.,Casa Editora O Clarim,. 1996, pg.37, 40, 42. Abertura dos Chacras, Revista Internacional de Espiritismo, nov. 1999, pg.445.

(10) ROCHA, Alberto de Souza_Além da Matéria Densa. 1ª ed. Editora Espírita Correio Fraterno, 1997, pg. 40,41,42,106,214.

(11) MIRANDA, Hermínio C._Reencarnação e Imortalidade. 4ª ed., FEB, 1991, pg. 132.(12) DENIS, Léon_O Problema do Ser, do Destino e da Dor. 4ª ed. FEB, 1936, pg. 205.

(13) CARVALHO, Helena M. C.C._Perispírito e Princípio Vital. 2ª ed. Editora LAKE, 1994, pg.3.

(14) DELLANE, Gabriel_A Evolução Anímica. 7ª ed., FEB, 1992, pg. 175, 192.

(15) FRANCO, Divaldo., pelo Espírito Joana de Ângelis. Estudos Espíritas. 6ª ed. FEB, 1995 , pg.42, 43: Dias Gloriosos. 2ª ed. Liv. Esp. Alvorada Editora, 2000, pg. 192.

(16) XAVIER, Francisco C. e VIEIRA, Waldo, pelo Espírito André Luiz_Evolução em Dois Mundos. 14ª ed., FEB, 1995, pg.27, 59 e 63.

(17) TESTUT, L. e LATARJET A._ Anatomia Humana, 1954, Salvat Editores S.A., vol. II, pg. 1077. (18) XAVIER, Francisco C., pelo Espírito André Luiz_Missionários da Luz. 28ª ed. FEB, 1997, pg. 18-24, 218.(19) NOBRE, Marlene Rossi S.N._ As Enfermidades e suas Relações com o Comportamento Moral. Associação Médico-Espírita de S. Paulo, jul. 1986, pg. 101-116.

(20) SOARES, José Luís_ Biologia. Ed. Scipione, 1997, pg. 52, 155.

(21) ARMOND, Edgar_ Passes e Radiações, Ed. Aliança, 1998, pg. 47.

(22) FERREIRA, Umberto_Revista Espírita Allan Kardec, 1999, pg. 20.

(23) MELO, Jacob _ O Passe. 8ª ed. FEB, 1996.

(24) CARVALHO, Helena M. C.C._Perispírito e Princípio Vital. 2ª ed. Editora LAKE, 1994.

(25) MEIRA, Rubens P. _ O Perispírito. 1ª ed. Editora Brasbiblos.!986.

(26) GURGEL, Luiz Carlos de M._ O Passe Espírita. 2ª ed. FEB, 1991.

(27) JORGE, José_Antologia do Perispírito. 5ª ed. Ed. CELD,1997.

Fonte: http://www.terraespiritual.locaweb.com.br/espiritismo/artigo201.html:

Obrigado pela visita, e volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Soul II Soul - Keep On Movin' (Full Version)

De: TiaTea73


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Buddha Shakyamuni



Mantra

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Portal A Wikipédia possui o
Portal do Budismo

Mantra (do sânscrito Man mente e Tra alavanca) é uma sílaba ou poema religioso normalmente em sânscrito. Os mantras originaram do hinduísmo, porém são utilizados também no budismo e jainismo.

Os mantras são entoados como orações, repetidos como as do cristianismo. Contudo, diferentemente do cristianismo, não constituem propriamente um diálogo com Deus. O budismo mahayana do Tibete usa mantras em tibetano, o zen-budismo do Japão os usa em japonês. John Blofeld encontrou em Hong Kong no começo do século XX mantras cuja língua ninguém sabia identificar, e que pareciam uma alteração de um original sânscrito.

Mecanismo de funcionamento

Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar porque os mantras produzem os efeitos esperados. Blofeld, que estudou por dentro as culturas indiana e chinesa, notou que não é necessário saber o significado das palavras ditas.

Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa. Blofeld observou que não importa a correção da pronúncia: encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.

Outra explicação seria a mesma usada para o efeito dos mudras: um gesto repetido por tantas pessoas durante tantos séculos que criou um tipo de caminho energético - que podemos chamar de marca no akasha, ou no inconsciente coletivo - que é rapidamente seguido pela psique da pessoa que o executa.

