quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Intuição e Inspiração

 fonte da imagem http://espiritualizarpazeluz.blogspot.com/2011/05/continuando-tema-intuicao-e-inspiracao.html

Intuição e Inspiração

Sérgio Biagi Gregório


1. CONCEITO DE INTUIÇÃO

A palavra intuição (do latim in tueri = ver em, contemplar) significa um conhecimento direto, imediato do conjunto de qualidades sensíveis e essenciais dos objetos e de suas relações, sem uso do raciocínio discursivo (1).
2. TIPOS DE INTUIÇÃO
Dentre os vários tipos de intuição, destacamos três:
1º) intuição sensível ou empírica: visão da laranja;
2º) intuição intelectual: o todo é maior que as partes;
3º) intuição metafísica: intuição de Deus.
Em filosofia, aceita-se somente a intuição intelectual, porque  é a única que se pode provar (1).
3. INTUIÇÃO INTELECTUAL
Intuição é um ato simples, por meio do qual captamos a realidade ideal de algo.

Intelectual refere-se ao trânsito ou à passagem de uma idéia à outra, àquilo que Aristóteles desenvolve sob a forma de lógica.

Assim, intuição e intelectual são termos que se excluem, que se repelem.

O essencial no pensamento de Fichte, Schelling e Hegel é considerar a intuição como método da filosofia. E por que consideram a intuição intelectual como método da filosofia?

Porque dão à razão humana uma dupla missão:

1ª) penetrar intuitivamente na essência das coisas;
2ª) partindo dessa intuição intelectual, construir, de modo puramente apriorístico, toda a armação, toda a estrutura do universo e do homem dentro do próprio universo (2).
4. FATORES FAVORÁVEIS À MANIFESTAÇÃO DA INTUIÇÃO 
1º) - Desejar imperiosamente solucionar o problema.
2º) - Acumular ricos conhecimentos práticos e teóricos.
3º) - Trabalhar e pensar longa e intensamente.
4º) - Passar rapidamente de uma atividade à outra.
5º) - Ter a mente flexível e aberta ao novo.
5. CONHECIMENTO INTUITIVO E CONHECIMENTO CIENTÍFICO
A distinção entre ambos pode ser expressa da seguinte forma: enquanto o conhecimento intuitivo se reduz a um ato, simples e individual, o conhecimento científico resulta de um processo complexo de análise e de síntese.

o conhecimento intuitivo consiste em um ato de experiência sensível ou espiritual, já o conhecimento científico toma a experiência como primeiro passo ou estágio inicial de um longo processo de pesquisa.

o conhecimento intuitivo é de ordem subjetiva, enquanto o conhecimento científico fundamenta-se na objetividade e na evidência dos fatos, e, porque essa objetividade e evidência são demonstradas lógica ou experimentalmente, o conhecimento científico adquire o caráter objetivo de validade geral e independente de intuições (3).
6. INTUIÇÃO, RAZÃO E ESPIRITISMO
O conhecimento vindo através do intelecto nos faz apreender o mundo ambiente, ao passo que a intuição nos dá o discernimento das coisas divinas;

O conhecimento intelectual se estriba na razão que mediu, pesou, dividiu, analisou, concluiu;

A intuição, porém, se apóia na fé, porque somente crê e confia. O campo da razão vai até onde a inteligência alcança, mas o da intuição não têm limites, porque é o campo da consciência universal. Por isso, às vezes diz “sim”, quando a intuição diz “não”; uma fala “prudência”, a outra ordena “confiança”; uma diz “raciocina primeiro”, mas a outra determina “crê e segue” (4).
7. CONCEITO DE INSPIRAÇÃO
Inspiração - do latim inspiratio do verbo aspiro, soprar para dentro. Segundo o Dicionário Aurélio, qualquer estímulo ao pensamento ou à atividade criadora.

Na aspiração, quando o espírito humano, no seu dinamismo, dirige a um valor puro, como liberdade, justiça, a aspiração torna-se inspiração.

