segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz 2013




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A farsa da crise financeira e o controle exercido no Brasil pelos Bancos



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Expulsos - A Inteligência não é Permitida - A teoria da evolução refutad...



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ALBERT EINSTEIN: O FARSANTE


ALBERT EINSTEIN: O FARSANTE

Hoje em dia não há quem pense duas vezes quando se pergunta quem foi o maior físico da história, é unânime, Albert Einstein. Mas será que realmente conhecemos este indivíduo que tinha notas abaixo da média na escola, não sabia dirigir e sequer conseguia dar algumas pedaladas de bicicleta? Seria este o responsável por grandes descobertas tal como a teoria da relatividade e um dos maiores vencedores do prêmio Nobel? César Lattes, físico brasileiro que esteve prestes a ganhar, por duas vezes, o Prêmio Nobel de Física, por ter descoberto o méson pi, contesta firmemente este judeu-alemão que se tornou um ícone e até objeto de estudo por parte de cientistas que chegaram a analisar parte de seu cérebro. Em entrevista a um jornal, César Lattes afirma que Einstein plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Jules Henri Poincaré, em 1905. Alega que a Teoria da Relatividade não é invenção dele, que já existia há séculos, "Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno".
Jules Henri Poincaré (Nancy, França, 29 de abril de 1854 - 17 de julho de 1912, Paris) foi um matemático, físico e filósofo da ciência francês, também o criador da Teoria da Relatividade (E=mc²) plagiada por Albert Einstein. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Poincar%C3%A9)
Fotografia de Jules Henry Poincaré quando ainda jovem, com um futuro promissor, mas sem imaginar que um dia teria seus cálculos plagiados por um oportunista.
César Lattes revela que o primeiro a realizar os cálculos corretos para a relatividade foi Jules Henri Poincaré. Lattes alega que a fama de Einstein é mais fruto de seu "lobby" do que de seus méritos como cientista, acusando-o de ter plagiado a Teoria da Relatividade. Nas palavras de Lattes: "Se você pegar o livro de história da física de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hawdrik Lawrence. Na primeira edição da Teoria da Relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da Relatividade Restrita, ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem. Einstein sempre foi uma pessoa dúbia. Ele foi o pacifista que discretamente influenciara Roosevelt a fazer a bomba atômica...".O farsante alegava possuir distúrbios, provavelmente para fugir das enormes responsabilidades de grande físico. “Os familiares até acreditavam que ele poderia ter algum tipo de dislexia” - viria a afirmar o diretor da escola onde Einstein estudou.
A prova da incapacidade de Einstein veio quando este recebeu o convite do presidente americano Roosevelt para que ajudasse no desenvolvimento do Projeto Manhattan (bomba atômica). No entanto, jamais veio a fazer parte da equipe do projeto, segundo Lattes, não por ser um "pacifista", como ele mesmo tentava se auto declarar, mas sim, por não possuir a mínima capacidade. Einstein nunca inventou nada, sempre foi um homem medíocre. Em 1900, aos 21 anos de idade, foi reprovado em um concurso para professor de segundo grau, além do mais, seu conhecimento em física elementar era inferior ao dos próprios alunos daquele nível, tendo obtido apenas a nota "5" nesta matéria. De tão incapaz que era, nunca conseguiu aprender a dirigir um automóvel e mal conseguia andar numa bicicleta. Em 1905, Einstein, funcionário de terceira-classe do Escritório Suíço de Patentes, roubou a "Teoria da Relatividade" desenvolvida pelo físico e matemático francês Henri Poincaré, e a publicou como se dele fosse! Ainda em relação a teoria, foi em 1906 que Poincaré a expôs, num congresso de cientistas, mais precisamente, Sur la dynamique de l’électron, publicado pelo Circolo Matematico di Palermo, t. 21, p. 129-176, em 1906. Se tal publicação é de 1906, segundo Lattes, o trabalho de Poincaré é do ano anterior, portanto, de 1905. Se em 1906, a fórmula já era E= mc², por que em 1911 E= mc² passou a ser diferente nas mãos de Einstein? Se Einstein não era fraudador, era, então, um plagiador? Por que a imprensa endeusa Einstein e ignora quase que totalmente nomes como Henri Poincaré e outros grandes físicos? Lattes acredita que a ex-esposa de Einstein (Mileva Maric) era quem fazia os cálculos matemáticos para ele, sendo justamente após a separação do casal que nada mais foi produzido por Einstein.
Abaixo a entrevista concedida por César Lattes ao jornal Diário do Povo, Campinas, 5 de julho de 1996.
César Lattes — Einstein é uma fraude. Ele não sabia a diferença entre uma grandeza física e uma medida de grandeza. Uma falha elementar.