Alguns mantras comuns

  • Om namah Shivaya (sânscrito)
  • Om mani padme hum (sânscrito)
  • Om namo bhagavate vasudevaya (do sânscrito)
  • Om tare tütare ture soha (tibetano)
  • Om tare tam soha (tibetano)
  • Nam myoho rengue kyo ( Saddharma-pundarika Sutra em sânscrito)
  • Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare (sânscrito)..

O Maha Mantra

A vibração transcendental estabelecida pelo canto do Maha Mantra Hare Krishna permite a purificação gradual dos corpos materiais, do mais denso ao mais sutil, e restabelece a consciência no seu estado original de sat cit ananda - eternidade, conhecimento e bem-aventurança.

O Kalishantarana Upanishads, recomenda de forma acertada que cantemos:

Naradah punan prapaccha tannama kimiti sa hovaca hiranyagarbah:

hare rama hare rama rama rama hare hare hare krsna hare krsna krsna krsna hare hare

isti sodashkam namnam kalikalmasanasanam annatah parataropayah sarvavedesu drisyate sodasakalavritasya jivasyavaranaviasanam tatah prakasate param-brahma meghapaye raviasmimandaliveti (2)

Como vemos, primeiramente vem Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare e depois, Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare.

No Yoga e outros Darshanas

No Sanatana Dharma e nos seus principais Darshanas, (no Yoga chama-se Japa-Yoga ou Mantra-Yoga), o Mantra exerce importãncia singular por dois grandes motivos, primeiramente, por tratar-se de Angas, partes ou seqüências dos hinos dos livros sagrados (Vedas ou derivações autorizadas dos Mesmos, como os Upanishads), e também por se tratar de instruções na forma de palavras ditadas diretamente pelos Rishis ou sábios, ou devido aos Lilas do Senhor (ditados diretamente por Ele ou por seus emissários), e, em segundo, por tratar-se da personificação do Nome ou Nama do Senhor Supremo ou Brahman em Si mesmo, na forma escrita e articulada sonoramente. Os Mantras devem tão somente ser emitidos sob a restrita autorização do Guru ou Mestre Espiritual, de acordo com a forma que Este orientar. No mais das vezes, os Mantras são articulados na forma de Japa, ou repetição curta, com o uso de um Mala com 108 contas. Este processo pode ser em três níveis, a saber: sussurado, cantado ou mentalmente. Quanto mais desenvolvida a concentração do 'Sadhaka' (praticante), maior será a sua capacidade de mantralização na forma mental ou Manasika-Mantra. Há um processo chamado Ajapa-japa, que é a repetição de determinados Mantras conforme a respiração ou Pranayama. O praticante deverá ter a devida reverência ou vênia espiritual para com o seu Guru, a Sampradaya ou família espiritual da qual Ele pertence, e jamais pensar que Nama (nome) e Rupa (forma) são distintos do Senhor em Si mesmo. Por conseguinte, um pretendente não deverá cantar Mantras sem a devia autorização do seu Mestre Espiritual, porque é mais danoso uma prática sem orientação do que nenhuma prática. Assim diz a tradição de Sadhu-Guru e Sastra (conforme a sabedoria dos mestres nas Escrituras). Hari Om Tat Sat

Fonte: [Japa-Yoga] de Swami Sivananda -

Swami Krsnapriyananda Saraswati

Ver também

Ligações externas



Obrigado pela visita, e volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

VJ por um Dia. Minha seleção.

A você que visita este espaço, meu muito obrigado. Cuide de suas emoções, cuide de sua auto-estima.

De:
PayPuh
Nate Dogg ft. Daz Dillinger - These Days(1997)


De: crazyshy84
Keith Sweat - Nobody (1996)


De: coljaz
Shirley Jones - Breaking Up (1986)


De: seppydude
Luther VanDross - A House is not a Home (Live 1988)



Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

domingo, 19 de outubro de 2008

Zapp & Roger - Computer Love

De: DueOrDie


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Where Is The Love - Roberta Flack & Donny Hathaway



Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Delegation - I Wantcha' Back

De: waxwarrior03
funk 80s groove disco soul 1981 band jam delegation wantcha back

Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

D-Nice They Call Me D-Nice

De: snype


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

The D.O.C. - The Formula (Official Video)

De: Muthaphuckka


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Outkast - Ms. Jackson

De: Textmovie


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Coolio- Gangster's Paradise

De: MR2Ricky


Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

2Pac - California Love

De: bgjoker

Obrigado pela visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

sábado, 18 de outubro de 2008

Cultura Racional


Cultura Racional

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
A Cultura Racional é uma ideologia que faz asserções sobre temas relacionados à metafísica e à ética, que tem seus fundamentos centrados numa coletânea de 1006 livros no total, chamada Universo em Desencanto.

