sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Especial Zapp e Roger.


Zapp (também conhecida como Zapp Band ou Zapp and Roger) foi uma banda americana de soul e funk, formada em 1978 pelos irmãos Roger Troutman, Larry Troutman, Lester Troutman, Tony Troutman e Terry "Zapp" Troutman. Tornaram-se conhecidos na época por hits como "More Bounce to the Ounce", "Dance Floor" e "Computer Love", e foram a inspiração para diversos grupos de G-funk e hip hop, especialmente em sua variante da costa oeste norte-americana, que utilizaram-se das batidas tradicionalmente marcadas com palmas que caracterizavam o estilo de funk da banda, e do uso notável feito por Roger de sua talk box.

História

Formado pelos irmãos Roger, Lester, Larry, e Tony Troutman, cresceram em Hamilton, (Ohio - EUA), influenciados principalmente por bandas como Ohio Players e Parliament, entre outros. Tony foi o pioneiro a iniciar-se na vida artística. Unido com seus irmãos Roger nos vocais e violão, Lester na bateria e Larry na percussão montou o Zapp. O grupo contou ainda com os vocalistas Bobby Glover e Jannetta Boyce, tecladistas Greg Jackson e Sherman Fleetwood e ainda com Eddie Barber, Jerome Derrickson e Mike Warren.

A banda estourou rapidamente e o próprio Bootsy Collins foi contratado para trabalhar com o grupo no primeiro álbum do grupo. Lançado em 1980, alcançando rapidamente o Top 20 daquele ano. Roger trabalhou também com Funkadelic de George Clinton no disco The Electric Spanking of War Babies e lançou seu primeiro álbum solo: The Many Facets of Roger. Seu primeiro grande hit "I Heard It Through the Grapevine", também usando Talk Box no vocal, ganhou disco de ouro.

Zapp II, lançado em 1982, provou da mesma maneira o sucesso do primeiro álbum do grupo. O grande hit deste álbum foi Dance Floor.

Zapp III, lançado em 1983, só alcançou os Top 40 na parada americana, e o segundo álbum de solo de Roger, The Saga Continues, também foi uma decepção, entretanto a versão dele de "Midnight Hour" foi bem aceita.

O “Zapp IV New U” foi ligeiramente melhor em seu lançamento (1985), graças novamente a característica do grupo: talk Box no vocal, mas em 1987, o terceiro álbum solo de Roger, Unlimited!, ainda caracterizou o golpe maior do grupo, "I Want to Be Your Man", que foi um estouro nas paradas R&B.

Embora os hits do Roger e do Zapp freqüentassem constantemente as paradas de sucesso na década de 80, a unidade do grupo foi rompida efetivamente em 1991, quando Roger lançou seu LP Bridging the Gap. Roger continuou produzindo e cantando com outros artistas, e foi ele que fez a talk Box de Dr. Dre & 2Pac, Top 10 em 1996 no single "California Love". O álbum 1993, Roger & Zapp collection All the Greatest Hits vendeu bem, e o grupo ganhou seu primeiro disco de platina.

A história do Zapp terminou em tragédia no dia 25 de abril de 1999, quando Roger foi assassinado por Larry que se suicidou em seguida.

Nos anos 80, a banda Zapp revolucionou a música com o uso do talk Box em seus vocais, marca registrada da banda. O talk Box era um sistema eletrônico acoplado a uma mangueira pelo qual o vocalista cantava. Esse recurso eletrônico alterava a voz que passava pelo teclado de Roger.

O Famoso Talk Box é uma caixinha com uma mangueira, era o equipamento responsável por aquela voz distorcida, que fez a banda Zapp famosa mundialmente. Mas não foram eles que inventaram esse recurso. Na verdade, esse equipamento foi desenvolvido para ser um pedal para guitarras. O músico de rock Peter Frampton desenvolveu a técnica, colocando a mangueira na boca e falando através dela. O som ia até a talk Box e depois para sua guitarra, que transformava, produzindo algo até então inédito. A primeira música gravada por Frampton com esse recurso chama-se Show me the way. No final dos anos 70, Roger Troutman (Zapp) começou a fazer experiências com o equipamento, conectando-o a um vocoder e gravou várias músicas com ele nos discos de sua banda da época, chamada Human Body. As músicas da Human Body já apresentavam os ingredientes que fariam sucesso posteriormente, com o Zapp.

