terça-feira, 26 de julho de 2011

Música sacra

 

Música sacra

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A música sacra, em sentido restrito (e mais usado), é a música erudita própria da tradição religiosa judaico-cristã. Em sentido mais amplo é usado como sinônimo de música religiosa, que é a música nos cultos de quaisquer tradições religiosas.
A expressão foi cunhada pela primeira vez durante a Idade Média, quando se decidiu que deveria haver uma teoria musical distinta para a música das missas e a música do culto, e tem em sua forma mais antiga o canto gregoriano. A música sacra foi desenvolvida em todas as épocas da história da música ocidental, desde o Renascimento (Arcadelt, Des Près, Palestrina), passando pelo Barroco (Vivaldi, Bach, Haendel), pelo Classicismo (Haydn, Mozart, Nunes Garcia), pelo Romantismo (Bruckner, Gounod, César Franck, Saint-Saëns) e finalmente o Modernismo (Penderecki, Amaral Vieira).
Algumas formas que se enquadram dentro da música sacra são os motetes, que são peças baseadas em textos religiosos - quase sempre em latim, os salmos, que são uma forma particular de motetes baseadas no Livro dos Salmos, a missa, oriunda da liturgia católica e geralmente dividida em seis partes básicas (Kyrie, Gloria, Credo, Sanctus, Benedictus e Agnus Dei) e o réquiem, ou missa dos mortos, que inclui as partes básicas da missa e mais outras (Dies Irae, Confutatis, Lacrimosa, etc.).
Alguns textos musicados em motete, por vários compositores, são:

 Para ouvir

Magnificat - O Cântico de Maria
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sábado, 23 de julho de 2011

Chapati Pão Indiano

Chapati

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Os chapatis são preparados com uma farinha de trigo integral especial, tradicional da Índia, também denominada chapati. Estes pães são normalmente consumidos no desjejum, podendo, no entanto, ser consumidos em qualquer refeição ao longo do dia, de preferência quentes, acabados de fazer[1].Chapati é um pão típico da culinária indo-portuguesa de GoaDamão e Diu, outrora pertencentes ao Estado Português da Índia. Dado o número elevado de goeses radicados em Moçambique, é também um pão comum nas mesas nesse país africano [1].
Para além da farinha de trigo integral,pode incluir ainda açúcarmanteigaóleo esal. Com estes ingredientes é formada uma massa, que é usada para formar pãezinhos achatados com cerca de 15 cm de diâmetro. Estes são depois cozinhados numa frigideira[1].
Podem ser consumidos como acompanhamento de pratos de caril[1].
O chapati é também típico das culinárias do Paquistão[2] e da Índia[3].

Referências

  1. ↑ a b c d Cherie Y. Hamilton, "Os sabores da lusofonia: encontros de culturas", Senac 2005, ISBN:8573594071
  2.  http://ilinsakura.multiply.com/recipes/item/7
  3.  http://www.indianfoodforever.com/indian-breads/chapati.html




Enviado por  em 25/05/2009
Apresentação no Programa Mesa pra Dois da GNT com Alex Atala e Flávia Quaresma
Meeta Ravindra é chef de culinária e possui um buffet de culinária indiana
Contato 11 4339-1859
meeta@meetaravindra.com


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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Con Funk Shun- Let me put love on your mind

Enviado por em 28/08/2008
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CON FUNK SHUN - TOO TIGHT GREAT PERFORMANCE !