Fala-se muito na inspiração dos artistas, esse misterioso poder de criação espontâneo, que parece como se uma potência exterior viesse em auxílio daquele.
Muitos artistas realizam obras num estado de mínima consciência, apercebendo-se do que fizeram quase no fim ou no término do que encetaram. Alguns chegam a afirmar um caráter de mediunidade, como se o artista não passasse de um instrumento dócil às mãos de um ser misterioso que o guiasse na realização de sua obra, como Mozart que ouvia os seus concertos, num só ato, escrevendo-os, depois, por memorização (5).
8. MÉDIUNS INTUITIVOS E MÉDIUNS INSPIRADOS
Médiuns Intuitivos: o papel desta categoria de médiuns é ser intérprete dos Espíritos. Enquanto o médium mecânico age como uma máquina, o  médium intuitivo, para transmitir o pensamento, deve primeiramente compreendê-lo, para depois apropriar-se dele e traduzi-lo fielmente, embora esse pensamento não seja o seu.

Médiuns Inspirados: é uma variedade da mediunidade intuitiva, entretanto a intervenção de um poder oculto é ainda bem menos sensível, ou seja, no inspirado é mais difícil distinguir-se o pensamento próprio daquele que lhe é sugerido. O que caracteriza  este último é sobretudo a espontaneidade (6).
INTUIÇÃO, INSPIRAÇÃO E MEDIUNIDADE
Intuição significa um conhecimento direto, imediato  do conjunto das qualidades sensíveis e essenciais dos objetos e  das suas relações, sem uso do raciocínio discursivo. Inspiração  quer dizer  soprar  para dentro. É o estado de exaltação  emotiva,  de íntima e misteriosa iluminação, em que, pela intuição estética, o artista  apreende  o  seu  objeto  de  modo  impreciso,  mas   em plenitude.
Por  essas  definições depreende-se que na  intuição  o indivíduo busca o conhecimento por si mesmo, penetrando-o através de  seus  próprios  esforços. Por outro lado,  na  inspiração,  a descoberta vem espontaneamente, transparecendo em muitos artistas a  existência  de uma percepção  extra-sensorial  -  mediunidade. Muitos  realizam  suas obras num estado de   mínima  consciência, como  é  o caso de Mozart, que depois do  êxtase,  escrevia  seus acordes de cor.
Teoricamente não é difícil separar esses dois conceitos. Mas como precisar, com certeza, onde começa um e onde termina  o outro? A doutrina dos Espíritos, codificada por  Allan Kardec, fornece-nos uma luz. De acordo com seus postulados, estamos envoltos pela presença de Espíritos, que tanto podem influenciar-nos  para o bem quanto para o mal. Neste  sentido, o insight de uma descoberta poderia, perfeitamente, provir do sopro de um Espírito amigo.
No desenvolvimento desses raciocínios, o homem de gênio poderia  ser apontado como o ser exclusivamente  intuitivo.  Isso não é impossível, visto  que  ele,  em outras   encarnações, conquistou,  através  dos próprios esforços, condições  para tal fim.  Mesmo  assim, não se invalida a influência exercida  pelos bons  Espíritos. Estes podem  utilizar-se da matéria cerebral do gênio e comunicar-lhe as invenções necessárias para a evolução da humanidade.
No  estudo da psicografia, Kardec usa os termos médium intuitivo  e médium  inspirado.  O médium  intuitivo escreve e percebe que as idéias são do Espírito comunicante e com o médium inspirado isto não ocorre. Afirma, ainda, que o segundo é um caso especial do primeiro. Ele considera a intuição e  a  inspiração como  mediunidade, ao  contrário dos filósofos, que tratam da intuição como sendo uma abstração do próprio sujeito cognoscente.
Excluindo-se a terminologia exclusivamente mediúnica de Kardec, podemos dizer  que a intuição refere-se ao  fenômeno anímico, enquanto a inspiração, ao fenômeno mediúnico. Estejamos atentos para separar um do outro.
QUESTÕES

Qual o conceito de intuição?
Qual o conceito de inspiração?
Quais são os fatores favoráveis à manifestação da intuição?
Como se distingue o conhecimento intuitivo do conhecimento científico?
O que distingue o médium intuitivo do médium inspirado?
TEMAS PARA DEBATE

A intuição vai além da razão. Ela se apoia na fé?
O campo da razão vai até onde a inteligência alcança, mas a intuição não tem limites. Comente.
Em termos mediúnicos, é possível separar a intuição da inspiração? Como?
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