Como a voz é o elemento principal para a mágica da talk Box acontecer, ninguém consegue produzir um resultado final igual ao de outro músico. O som produzido é bem singular e carrega a marca registrada de quem o produziu.

Discografia

  • Zapp (1980)
  • Zapp II (1982)
  • Zapp III (1983)
  • The New Zapp IV U (1985)
  • Zapp Vibe (1989)
  • Zapp & Roger: All The Greatest Hits (1993)
  • Roger & Zapp: Greatest Hits Vol. 2 & More (1996)
  • Zapp VI: Back by Popular Demand (2002)

Ligações externas


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Roger Troutman & Zapp Live DC 1989 Pt. 1


Roger Troutman & Zapp Live DC 1989 Pt. 2


Roger Troutman & Zapp Live DC 1989 Pt. 3


Roger Troutman & Zapp Live DC 1989 Pt. 4


Fonte dos vídeos: http://br.youtube.com/user/NuDelic

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Especial Tim Maia.


Tim Maia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Tim Maia

Informação geral
Nome completo Sebastião Rodrigues Maia
Data de nascimento 28 de setembro de 1942
Apelido
Origem Rio de Janeiro, RJ
País Brasil Brasil
Data de morte 15 de Março de 1998 (55 anos)
Gêneros MPB,Soul
Ocupação {{{ocupação}}}
Instrumentos
Instrumentos notáveis {{{instrumentos_notáveis}}}
Tipo vocal {{{tipo_vocal}}}
Período em atividade cantor e compositor
Outras ocupações {{{outras ocupações}}}
Gravadoras
Afiliações
Influências {{{influências}}}
Sítio oficial Tim Maia
Integrantes
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Ex-integrantes
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Tim Maia, nascido Sebastião Rodrigues Maia (Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942Niterói, 15 de março de 1998) foi um cantor e músico brasileiro. Alcançou o sucesso a partir da década de 1970 e tornou-se um dos mais influentes cantores brasileiros. Morreu vítima de uma infecção generalizada, após a tentativa de um show em condições de saúde debilitada.

Carreira

Primeiros anos

Nascido no Bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, na Rua Afonso Pena 24, começou a compor melodias ainda criança e já surpreendia a numerosa família, era o penúltimo de 19 irmãos.

Destacou-se pelo pioneirismo em trazer para a MPB o estilo soul de cantar. Com a voz grave e carregada, tornou-se um dos grandes nomes da música brasileira, conquistando grande vendagem e consagrando sucessos, lembrados até hoje, e que influenciaram o sobrinho, o cantor Ed Motta.

Pai da soul music brasileira, Tim Maia começou na música tocando bateria num grupo Tijucanos do Ritmo, formado na Igreja dos Capuchinhos próxima a sua casa, passando logo para o violão. Em 1957, fundou o Grupo vocal Os Sputniks, do qual participaram Roberto Carlos, Arlênio Silva, Edson Trindade e Wellington, ao contrário do que muitos pensam Erasmo Carlos nunca fez parte do grupo; Erasmo fez parte do The Snakes, grupo que acompanhava tanto Roberto quanto Tim após o fim do The Sputniks. Em 1959, foi para os Estados Unidos, onde estudou inglês e entrou em contato com a soul music, chegando a participar de um Grupo vocal, o The Ideals. No entanto 4 anos mais tarde viria a ser deportado de volta para o Brasil. Em 1969, foi chamado para gravar em dueto com Elis Regina a sua composição "These Are The Songs" no disco da cantora.

Seu primeiro trabalho solo foi um compacto pela CBS em 1968, que trazia as músicas "Meu país" e "Sentimento" (ambas de sua autoria, como todas as músicas sem indicação de autor). Sua carreira no Brasil fortaleceu-se a partir de 1969, quando gravou um compacto simples pela Fermata com "These are the Songs" (regravada no ano seguinte por Elis Regina em duo com ele, e incluída no LP Em pleno verão, de Elis) e "What Do You Want to Bet".