Origens


A Cultura Racional foi fundada por Manoel Jacintho Coelho, considerado pela Cultura Racional como o Racional Superior da Terra, na cidade do Rio de Janeiro, em 1935, no bairro do Méier, no centro espírita Tenda Espírita Francisco de Assis. Embora fundada naquele ano, somente passou a ser divulgada a partir de 1970. Segundo conta o livro, o fundador recebeu uma ordem de fechar o centro espírita porque havia chegado ao mundo uma nova era, chamada Fase Racional, a fase do desenvolvimento do raciocínio, localizado na glândula pineal.
Segundo o movimento, o raciocínio desenvolvido com a Imunização Racional é algo completamente diferente do pensamento lógico (usualmente considerado como raciocínio) pois este não limita-se a uma operação lógica discursiva. O raciocínio desenvolvido através da Imunização Racional representa o perfeito equilíbrio entre lógica e emoção, funcionando como um ponto orientador do ser humano, libertando-o de angústias, tristezas, energias negativas e os mais diversos males. [1]

Elementos da cultura


Segundo seus seguidores, a Cultura Racional é "a cultura do desenvolvimento do raciocínio, do mundo que deu origem a este em que habitamos, por isso não é seita ou doutrina, nem tampouco é ciência, filosofia, nem espiritismo. E também não precisa de igreja, sinagoga, mesquita ou casa de pregação. Esta cultura não ataca, não ofende, não humilha, é a favor de todos. Interessa a toda a humanidade, pois é o conhecimento de onde viemos e para onde vamos, como viemos e como vamos, por que viemos e por que vamos".
A Cultura Racional teoriza, sobre a origem do universo, que os seres chamados de habitantes do Mundo Racional (corpos de energia pura, limpa e perfeita) estavam na Planície Racional e viviam em harmonia, até que alguns resolveram experimentar uma parte da Planície a qual não estava pronta para entrar em progresso, o que acarretou um processo de degeneração. Nesse processo, começou a ocorrer perda de virtudes (energia com poder de animação e criação) e assim todos foram descendo, uns mais outros menos, até que fosse formado o Universo. Sendo assim, segundo essa teoria, a missão do animal Racional (ser humano) seria a de retornar ao seu estado original de equilíbrio, pureza e perfeição, se aperfeiçoando através de uma progressão, baseada nos seguintes conceitos [2] :
A formação dos corpos aí na Terra é derivada de sete sementes, e estas sementes em partículas, vinculadas à força dos seguintes lugares: sol, lua, estrelas, água, terra, animais e vegetais. Os corpos dependem, direta ou indiretamente, da força das partículas desses sete seres que, reunidas, formam o corpo humano.
Devido o Universo ser produto de uma energia primordial (Energia Racional) que degradou-se em outras duas forças (fluido elétrico e magnético), todos os seres estão, em menor ou maior grau, interligados entre si.
Através das transformações e progressos inerentes a natureza, o mundo chegou em um período propício a religação total com essa energia primordial. Através do estímulo da célula Racional (localizada na glândula pineal) há a religação com a Energia Racional, o que recupera as virtudes que se deformaram nas sete sementes. Com isso, o corpo e a mente desligam-se do estado degradado, voltando a ser puro, limpo e perfeito.
A esse processo dá-se o nome de Imunização Racional.

Críticas


Dentre as críticas que são feitas à Cultura Racional está o fato de ela ignorar estudos científicos e filosóficos de milênios, ao trazer respostas prontas para perguntas amplamente discutidas nessas áreas, para as quais ainda não há consenso.

Referências


COELHO, Manoel Jacintho. Universo em Desencanto: Imunização Racional, 1º Vol. Réplica 1º ed. Ed. Gráfica Racional, Belford Roxo, RJ, s.d. Pp. 92.
COELHO, Manoel Jacintho. Universo em Desencanto: Imunização Racional, 1º Vol. Obra 1º ed. Ed. M. Jacintho Coelho, Belford Roxo, RJ, s.d. Pp. 95

Ligações externas



Obrigado pela visita, e volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Rodrigo Jungmann sobre o antissemitismo islâmico.

Obrigado pela visita, volte sempre.