(1) BAZARIAN, J. Intuição Heurística: Uma Análise Científica da Intuição Criadora. 3. ed. São Paulo: Alfa-Omega, 1986.
(2) GARCIA MORENTE, M. Fundamentos de Filosofia - Lições Preliminares. 4. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1970.
(3) RUIZ, J. A.  Metodologia Científica - Guia para Eficiência nos Estudos. São Paulo: Atlas, l979.                  
(4) ARMOND, E. Mediunidade - Seus Aspectos, Desenvolvimento e Utilização. 17. ed. São Paulo: Aliança, 1977.
(5) SANTOS, M. F. dos. Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais. 3. ed. São Paulo: Matese, 1965.
(6) KARDEC, A. O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Doutrinadores. São Paulo:Lake, [s.d.p.]
São Paulo, fevereiro de 1998



http://www.ceismael.com.br/filosofia/intuicao-e-inspiracao.htm


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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A Violência E O Sagrado (René Girard



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AMIZADE E QUALIDADE DE VIDA WALDEMAR MAGALDI



Prof. Dr. Waldemar Magaldi é entrevistado por Nice Passos no programa Vida em Foco, exibido em 10/12/2009, comentando a respeito da importância das amizades para a qualidade de vida, proporcionando longevidade e saúde psíquica e física da humanidade. Sempre na ótica da psicologia junguiana e da psicossomática.


PUBLICADO POR:
magaldi
http://mais.uol.com.br/kr6s8jcccogw

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DINHEIRO, SAÚDE E SAGRADO - WALDEMAR MAGALDI


parte 1 da entrevista do Prof. Dr. Waldemar Magaldi sobre o seu livro: "DINHEIRO, SAÚDE E SAGRADO", para a apresentadora Marisa Monfort da Rede Vida





http://mais.uol.com.br/view/7783


PUBLICADO POR:
magaldi
http://mais.uol.com.br/kr6s8jcccogw





FUNDAMENTADO NOS CONCEITOS DA PSICOLOGIA PROFUNDA E DA MECÂNICA QUÂNTICA O LIVRO DESVENDA A RELAÇÃO ENTRE “DINHEIRO, SAÚDE E SAGRADO”

Focado nas questões essenciais para a sobrevivência do ser humano moderno, inserido em uma realidade cada vez mais competitiva, capitalista e desigual, onde as pessoas dão mais importância àquilo que possuem do que ao que elas verdadeiramente são, Waldemar Magaldi (psicólogo, doutor em ciências da religião e especialista em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Homeopatia) aparece para quebrar paradigmas e trazer compreensões e reflexões entre o dinheiro, a saúde e o sagrado.

Seu objetivo principal é apresentar um mundo mais amoroso e integral, mostrando aos homens as relações que o dinheiro estabelece, consciente e/ou inconscientemente, com o sagrado, a saúde, a salvação e os outros tipos de demandas e fenômenos culturais tão presentes hoje nas questões existenciais da humanidade. Neste livro Magaldi pretende contribuir para o entendimento de que o dinheiro é, para o ser humano contemporâneo, uma fonte inesgotável de energia e de transformações, além de almejar que ele sirva de estímulo para que os leitores também se interessem pelas várias implicações do dinheiro, possibilitando a busca do equilíbrio pessoal e do autoconhecimento.

A leitura do livro desencadeia diálogos, debates e ampliação da consciência, proporcionando condições para que seus leitores compreendam temas complexos abrangendo: comportamento, psicologia, economia, autoconhecimento, mecânica quântica, religiões e saúde física, metal, familiar, profissional, social ou espiritual. Além disso, é praticamente inevitável o surgimento da reflexão existencial e suas correlações entre a auto-sustentabilidade e qualidade de vida tão atuais neste momento da crise do aquecimento global.

O livro “Dinheiro, Saúde e Sagrado” é enfocado para o autoconhecimento e não para a auto-ajuda. Abrangendo informações que incluem vários saberes científicos como antropologia, história, religiões, psicologia, economia, política e medicina. Seu conteúdo abrange várias situações da atualidade incluindo os excessos e abusos relacionados com as religiões, o trabalho, a moda entre outras situações que levam uma grande parte de pessoas irem ao shopping para comprar o que não precisam com o dinheiro que não possuem com intuito de impressionar quem não conhecem.
fonte:Waldemar Magaldi Filho


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sábado, 20 de agosto de 2011

Neurose

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Neurose

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Neuroses)
O termo neurose (do grego neuron (nervo) e osis (condição doente ou anormal)) foi criado pelo médico escocês William Cullen em 1787 para indicar "desordens de sentidos e movimento" causadas por "efeitos gerais do sistema nervoso". Na psicologia moderna, é sinônimo de psiconeurose ou distúrbio neurótico e se refere a qualquer transtorno mental que, embora cause tensão, não interfere com o pensamento racional ou com a capacidade funcional da pessoa. Essa é uma diferença importante em relação à psicose, desordem mais severa.