Anos 70

Em 1970 gravou seu primeiro LP, "Tim Maia", na Polygram, por indicação da banda "Os Mutantes", que permaneceu em primeiro lugar no Rio de Janeiro por 24 semanas. Neste disco, obteve sucesso com as faixas "Azul da cor do mar", "Coronel Antônio Bento" (Luís Wanderley e João do Vale), "Primavera" (Cassiano) e "Eu Amo Você". Até Elis Regina, reconhecendo o talentoinglês, "These are the songs", no disco "Em pleno verão", de 1970. de Tim, gravou uma de suas composições em

Nos três anos seguintes, pela mesma gravadora, lançou os discos Tim Maia volume II, tornando-se cada vez mais famoso com canções como a dançante "Não Quero Dinheiro (Só quero amar)", na era Disco; Tim Maia volume III e Tim Maia volume IV, no qual se destacaram "Gostava tanto de você" (Edson Trindade) e "Réu confesso". Em 1975 gravou os LPs Tim Maia racional vol. 1 e vol. 2. Em 1978 gravou para a Warner Tim Maia Disco Club, com um de seus maiores sucessos, "Sossego".

Foi regravado por vários artistas, como Kid Abelha, Viper, Lulu Santos e Paralamas do Sucesso e recebeu até homenagens por parte de artistas do porte de Caetano Veloso e Jorge Ben JorW/Brasil). (

Fase racional (1975-1976)

Na década de 70 entrou em contato com a ideologia Cultura Racional, liderada por Manuel Jacinto Coelho, um "guru" da ufologia, quando lançou, (1975), os álbuns Tim Maia Racional, volumes 1 e 2 pelo selo Seroma (palavra "amores" ao contrário e abreviação do próprio nome "Sebastião Rodrigues Maia").

São considerados por muitos os melhores de Tim Maia, com grandes influências de funk e soul e pelo fato de que nesta época Tim Maia manteve-se afastado dos vícios, o que refletiu na qualidade de sua voz.

Desiludido com a ideologia, percebeu que o “mestre espiritual” Manuel não correspondeu ao ideal de um mestre. O cantor, revoltado, tirou de circulação os álbuns, tendo virado item de colecionadores, devido à raridade. Deste disco existem várias pérolas, uma das quais é Imunização Racional.

Já nos anos 2000 foram descobertas novas músicas pertencentes à "fase racional", no que foi intitulado de verdadeiro "racional 3", podendo-se mencionar as faixas: "You Gotta Be Rational", "Escrituração Racional", "Brasil Racional", "Universo em Desencanto Disco", "O Grão Mestre Varonil", "Do Nada ao Tudo" e "Minha Felicidade Racional", disponibilizadas apenas na Internet.

Após o término de sua fase racional, Tim voltou a seu antigo estilo de música e vida e mais sucessos se seguiram: "Sossego" (do LP "Tim Maia Disco Club", de 1978), "Descobridor dos Sete Mares" (faixa-título do LP de 1983, que também trouxe "Me Dê Motivo") e "Do Leme ao Pontal" (de "Tim Maia", 1986).

Anos 80

Lançou em 1983 o LP "O Descobridor dos Sete Mares", com destaque para a canção-título "O Descobridor dos Sete Mares" (Michel e Gilson Mendonça) e para Música "Me dê Motivo" (Michael Sullivan/Paulo Massadas) um dos seus maiores sucessos. Em 1985, gravou Um Dia de Domingo, também de Sullivan e Massadas, num dueto com Gal Costa, obtendo grande sucesso. Outro disco importante da década de 1980 foi "Tim Maia" (1986), que trazia o hit "Do Leme ao Pontal". Artista com histórico de problemas com as gravadoras, na década de 1970 fundou seu próprio selo, primeiramente "Seroma" e depois "Vitória Regia". Por ele, lançou em 1990 "Tim Maia interpreta clássicos da bossa nova", e mais tarde "Voltou a clarear" e "Nova era glacial". Em 1988, venceu o Prêmio Sharp de música na categoria "Melhor Cantor".