D.P. — E onde exatamente ele cometeu a falha da qual o senhor está falando?

César Lattes — Quando ele plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Henri Poincaré, em 1.905.

A Teoria da Relatividade não é invenção dele. Já existe há séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno. Quem realizou os cálculos corretos para a Relatividade foi Poincaré.

A fama de Einstein é mais fruto do seu lobby do que do seu mérito como cientista.

Ele plagiou a Teoria da Relatividade. Se você pegar o livro de História da Física, de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hendrik Lorentz.

Na primeira edição da teoria da relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da Relatividade Restrita, ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem.

D.P. — Então o senhor considera a Teoria da Relatividade errada? Aquela famosa equação E=MC² está errada?

César Lattes — A equação está certa. É do Henri Poincaré. Já a teoria da relatividade do Einstein está errada. E há vários indícios que comprovam esse ponto de vista.

D.P. — Mas professor, periodicamente lemos que "mais uma teoria de Einstein foi comprovada"...

César Lattes — É a turma dele, o lobby, que continua a alimentar essa lenda. Tem muita gente ganhando a vida ensinando as teorias do Einstein.

D.P. — Mas, e o Prêmio Nobel que ele ganhou por sua pesquisa sobre o efeito fotoelétrico em 1.921?

César Lattes — Foi uma teoria furada. A luz é principalmente onda. Ele disse que a luz viajava como partícula. Está errado, é somente na hora da emissão da luz que ela se apresenta como partícula. E essa constatação já tinha sido feita por Max Planck.
Cesare Mansueto Giulio Lattes, filho de imigrantes judeus italianos, mais conhecido simplesmente como César Lattes, (Curitiba, 11 de julho de 1924Campinas, 8 de março de 2005) foi um físico brasileiro, co-descobridor do méson pi. (http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9sar_Lattes)
(....)

NOTA:

Em 1948, a Universidade do Brasil, atual UFRJ, recebeu uma carta da Real Academia Sueca de Ciências dirigida a César Lattes. Essa correspondência era sobre a pesquisa da produção artificial de mésons que o físico desenvolvia em parceria com Eugene Gardner, e pela qual a Comissão do Prêmio Nobel de Física vinha demonstrando interesse. A carta só foi entregue ao seu destinatário um ano depois... ficou "esquecida" em certas gavetas e em certos escaninhos das secretarias dos Departamentos e Institutos da Universidade...

"Nesse período, o meu parceiro de pesquisa morreu. E como não se dá prêmio póstumo, perdi a oportunidade..."
César Lattes, na mesma entrevista.
César Lattes morreu de parada cardiorespiratória no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 2005.

http://verdade1945.blogspot.com.br/2008/09/albert-einstein-o-farsante.html

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Ciência moderna e ateísmo militante - Palestra - IOC




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sábado, 29 de dezembro de 2012

SILAS MALAFAIA-A DIFERENÇA DA VISÃO DE DEUS E DA VISÃO DO HOMEM



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Chaka Khan - Got To Be There



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Desvendando Mistérios - Técnicas Midiáticas de Manipulação de Massa (Arq...



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Como a mídia manipula a opinião pública para manter sua ditadura



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Estupros lésbicos: “She stole my voice”