Definição e utilização do termo

Neuroses são quadros patológicos psicogênicos (ou seja, de origem psíquica), muitas vezes ligados a situações externas na vida do indivíduo, os quais provocam transtornos na área mental, física e/ou da personalidade. De acordo com a visão psicanalítica, as neuroses são fruto de tentativas ineficazes de lidar com conflitos e traumas inconscientes. O que distingue a neurose da normalidade é assim (1) a intensidade do comportamento e (2) a incapacidade do doente de resolver os conflitos internos e externos de maneira satisfatória [1].
O conceito de neurose está assim intimamente ligado à teoria nosológica psicanalítica, ou seja, à maneira como a psicanálise explica a origem e o desenvolvimento dos transtornos mentais. Por isso psicólogos oriundos de outras escolas, sobretudo da terapia cognitivo-comportamental, foram levados a criticar o termo: como tais psicoterapeutas não trabalham com os conceitos psicanalíticos, um diagnóstico de neurose não tem para eles nenhum sentido prático. Essa crítica levou a uma modificação dos sistemas de classificação de doenças: os atuais sistemas de classificação dos transtornos mentais abandonaram uma abordagem nosológica e adotaram uma descritiva. Isso significa que os transtornos não são mais classificados pela suposta origem do transtorno (por esta ser controversa), mas por seus sintomas observáveis (por estes serem unânimes). Assim, na CID-9 havia uma categoria "Neuroses" de transtornos mentais própria, já com a publicação da CID-10 em 1994 o termo passou a ser usado apenas descritivamente (e não mais "neuroses", mas "transtorsnos neuróticos") e não para todas as categorias que ele tradicionalmente designava[1][2].
Segundo a CID-9, sob neurose entendem-se os seguintes grupos de transtornos mentais:
S. O. Hoffmann e G. Hochapfel[1] fazem notar que a atual classificação dos transtornos mentais, por ser meramente descritiva, não faz jus à complexidade dos transtornos mentais, reduzindo-os a seus sintomas observáveis. M. Perrez e U. Baumann[2] observam, por outro lado, que, apesar de não corresponderem a essa complexidade, os atuais sistemas representam uma base comum ao diálogo entre as diferentes escolas de psicoterapia.

Referências

  1. a b c Hoffmann, S. O. & Hochapfel, G. (1999). Neurosenlehre, psychotherapeutische und psychosomatische Medizin. Stuttgart: Schattauer.
  2. a b Perrez, Meinrad & Baumann, Urs (2005) (Hrgs.). Lehrbuch klinische Psychologie - Psychotherapie. 3. Aufl. Bern: Huber.

Bibliografia

  • Abadie-Rosier, S. (2009). La construction psychologique du sujet. Paris: Edições Les Neurones moteurs. ISBN 978-2-918398-01-1.
  • Hoffmann, S. O. & Hochapfel, G. (1999). Neurosenlehre, psychotherapeutische und psychosomatische Medizin. Stuttgart: Schattauer. ISBN 3-7945-1960-4.
  • Horney, Karen. The Collected Works. (2 Vols.) Norton, 1937.
  • Henry Ey, P. Bernard e C. Brisset. Manual de psiquiatria. Masson/Atheneu, 5ª edição.
  • Perrez, Meinrad & Baumann, Urs (2005) (Hrgs.). Lehrbuch klinische Psychologie - Psychotherapie, 3. Aufl. Bern: Huber. ISBN 3-456-84241-4.

 fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/Neuroses

Prevenção de Neuroses - Ralph Viana - Psicoterapias Corporais


Prevenção de Neuroses - Ralph Viana - Psicoterapias Corporais por LuizFernandoSarmento no Videolog.tv.


por LuizFernandoSarmento - Publicado dia 26 de novembro de 2009 às 08:47 

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Veganismo



Veganismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas.