Anos 90

Descontente com as gravadoras, Tim Maia retomou a idéia da editora Seroma e da gravadora Vitória Régia Discos, pela qual passou a fazer seus lançamentos. Regravado por artistas do pop (Paralamas do Sucesso, Marisa Monte), Tim retribuiu a homenagem gravando "Como Uma Onda", de Lulu Santos e Nelson Motta, que foi grande sucesso nos anos 90, juntamente com seu álbum ao vivo, de 1992. De Jorge Ben Jor, ganharia o apelido de "o síndico do Brasil", na música "W/Brasil". Ao longo da década, Tim gravaria discos de bossa nova (um deles com Os Cariocas) e de versões clássicos do pop e do soul ("What a Wonderful World").

Em 1993, dois acontecimentos reimpulsionaram a carreira: a citação feita por Jorge Ben Jor na canção "W/Brasil" e uma regravação que fez de "Como uma onda" (Lulu Santos e Nelson Motta) para um comercial de televisão, de grande sucesso e incluída no CD "Tim Maia", do mesmo ano. Assim, aumentou muito a produtividade nesta década, gravando mais de um disco por ano com grande versatilidade: o repertório passou a abranger bossa nova, canções românticas,funks e souls. Também teve muitas composições regravadas por artistas da nova geração, como Paralamas do Sucesso, Marisa Monte e Skank.

Em 1996 lançou dois CDs ao mesmo tempo: "Amigo do rei", juntamente com Os Cariocas, e "What a Wonderful World", com recriações de standards do Soul e do Pop norte-americanos dos anos de 1950 a 1970. Em 1997 lançou mais três CDs, perfazendo 32 discos em 28 anos de carreira. Nesse mesmo ano fez uma nova viagem aos Estados Unidos.

Vida pessoal

Teve graves problemas com vícios. Chegava a beber três garrafas de uísque por dia, além do uso de maconha e cocaína. Colecionou desafetos e processos trabalhistas -- de músicos contra ele e dele contra gravadoras --, além de renegar publicamente antigas amizades, ameaçar críticos e faltar a espetáculos. Exemplo disso foi o atraso de três horas para um show no clube Noites Cariocas; isto porque Tim desejou receber o cachê em espécie para cantar, e, mesmo após ter seu desejo atendido, recusou-se a pegar o bondinho por medo de altura. Passou anos sem se apresentar na Rede Globo e acusava o executivo da emissora, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, de ser o culpado pelo boicote. Outro conhecido inimigo ele denominava ETA, "Exploradores do Talento Alheio", formado por empresários e donos de casas de espetáculos.

Viveu nos Estados Unidos entre 1959 e 1963, até ser preso por posse de drogas, sendo em seguida deportado. No final de sua vida sofreu com problemas relacionados a obesidade, diabetes e problemas respiratórios.

Durante a gravação de um espetáculo para a TV no Teatro Municipal na cidade de Niterói, no dia 3 de março de 1998, Tim tentou cantar, mesmo sabendo de sua má condição de saúde. Não conseguiu e retirou-se sem dar explicações; terminou sendo levado para o hospital numa ambulância, vindo a falecer em 15 de Março em Niterói, após internação hospitalar devido a uma infecção generalizada. No ano seguinte, seria homenageado por vários artistas da MPB num show tributo, que se transformou em disco, especial de TV e vídeo.

Em janeiro de 2001, em uma homenagem inusitada, o guitarrista Robin Finck do Guns N' Rosesrocker de seu sucesso Sossego, durante a apresentação da banda no Rock In Rio III. tocou uma versão

Entre tantas homenagens de qualidade já feitas a ele a mais recente foi no dia 14 de dezembro de 2007, a Rede Globo homenageou Tim no especial Por Toda a Minha Vida.

Discografia

Estúdio

Ano Título Formato
1970 Tim Maia LP e CD
1971 Tim Maia LP e CD
1972 Tim Maia LP e CD
1973 Tim Maia LP e CD
1975 Tim Maia Racional LP e CD
1976 Tim Maia LP e CD
1976 Tim Maia Racional Vol. 2 LP e CD
1977 Tim Maia LP
1978 Tim Maia Disco Club LP
1978 Tim Maia LP e CD
1979 Reencontro LP
1980 Tim Maia LP e CD
1982 Nuvens LP e CD
1983 O Descobridor dos Sete Mares LP e CD
1984 Sufocante LP e CD
1985 Tim Maia LP e CD
1986 Tim Maia LP e CD
1987 Somos América LP e CD
1988 Carinhos LP e CD
1990 Dance bem CD
1990 Tim Maia interpreta Clássicos da Bossa Nova LP e CD
1993 Romantico CD
1994 Voltou Clarear CD
1995 Nova Era Glacial CD
1997 Pro Meu Grande Amor CD
1997 Sorriso de Criança CD
1997 What a Wonderful World CD
1997 Amigos do rei - Tim Maia e os Cariocas CD
1997 Só Você - Para Ouvir e Dançar CD