Enviado por em 07/04/2007
CENTRALLINE 80'S VIDEOS

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Con FUNK Shun- Got To Be Enough


Enviado por em 11/07/2009
Vallejo, CA funk group. (Mercury Records)
1980 -Got To Be Enough


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O-Sermao-Da-Montanha-Segundo-a-Vedanta

O-Sermao-Da-Montanha-Segundo-a-Vedanta

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Religião - Confucionismo

 
O pressuposto do pensamento confucionista é que o homem pode atingir a perfeição através da educação e, conhecendo o caminho dos antigos, chegar a uma vida virtuosa que lhe permita comportar-se corretamente, conforme seu papel na sociedade.
1) Formação
O ponto de partida é a formação do indivíduo. Através do ensinamento e da autodisciplina, o indivíduo chega ao conhecimento e à prática da virtude; descobre sua autêntica natureza, interioriza as disposições do Tian (Céu) , podendo assim agir com espontaneidade, sem necessidade da coação de leis para fazer o bem. Chegando a esse ponto, ele é um homem superior ou verdadeiro e tem o poder de influenciar positivamente sobre os outros, transformando-os.

Sacerdote taoísta durante um rito Jiao
2) Família
O primeiro âmbito em que o ser humano se forma e aprende a agir com autenticidade é a família.
O filho aprende com os pais, especialmente no exercício da piedade filial (xiao), ou seja, o filho deve aos pais respeito, obediência, deferência, sustento na velhice, enquanto o pai dá ao filho, proteção e ajuda em sua formação.
3) Sociedade
O segundo âmbito é a sociedade, onde se aprendem e se praticam as virtudes sociais, sobretudo, a justiça (yi), a generosidade para com os outros, o perdão (shu) e a benevolência (ren). Esta última é uma virtude fundamental no pensamento confucionista, cujo extenso significado compreende tudo o que torna o homem verdadeiramente bom.

4) Estado
É no Estado, que coincide com sociedade ou mundo civil, em contraposição a uma condição de não civilização, que o homem aprende e pratica a virtude da lealdade-fidelidade (zhong).
Os súditos, especialmente os funcionários públicos, devem ser leais ao soberano que, por sua vez, se compromete em administrar o Estado e governar o mundo, não por uma rigorosa aplicação das leis, mas pelo exercício das virtudes. Se o soberano for virtuoso, o Estado permanecerá estável, a sociedade irá se manter ordenada, a família viverá na harmonia; da mesma forma, se as relações familiares forem corretas, a ação na sociedade também o será e o mundo viverá em paz.

Oferta de alimentos a Tudigong
E bom frisar ainda que a família e Estado-mundo são semelhantes: o Estado é uma grande família abrangente em cujo vértice está o rei , o Filho do Céu (Tian) que governa seus súditos como um bom pai.
No confucionismo, as duas virtudes mais importantes são: a benevolência (ren) que emana do coração, centro da personalidade, e torna o homem verdadeiramente homem e a maneira correta de agir e de relacionar-se com os outros (li).
Sem o ren, vive-se o formalismo, sem o li, cai-se na rudeza e na barbárie. As ações humanas virtuosas feitas com o ren e o li são o cumprimento das ordens do Tian (Céu) que se difundem sobre a terra, tornando-a humana e fazendo emergir as normas e os princípios que permeiam a realidade.
Síntese do pensamento confucionista
Com as últimas afirmações, entramos já numa interpretação do pensamento original de Confúcio, elaborada especialmente por seus discípulos Mêncio e Dong Zhongshu. Nessa síntese, aparecem de maneira sistemática, as relações no interior de uma tríade confucionista: o Céu que cobre e produz, a Terra que alimenta o Homem, único ser que pensa e possui uma vontade consciente.