Etimologia

O termo inglês vegan (pronuncia-se vígan) foi criado em 1944, numa reunião organizada por Donald Watson (1910 - 2005) envolvendo 6 pessoas (após desfiliarem-se da The Vegetarian Society por diferenças ideológicas), onde ficou decidido criar uma nova sociedade (The Vegan Society) e adotar um novo termo para definir a si próprios.[1]
Trata-se de uma corruptela da palavra "vegetarian", em que se consideram as 3 primeiras letras e as 2 últimas para formar a palavravegan.[1]
Em português se consideram as três primeiras e as três últimas letras (vegetariano), na formação do termo vegano (s.m. adepto do veganismo - fem. vegana).


Ideologia
Os veganos boicotam qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de manufactura.
Para o vegano, animais não existem para os humanos, assim como o negro não existe para o branco nem a mulher escrava para o homem. Cada animal é dono de sua própria vida, tendo assim o direito de não ser tratado como propriedade (enfeite, entretenimento, comida, cobaia, mercadoria, etc). Dessa forma veganos propõem uma analogia entre especismoracismosexismo e outras formas de preconceito ediscriminação.
Preferem usar os termos "animais não-humanos" ou "seres sencientes", em vez de "irracionais".
Muito importante diferenciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta, mas sim uma ideologia baseada nos direitos animais, que obviamente pressupõe uma alimentação estritamente vegetariana.


Vestuário, adornos, etc
Artigos em pelescourosedacamurça ou outros materiais de origem animal (como adornos de pérolasplumaspenasossospêlos,marfim, etc) são preteridos, pois implicam a morte e/ou exploração dos animais que lhes deram origem. Sendo assim, um vegano se veste de tecidos de origem vegetal (algodãolinho, etc) ou sintéticos (poliéster, etc), mantendo o cuidado de não exagerar com consumismos que também, mesmo que indiretamente, geram degradação/negação aos animais.


Alimentação
Excluem da sua dieta carnesgelatinalacticíniosovosmel[2][3][4] e quaisquer alimentos de origem animal. Consomem basicamentecereaisfrutaslegumesvegetaishortaliçasalgascogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal.


Medicamentos, cosméticos, higiene e limpeza
Evitam o uso de medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza que tenham sido testados em animais. Não tomam vacinas ousoros, mas podem violar os princípios veganos quando alternativas não estiverem disponíveis, ou em caso de emergência ou urgência. Alguns optam pela fitoterapiahomeopatia ou qualquer tratamento alternativo.
O vegano defende o surgimento de alternativas para experiências laboratoriais, como testes in vitrocultura de tecidos e modelos computacionais.
São divulgadas entre a comunidade vegana extensas listas de marcas e empresas de cosméticos e produtos de limpeza e higiene pessoal não testados em animais.


Entretenimento
Circos com animais, rodeiosvaquejadastouradas e jardins zoológicos, também são boicotados pois implicam escravidão, posse, deslocamento do animal de seu habitat natural, privação de seus costumes e comunidades, adestramento forçoso e sofrimento.
Não caçam, não promovem nenhum tipo de pesca, e boicotam qualquer "esporte" que envolva animais não-humanos. Muitos seguem o princípio político da não-violência.


Dia Mundial Vegano
O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano ("World Vegan Day", em inglês), que é comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.
Em 2004 o evento marcou o 60º aniversário da sociedade, e o 10º aniversário do feriado.


Documentários
O número de adeptos tem crescido de forma gradual, com o auxílio de documentários que denunciam o especismo e ensinam direitos animais.
Documentários como Meet your Meat ("Conheça sua Carne"), Earthlings ("Terráqueos"), Chew on This ("Pense Nisso") e o pioneiro brasileiroA Carne é Fraca, seguido de Não Matarás, têm causado polêmica e, de uma forma geral, ganhado adeptos em todo o mundo.

Referências

  1. ↑ a b The Vegan Society. History of the Society (em inglês). Página visitada em 6 de Março de 2009.
  2.  Noah Lewis. Why Honey is Not Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  3.  Vegan Action. FAQ: Is Honey Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  4.  AmericanVegan.org. What is Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.


Ver também
Wikcionário
Wikcionário possui o verbeteveganismo


Ligações externas


 
Vegetarianismo
Vegetais
Tipos de Dietas Vegetarianas
Ovolactovegetarianismo | Lactovegetarianismo | Ovovegetarianismo | Vegetarianismo Estrito | Crudivorismo | Frugivorismo
Personalidades Históricas do Vegetarianismo
Anna Bonus Kingsford | Ellen G. White | Peter Singer
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