Ao Vivo

Ano Título Formato
1992 Tim Maia ao Vivo CD
1998 Tim Maia ao Vivo II CD

Frases célebres

"Este país não pode dar certo. Aqui prostituta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita"

"Dizem que maconha vicia. Eu acho que é mentira. Tem um amigo meu que fuma há 25 anos e até hoje não é viciado"

"Eu não agüento mais a imprensa. Ela está mais preta do que marrom. Todo jornalista gostaria de ser artista, todo redator é aquele que não conseguiu ser escritor e todo mundo quer ser cantor"

"Não saio com mulheres famosas pois não pago acima da tabela"

"Se não fosse obrigado, não andaria de jeito nenhum de avião. Antigamente, eu tomava uns goles para enfrentar. Teve vôo em que, se deixassem, eu até pilotava o avião"

"Eu poderia ser ministro da Cultura, e não esses que andam por aí. Sou um músico que conhece a realidade. Eu já comi churrasquinho de gato, tomando ácido com Ki-Suco"

"O FHC seria um ótimo ministro das Comunicações, da Educação. Mas não tem experiência física nem psicológica nem espiritual para ser presidente"

"Eu sou o bispo Tim Maia e tenho meus adeptos. Chamo os ‘doidões’ para o Circo Voador e faço o meu show"

"Não fumo, não bebo e não cheiro, mas às vezes minto um pouquinho"

"Qualquer experiência religiosa é prejudicial ao ser humano. E qualquer experiência de extravaso é benéfica ao ser humano"

"Todo brasileiro deveria ter acesso a lagostas grelhadas"

"Se eu pudesse, só cantava. Quando eu páro de cantar, faço besteira"

"Quando me sinto solitário, contrato prostitutas para passar a noite e nem toco nelas"

"Com duas garrafas de uísque, canto até de manhã"

"Michael Jackson é um corruptor de menores sem-vergonha"

"Maconha não chega a ser nem um entorpecente, é um estupeficante"

"Tudo é tudo e nada é nada"

"O Brasil é uma terra de mestiço pirado querendo ser puro-sangue"

"Passou de branco, preto é. Não existe este negócio de mulato. Mulato pra mim é cor de mula".

"Gosto de cantar com sentimentos. Se você não transmitir sentimento, não atinge ninguém".

"Gostaria de subir em luz"

"É só começar a fazer songbook que o cara falece. Esse negócio de biografia também é um pé na cova."

"A demagogia é a pior das mentiras, porque é uma mentira mentirosa."

"O mundo só será bom no dia que todo o dinheiro acabar. Mas que não me falte nenhum enquanto isso não acontece."

"É engraçado. Às vezes, a gente fica pensado que está amando, que está sendo amado, e que encontrou tudo que a vida poderia oferecer. Em cima disso, a gente constrói nossos sonhos, nossos castelos e cria um mundo de encanto, onde tudo é belo. Até que a mulher que a gente ama vacila e põe tudo a perder."

"Os meus cachorros são os meus melhores amigos"

"Tá todo mundo à vontade aí? Porque nós aqui já estamos!" (proferida na estréia do seu show ‘O Som e o Sonho de Tim Maia’, no Teatro da Praia em Copacabana, 1971. 'Estar à vontade' era um código de maconheiros na época)

"Fiz uma dieta rigorosa. Cortei álcool, gorduras e açúcar. Em duas semanas, perdi 14 dias" (em 1973, quando ousou perder peso num tratamento ‘revolucionário’ numa clínica em Bonsucesso, onde só tomava caldinhos, papas, sucos e comia folhas)

"Porra, mermão, já começou? Até na casa do governador o som é uma merda?" (em 1976, de volta à fase soul, na festa de aniversário da filha do governador Chagas Freitas)