O filme “She stole my voice” foi o vencedor da edição 2007 do Global Independent Film Showcase, na categoria Melhor Documentário. O filme retrata o drama de mulheres que foram vítimas de um tipo de crime que o próprio documentário classifica como “unthinkable”, inimaginável.
Trata-se de um documentário sobre estupros lésbicos.
Isso mesmo: es-tu-pros lés-bi-cos. Estupros praticados por mulheres contra mulheres. Mais especificamente, praticados por mulheres lésbicas (ou bissexuais — por que discriminar?) contra outras lésbicas (ou bissexuais — por que discriminar?).
O trailler do filme (que vocês, maiores de idade, podem conferir aqui) traz uma interessante citação a pesquisadora Claire Renzetti (University of Dayton, Saint Joseph University):
30% of lesbians have been sexually assauted or raped by another woman who was not necessarily an intimate partner”. (Renzetti. Violent Betrayal: Partner Abuse in Lesbian Relationships).
Como no Brasil todo e qualquer caso de agressão a homossexuais, independente do motivo ou da identidade do agressor, passou a ser considerado “homofobia”, cabe a pergunta: estupros lésbicos também são casos de homofobia, amigo leitor?
Já sabemos que, na tentativa de aprovar a PL 122, mais conhecida como Lei da Homofobia, os líderes do movimento gayzista procuram inflar os dados sobre as agressões e ainda misturar sob o mesmo rótulo coisas completamente diversas como:
1. Agressão de heterossexuais contra homossexuais, por motivo de preconceito.
2. Agressões de homossexuais contra homossexuais, por motivo passional.
3. Agressões de garotos de programa (também homossexuais) contra homossexuais, por motivos de roubo após relações sexuais comerciais.
4. Agressões de heterossexuais contra homossexuais, por motivos diversos e não relacionados à sexualidade, como: simples assaltos, dívidas de drogas, envolvimento com criminalidade, etc.
5. E, finalmente, terríveis e opressoras pregações religiosas ou filosóficas no odioso estilo “largue essa vida de pecado, meu filho, e aceite a Jesus, que ele tem algo melhor pra você!”.
A estratégia é simples e segue os seguintes passos:
A. Primeiro, mostramos na mídia alguns poucos casos do tipo 1 acima de modo a despertar a sensibilidade das pessoas para o problema da “violência contra homossexuais”.
B. Depois, divulgamos dados estatísticos de agressões do tipo 1, 2, 3 e 4, todos juntos sob o mesmo rótulo de “violência contra homossexuais”.
C. Em seguida, fazemos a confusão proposital entre (i) a causa de alguns dos crimes (i.e. preconceito contra homossexuais ou “homofobia”) e (ii) todos os crimes em si (i.e. o uso efetivo de violência). Assim, a população começa a confundir os conceitos e igualar todos os caso de preconceito contra homossexuais aos casos de violência, como se fossem todos a mesma coisa.
D. Por fim, é só usar o termo “homofobia” (que ora significa preconceito e ora significa violência) para se referir a todo e qualquer sentimento de rejeição e de não-concordância com o comportamento homossexual. Pronto, você tem as condições psicológicas e sociológicas necessárias para promover uma lei de criminalização de todos aqueles que simples não gostam do grupo que quer ganhar privilégios.
Bem, diante desse quadro é que o blog Tudo não é relativo traz essa importante contribuição para a causa gayzista: os gayzistas brasileiros agora podem citar os casos de estupros lésbicos como casos de “homofobia” também e tentar comover todo o país a apoiar uma lei que ofende a Constituição, que acaba com a liberdade de expressão, que persegue as religiões e — de quebra — consegue gerar um aumento da violência contra homossexuais por parte de uma minoria descontrolada que acha que o movimento gayzista (gay + nazista) está passando dos limites do tolerável.
E aí? Estupro lésbico também é homofobia?

**********
P.S.: Sabe qual a pior parte? Este post parece ter o formato de um argumento de reductio ad absurdum, mas na verdade só faz repetir o que alguns já dizem a respeito de estupros gays. “Homem que estupra homem é quase sempre heterossexual”, nos diz um texto no site Rede Ex Aequo, da Associação de Jovens LGBTs de Portugal. E mulher que estupra mulher também deve ser hetero, né?


fonte http://tudonaoerelativo.blogspot.com.br/2011/04/estupros-lesbicos-she-stole-my-voice.html

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

True Outspeak de Olavo de Carvalho (lista de reprodução)



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Customização da mente (09/11/2012) Comentário de Luiz Carlos Prates



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Vão educar seus filhos, irresponsáveis! (28/11/2012) Comentário de Luiz ...



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conjugando o verbo 'otário' Comentário de Luiz Carlos Prates 22/11/2012



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Documental PADRE PiO.