Devoto da divindade budista Guanyin, cumprindo seus votos feitos aos espíritos
O homem, porém, é entendido não como indivíduo, mas como gênero humano que é representado e encarnado no imperador, o Filho do Céu. O soberano governa por um mandato que lhe é concedido pelo Céu (Tianmings) e somente permanecendo em harmonia com ele, consegue manter a boa ordem da sociedade e da natureza. Assim, compreende-se o homem, ao mesmo tempo, subordinado a uma ordem que lhe é superior e artífice da harmonia entre o céu e terra, entre a sociedade a natureza.
Se o homem, em particular o imperador, transgredir as normas que regulam o universo, acontecerão catástrofes e tragédias, sinais de que o mandato do Céu foi revogado e o que o povo pode se revoltar e substituir o imperador por outro mais digno.
Nessa visão, o imperador é o sacerdote supremo daquela que podemos chamar de religião do Estado confucionista. Somente o imperador, na ausência do povo, pode oferecer sacrifício ao Céu e à Terra e promulgar o calendário, que não é simplesmente uma ordem cronológica mas um elenco dos deveres rituais que permitem a manutenção da harmonia no universo e no progresso da vida humana e social.
A vida além da morte
Entre as várias práticas rituais, privilegia-se o culto aos antepassados, considerado a base primordial da "religião dos chineses". Os mortos não se transformam em divindades mas são venerados como antepassados que ainda pertencem à família ou ao clã.

Estátua de um Grande General, uma das numerosíssimas divindades populares taoístas (Taiwan)
O culto é presidido pelo chefe da família ou do clã e realizado numa sala-templo ou simplesmente diante do altar, colocado no interior da casa, sobre o qual são expostas as tabuinhas com o nome dos antepassados.
Isso alimenta a piedade filial, que se prolonga além da morte, não somente como maneira de superar o trauma da dor, mas sobretudo, como maneira de reintegrar o defunto à unidade familiar: o antepassado continua sobrevivendo e tendo seu lugar nas gerações futuras.
O objetivo é perpetuar e reforçar a organização familiar e do clã, que poderia se perder com o passar do tempo e das gerações, mantendo viva, na consciência do indivíduo, sua pertença a um grupo histórico mais amplo.
Muito se discutiu sobre o verdadeiro caráter do culto dos antepassados, isto é, seria ele simplesmente um rito civil, com a função de manter a unidade familiar, base da sociedade chinesa, ou teria também um significado religioso, favorecendo uma experiência mística de comunhão com o espírito dos mortos?
Confucio continua vivo
"Nós queremos utilizar os ensinamentos de Confúcio para acelerar os programas de modernização". Assim falou o presidente da "Sociedade Chinesa para a Educação" num encontro nacional em 1984. Dez anos antes, os ativistas da "Revolução Cultural" quiseram arrancar pela raiz toda tradição confucionista, destruíndo até o túmulo do sábio. Depois da morte de Mao Tse-tung ( 9 de setembro de 1976), Confúcio voltou a dominar, em sentido moral, a vida da China. Hoje, até as máximas autoridades políticas lembram Confúcio, apresentam-no como símbolo da identidade chinesa e consideram suas idéias uma ajuda muito válida para a modernização do país.

Chinês em oração
Na Ásia, muitos consideram o confucionismo um fator importante no progresso acelerado dos cinco "tigres" do Extremo Oriente: Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Hong Kong e Cingapura. Outros não concordam, pois acham que o confucionismo, com sua doutrina feita de ritualismo e de respeito à tradição, torna-se um obstáculo a todo esforço de renovação e de modernização.
Discussões à parte, o confucionismo retomou sua vitalidade não somente na China e em Taiwan, como também em todo o Extremo Oriente. No Japão, por exemplo, ultimamente, diante da decadência da vida política e dos escândalos que a marcaram, sente-se a necessidade de voltar a Confúcio e aos valores que ele colocou à base de toda autoridade e de todo poder: o governo deve ser fundado não na força bruta, nos vínculos de sangue e no interesse pessoal, mas no exemplo moral que os governantes oferecem. Em sua ação, eles devem dar mais importância não ao progresso econômico, mas à educação do povo à virtude, à estabilidade das famílias, à harmonia entre todas as classes sociais.
Em Cingapura também o confucionismo voltou como doutrina de pública moralidade, sendo ensinado nas escolas e encontrando muito espaço na mídia.

fonte http://www.pime.org.br/mundoemissao/relgconfucion.htm:
 
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Reação de uma feminista, quando um homem diz bom dia !!!

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