"O problema do gordo é que quando ele beija, não penetra. E quando penetra, não beija" (quando passou dos três dígitos de peso, nos anos 70)

"Eu tô aqui fazendo esse show pra Brahma, mas eu gosto mesmo é de um guaraná Antarctica" (falou da concorrente, à la Vicente Matheus, e perdeu um pacote de 60 shows que estavam sendo fechados com a cervejeira. Os shows foram para Roberto Carlos, com quem Tim brigou no começo da carreira)

"Esse cara faz esses arranjos quatro-quatro-meia e assim não dá pra cantar!" (reclamando do arranjador Miguel Cidras para Guti Carvalho, durante a gestação do disco ‘Tim Maia Disco Club’. Ele e Miguel saíram na porrada e o argentino foi despedido. Em seu lugar, entrou Lincoln Olivetti)

"Manda o povo descer que eu faço o show aqui na praça!" (para Nelson Motta, por telefone, quando disse que não subiria no bondinho do Pão de Açúcar para cantar no Noites Cariocas, que estava lotado)

"O segredo do meu sucesso é o equilíbrio: metade das minhas músicas é esquenta-sovaco e a outra metade é mela-cueca"

"Esse espanhol é do ETA (Exploradores do Talento Alheio)! É um escravagista! Ele merece!" (confabulando com Tibério Gaspar sobre uma 'operação punitiva' ao empresário Chico Recarey, dono do Scala. Num show, Tim convidou garis, mendigos, flanelinhas, garagistas e porteiros e os colocou na primeira fila)

"O meu vestido não ficou pronto" (ironizando Gal Costa, que deu esta desculpa para não gravar com Tim o clipe de 'Um Dia de Domingo' para o Fantástico, da Rede Globo)

"Ganhar pra foder com o Tim Maia é fácil. Quero ver é dar pro Sebastião." (comentário que fazia com os amigos, porque ele sempre se servia de prostitutas e pedia que elas só o chamassem por Sebastião. Antes, durante e depois.)

"Aí pessoal, dizem que o Nelson Gonçalves parou… de fazer show em São João de Meriti, né?” (em show no Canecão, sarcástico como nunca, sobre o comentário do veterano cantor e sua luta para vencer o vício da cocaína)

"A diferença entre eu e o Dicró é que no meu show todo mundo vai e eu não vou; no dele, ele vai, mas não vai ninguém" (atirando no pagodeiro Dicró, que teria dado razão ao Canecão no cancelamento de um show de Tim em fins de 1986)

"Que beleza, um show de Tim Maia pelo preço de um grama de pó" (na sua estréia no People)

"Uma fileirinha, dois tapinhas e duas doses. Senta o pau, Vitória Régia!"

"Édipo, você é glorioso. A Vera Fischer é a coisa mais linda do mundo!" (elogiando Felipe Camargo, que estava com sua então mulher na platéia de um show de Tim no Hotel Nacional, 1989)

"O que nós temos de melhor no Brasil são a música, o futebol, o jogo do bicho, a batata doce e o baseado - temos que exportar isso. E ainda temos o Maguila, que vai matar o Mike Tyson. De susto, mas vai." (em sua divertidíssima entrevista de lançamento de sua ‘candidatura’ a prefeito da Barra da Tijuca pelo PLG - Partido Liberou Geral)

"Eu quero parabenizar o presidente Collor, que está fazendo a campanha 'Diga Não às Drogas'. Eu acho que é isso mesmo, deixa pra quem gosta, porque já está escasso nas bocas!" (em 1990, no show de bossa nova na boate Un, Deux, Trois, de seu 'canalha de estimação' Chico Recarey)

"Só gravei bossa nova para sacanear o João Gilberto."

"Tudo que sei sobre tóxicos aprendi nos livros."