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Santa Catarina de Gênova

Santa Catarina de Gênova
1447-1510

Santa Catarina de Gênova
 
No século XV, os partidos guelfi e ghibellini eram os dominantes em Gênova, alternando-se no governo da cidade por meio de lutas sangrentas. Mas quando Catarina Fieschi nasceu, no ano de 1447, as famílias da nobreza que pertenciam a essas facções políticas já conviviam em paz, que era mantida pelos casamentos acordados entre si. Ela também teve de submeter-se a essa situação, pois seus pais, Tiago e Francisca, fidalgos dos guelfi, a deram em casamento ao jovem Juliano, da aristocrata família Adorno, dos ghibellini.

A união foi chamada de bizarra. Juliano era muito rico, mas irresponsável, desregrado, jogador e de caráter duvidoso, enquanto Catarina, com apenas dezesseis anos, era religiosa, sensível e muito caridosa, que, em vez de casar, desejava poder ter seguido a vida religiosa como sua irmã Limbânia o fizera.

Ela viveu sob a influencia negativa do marido, dividida entre as futilidades da corte e as obras de caridade. Um verdadeiro conflito entre os pecados e o remorso. Aos vinte e seis anos de idade, depois de visitar a irmã Limbânia no mosteiro, quando tudo lhe parecia perdido, sem solução e salvação, Catarina resolveu viver no seguimento de Jesus, para dedicar-se aos pobres e aos doentes.

Sua conversão foi tão sincera, radical e transparente que Juliano se converteu também. Colocando todo o seu patrimônio à disposição dos necessitados e deixando os palácios suntuosos, os dois ingressaram na Ordem Terceira Franciscana e foram morar no hospital de Pammatone. Nessa época, devido às freqüentes invasões de conquistadores, os soldados haviam trazido a sífilis e a peste, que se tornaram epidemias crônicas, atingindo toda a população, rica e pobre. Catarina e Juliano passaram a cuidar desses doentes.

Catarina realizou o seu desejo de renovação espiritual praticando a caridade entre os mais contaminados e desenganados. Juliano, depois de alguns anos morreu, em 1497. Ela continuou cada vez mais despojada de tudo, servindo a Deus na total entrega aos pobres mais doentes e abandonados.

Ao seu redor se juntou um grupo de seguidores, entre os quais o humanista genovês Heitor Vernazza. Ela a todos dizia: "Não se encontra caminho mais breve, nem melhor, nem mais seguro para a nossa salvação do que esta nupcial e doce veste da caridade". Enquanto isso, a fama de sua santidade corria entre os fiéis.

Catarina, nessa íntima comunhão com Deus, foi premiada com dons especiais da profecia, conselho e cura. Em 1507, com o físico enfraquecido e por causa do constante contato com os mais contaminados, adoeceu e nunca mais se recuperou. Morreu no dia 15 de setembro de 1510.

Logo o seu culto se propagou, sendo confirmado pelo papa Clemente XII em 1737, quando canonizou santa Catarina Fieschi Adorno, mais conhecida como santa Catarina de Gênova. Ela é festejada pela diocese de Gênova no dia 12 de setembro. Sua memória litúrgica é celebrada no dia 22 de maio.




Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Genova.

Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Genova.



Alguns trechos essenciais do "Tratado do Purgatório"

Via com os olhos da alma e compreendia a condição dos fiéis no Purgatório, eram ali para purificar-se antes de serem apresentados diante de Deus, no Paraíso.

A ferrugem do pecado é o impedimento e o fogo vai consumindo a ferrugem e assim a alma com o passar do tempo vai descobrindo o divino influxo...

Assim a ferrugem (isto é, o pecado) é a cobertura das almas e no Purgatório se vai consumindo pelo fogo e quanto mais consome, mais se corresponde ao verdadeiro sol, Deus. Porém cresce a alegria enquanto diminui a ferrugem e se descobre a alma ao divino raio. E assim um cresce e o outro diminui, até que seja terminado o tempo.

A pena existe, mas somente o tempo de estar nessa pena. E quanto à vontade, não posso dizer que aquelas sejam penas, porque são contentes pela ordem dada por Deus, com a qual é unida a vontade deles na pura caridade.

Têm uma pena tão extrema que não se encontra língua que possa narrar, nem intelecto que possa entender uma mínima cintila, se Deus não lhe mostrasse por graça especial.