"Então você é uma aerovelha!" (sacaneando uma aeromoça que se recusava a lhe dar gelo para o uísque que, por conta própria, levou para uma viagem de avião. É sabido que Tim odiava andar de avião desde que em 1970 cheirou uma carreira de cocaína no banheiro de um Samurai da VASP e saiu de maca da aeronave)

"Eu gostaria de fazer uma homenagem ao meu urologista, o Dr. Edson, que me deixou ereto para o resto da vida." (em pleno Prêmio Sharp de Música, em referência à operação que foi submetido em razão de uma infecção no saco escrotal)

"Dos artistas do Rio, metade é preto que acha que é intelectual e metade é intelectual que acha que é preto"

"Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!" (queixando-se para o técnico de som, nos shows)

"Com os acordes que tem em uma música do Tom Jobim dá para fazer umas cinqüenta."

"Agradeço à minha mãe, Maria Imaculada, meus sobrinhos, os padres capuchinhos e os trombadinhas da praça da Bandeira. Apesar de ter feito um comercial para a Mitsubishi, a Sharp mora no meu coração. Boa noite." (ao receber o Prêmio Sharp de 1991)

Ligações externas

Referência bibliográfica

  • Até Parece Que Foi Sonho - Meus 30 anos de Amizade e Trabalho com Tim Maia. Ed. Matrix.
  • As interpretações de Tim Maia. Ed. Irmãos Vitale.
  • Motta, Nelson. Vale Tudo, O som e a fúria de Tim Maia. Ed. Objetiva.
Wikiquote
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Tim Maia.




Fique agora com uma , seleção de vídeos clips deste gênio da musica brasileira. Tim Maia.

tinocco
Bom Senso album: Tim Maia Racional year: 1975


TVFlambart
Tim Maia - No Caminho do Bem


sergiochagasfriends
Tim Maia - Descobridor dos Sete Mares
Apresentação do nosso saudoso Tim e da sua banda "Vitória Régia", na TV Cultura de São Paulo, no programa "Bem Brasil". 1996.

hermanogarciaz
Tim Maia - Me dê motivo


marcknelson
GAL COSTA E TIM MAIA dia de domingo


marceliotricolor
Pede a Ela - Tim Maia


videoraridade
Tim Maia canta "Acenda o Farol" - 1978 Tv Tupi.


L7slap
Tim Maia - Gostava Tanto de Você


tinocco
Sossego album: Tim Maia Disco Club year: 1978


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aftershock Going Through The Motions SPANISH

ByBok


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sábado, 3 de janeiro de 2009

Soul 2 Soul Especial. ( minhas seleções).


Soul II Soul

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Soul II Soul é um grupo musical inglês do gênero R&B e Soul, criado em Londres nos anos 80Jazzie B e Caron Wheeler. por

Discografia

Álbuns

Ano Álbum
1989 Club Classics Vol. I
1990 Vol. II: 1990 - A New Decade
1992 Just Right Vol. III
1993 The Classic Singles 88-93 Vol. IV
1995 Believe Volume. V
1995 Time of Change

Canções

Ano Título Álbum
1988 "Fairplay" Club Classics Vol. I
1988 "Feel Free" Club Classics Vol. I
1989 "Keep on Movin'" Club Classics Vol. I
1989 "Back to Life (However Do You Want Me)" Club Classics Vol. I
1989 "Jazzie's Groove" Club Classics Vol. I
1989 "Get a Life" Vol. II: 1990 - A New Decade
1990 "A Dream's a Dream" Vol. II: 1990 - A New Decade
1990 "People" Vol. II: 1990 - A New Decade
1990 "Missing You" Vol. II: 1990 - A New Decade
1992 "Joy" Just Right Vol. III
1992 "Move Me No Mountain" Just Right Vol. III
1992 "Just Right" Just Right Vol. III
1993 "Wish" The Classic Singles 88-93 Vol. IV
1995 "Love Enuff" Believe Vol. V
1995 "I Care" Believe Vol. V
1996 "Keep on Movin'" (remix) -
1997 "Represent" Time of Change
1997 "Pleasure Dome" Time of Change

Ver também

Ligações externas

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Fique agora com uma seleção de vídeo feita por mim, desta banda , que emplacou os anos 80.

webgirltj Soul II Soul - Back To Life


NightTracksRevival Soul II Soul - Keep On Movin'


PiperNigrum1 Soul II Soul - Get A Life


CookyPuss1127 Soul II Soul "A Dream's A Dream"


kyoko47 Soul II Soul - Joy


coljaz Soul II Soul - I Care (1995)


PiperNigrum1 Soul II Soul - Game Dunn




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