Nasce neles um extremo fogo, parecido com aquele do inferno, exceto a culpa, a qual è aquela que faz a vontade maligna aos danados do Inferno, aos quais Deus não corresponde a sua bondade e por isso restam naquela desesperada, maligna vontade contra a vontade de Deus.

Oh! Quanto é perigoso o pecado feito com malicia: porque o homem difficilmente se arrepende e não arrependendo-se, sempre está na culpa, a qual persevera quanto o homem está na vontade do pecado cometido ou a ser cometido!

De quanta importância seja o Purgatório, nem a língua o pode exprimir, nem mente entender, somente que vejo tantas penas como no Inferno e vejo a alma a qual em si sente uma mínima mancha de imperfeição, recebê-lo por misericórdia (como se disse), não fazendo em um certo modo estima, em comparação daquela mancha que impede o seu amor.

Quando a alma, por interior vista, vê-se aproximada a Deus com tanto amoroso fogo, aí por aquele calor do amor do seu doce Senhor e Deus, que sente rebombar na sua mente, tudo se liquefaz.

Vendo a luz divina e como Deus não cessa de aproximá-la dEle e amorosamente a conduz à interar sua perfeição, com tanta cura e contínua provisão e que o faz somente por puro amor.

Vejo ainda proceder daquele divino amor à alma certos raios e lampos, tão penetrantes e fortes, que parecem que devem abater não somente o corpo, mas ainda a alma se fosse possível.

Esses raios fazem duas operações: com a primeira purificam; com a segunda, abatem.

Saiba que aquilo que o homem pensa que em si é perfeição, perante Deus, é defeito: portanto tudo aquilo que tem aparência de perfeição, como as vê, as escuta, as entende, as quer, ou seja, tem uma memória, sem o reconhecimento de Deus, tudo se contamina e se suja.

E’ verdade que o amor de Deus, o qual é abundante na alma (segundo aquilo que vejo) dá uma alegria tão grande, que não se pode exprimir, mas essa alegria às almas que estão no Purgatorio, não cancela nem uma cintila de pena deles.

Isto é, aquele amor é que faz a pena deles e quanto maior a pena quanto maior a perfeição do amor o qual Deus lhes dá.

Me vem vontade de gritar, um grito forte, que amedrontasse todos os homens que estão na face da terra e dizer: Oh míseros, porque vos deixais corromper por este mundo, que não vos dá nada e que na hora da vossa morte, o que vos concederá?

Todos estão cobertos pela esperança da misericórdia de Deus, a qual dizeis ser tão grande, mas não vedes que tanta bondade de Deus vos será em juízo, por ter feito contra a vontade de um tão bom Senhor?

Não ter confiança dizendo: Eu me confessarei e depois terei a Indulgência Plenária e serei naquele ponto purgado de todos os meus pecados e assim serei salvo.

Pensa que a confissão e contrição a qual precisa para essa Indulgência Plenária é muito dificil de conseguir, que se tu o soubesses, tremerias de tanto medo e serias mais certo de não tê-la que de poder conseguir.

Fontes:

http://escravasdemaria.blogspot.com/http://escravasdemaria.blogspot.com/



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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Como germinar sementes



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G. Edward Griffin explica o Socialismo Fabiano

 G. Edward Griffin explica o Socialismo Fabiano

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Sri Caitanya-caritamrta Madhya-lila, 7,109


 
 
 
O Senhor Sri Caitanya Mahaprabhu não manifestou Suas potências espirituais em Navadvipa, porém, manifestou-as no sul da Índia e liberou todas as pessoas de lá.
 
Significado - Naquela época, havia muitos smartas (seguidores não devotos de rituais védicos) na terra santa de Navadvipa, a qual era também a terra natal do Senhor Sri Caitanya Mahaprabhu. Chamam-se smartas os seguidores do smrti-sastra. A maioria deles não são devotos, e a principal função deles é seguir estritamente os princípios bramínicos. Contudo, eles não são iluminados com serviço devocional. Em Navadvipa, todos os acadêmicos eruditos são seguidores do smriti-sastra, e o Senhor Sri Caitanya Mahaprabhu não tentou converte-los. Portanto, o autor observa que a potência espiritual não manifesta pelo Senhor Sri Caitanya Mahaprabhu em Navadhuipa manifestou-se, por sua graça, no sul da Índia. Assim, todos ali tornaram-se Vaisnavas. Com isso, deve-se entender que as pessoas na realidade interessam-se em pregar numa situação favorável. Se os candidatos à conversão perturbam demais, pode ser que o pregador não tente divulgar a consciência de Krishna entre eles. É melhor ir para onde a situação seja mais favorável. A princípio tentou-se introduzir este movimento para a consciência de Krishna na Índia, mas o povo da Índia, estando absorto em pensamentos políticos, não o adotou. Estavam fascinados pelos líderes políticos. Por isso, preferimos vir ao Ocidente, seguindo a ordem de nosso mestre espiritual, e, pela graça do Senhor Caitanya Mahaprabhu, este movimento tem sido bem sucedido.
 
Sri Caitanya-caritamrta Madhya-lila, 7,109
 
coleção do Sri Caitanya Caritamrta.
 
 http://br.groups.yahoo.com/group/krishna-katha/

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domingo, 23 de dezembro de 2012

EX-MAÇOM STEFANI SAAD



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*Civilização e Transcendência [Cap. 3]



*Todas as glórias a Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada!

*Civilização e Transcendência [Cap. 3]

Religião inventada
  
  Discípulo: Questão número trêis: “Afirma-se que a maior força do hinduísmo consiste em sua liberalidade, ou amplitude de visão, mas afirma-se que é também a sua maior fraqueza o fato de haver pouquíssimos preceitos religiosos compulsórios para todos, como acontece em  outras religiões. É necessário e possível delinear certos preceitos básicos minímos para todos os hindus?”.
    
Śrīla Prabhupāda: No que se refere à religião védica, ela não é apenas para os ditos hindus. Tente entender que sanātana-dharma é a natureza e o dever eternos  e universais de todo o ser vivo – destina-se a todas as entidades vivas, daí chamar-se sanātana-dharma. A entidade viva é sanātana, ou eterna, e Deus é sanātana, e existe o sanātana-dhāma, a morada eterna do Senhor. Como Kṛṣṇa descreve no Bhagavad-gītā (8.20), paras tasmāt tu bhāvo `nyo vyakto `vyaktāt sanātanaḥ: “Contudo, existe outra natureza, que é imanifesta e eterna”. E, no décimo primeiro capítulo, o próprio Kṛṣṇa é descrito como sanātanaḥ .
    Na verdade, o sistema védico é chamado de sanātana-dharma,  e não de dharma hindu. Essa é uma concepção errada. Sanātana-dharma destina-se a todas as entidades vivas, não apenas aos ditos hidus. O próprio termo “hindu” é uma concepção errônea. Os muçulmanos se referiam ao povo indiano, que vivia do outro lado do rio Sind, como “Sindus”, o que, devido à peculiaridade da pronúncia deles, tornou-se “hindus”. De qualquer forma, os muçulmanos chamavam a  Índia de “Indostão”, que significa” a terra do outro lado do rio Sind, ou ‘Hind’’’, mas não há referência nos textos védicos do termo “Indostão”. Diante disto, não há tal coisa como dharma hindu” nos textos védicos.
   Antes de tudo, temos que entender que o verdadeiro dharma védico é sanātana-dharma, ou varṇāśrama-dharma. Agora que o sanātana-dharma, ou o dharma védico, está sendo desobedecido, deturpado e mal representado, ele passou a ser conhecido como “hinduísmo”. Essa é uma compreensão errônea, falsa. Temos de estudar o sanātana-dharma, ou varṇāśrama-dharma, a partir do que compreenderemos o que é religião védica.
   Toda a entidade viva é eterna, sanātana e Deus também é eterno, e podemos viver com Deus no sanātana-dhāma,Sua morada eterna. Esta reciprocidade chama-se sanātana-dharma,  a natureza e dever eternos do ser vivo. A religião védica, portanto, é o sanātana-dharma, e não o “dharma hindu”. Leia o verso do Bhagavad-gītā que descreve Kṛṣṇa como sanātanaḥ.   
  
seu servo_ gostha-vihari dasa (PS)
 ISKCON_Nova Gokula

Srila Prabhupada


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