quinta-feira, 31 de outubro de 2013

laudaamassada: JIMMY CARTER E O "MURO DA INFÂMIA" (Armando Vallad...

laudaamassada: JIMMY CARTER E O "MURO DA INFÂMIA" (Armando Vallad...: Extraído de Notalatina, de Graça Salgueiro La bloguera cariñosa e o presidente Yankee Jimmy Carter, vestindo a tradicional 'guayabera...

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SBT PR - O TREM DA DILMA

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Julio Severo: Pedofilia é oficialmente classificada como orienta...

Julio Severo: Pedofilia é oficialmente classificada como orienta...: Pedofilia é oficialmente classificada como orientação sexual pela Associação Americana de Psicologia Jacob Stevens Um anúncio chocant...

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Estude, e busque o conhecimento, João maria Andarilho Utópico.



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Carteira de motorista, CNH e as auto-escolas. Meu protesto, João Maria


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Hoje é Ekadasi jejum de grãos. Rama jejum de Ekadasi 23. 30/10/2013



Rama jejum de Ekadasi 23


                   Maharaja Yudhisthira disse:

                   Janardana! ó protetor de todos os seres, qual o nome do Ekadasi que ocorre durante o quarto-minguante do mês de Kartika (outubro/novembro)? Por favor conceda para mim este conhecimento sagrado.

                   O Senhor Supremo, Sri Krishna, respondeu:

                   -Ó leão entre os reis, por favor ouça: O Ekadasi que ocorre durante o quarto-minguante do mês Kartika chama-se Rama Ekadasi. Ele é muito auspicioso por que erradica de uma só vez os maiores pecados e concede passagem para a morada espiritual eterna. Devo narrar sua história e glórias a você.

                   Certa vez havia um famoso rei chamado Mucukunda, o qual era amigo do senhor Indra, o rei do céu, e tambem de Yamaraja, Varuna e Vibhisana, o irmão piedoso do demônio Ravana. O rei Mucukunda sempre falava a verdade e constantemente prestava serviço devocional a Mim. Devido a ele governar de acordo com os princípios religiosos, não havia perturbações em seu reino.

                   A filha de Mucukunda chamava-se Candrabhaga. Próximo de um rio sagrado, o rei fez o casamento dela com Sobhana, o filho de Candrasena. Certo dia, Sobhana visitou o palácio do seu sogro, este dia aconteceu de ser um auspicioso Ekadasi. Esta visita tornou a esposa de Sobhana, Candrabhaga, muito ansiosa, pois ela sabia que seu marido estava fisicamente muito fraco e incapaz de suportar a austeridade de um longo dia de jejum. Ela lhe disse:

                   -Meu pai é muito estrito sobre seguir o Ekadasi. No Dasami, um dia antes do Ekadasi, ele bate um grande simbálo e anuncia: "Ninguém deve comer no Ekadasi, o dia do Senhor Hari!" 

                   Quando Sobhana ouviu o som do simbálo, ele disse a sua esposa:

                   -Ó bela, o que eu devo fazer agora? Por favor me diga como poderei salvar minha vida e obedecer as ordens de seu pai ao mesmo tempo?                  

                   Candrabhaga repondeu:

                   -Meu querido esposo, no reino do meu pai ninguém - nem mesmo os elefantes e cavalos, o que falar dos seres humanos- comem no Ekadasi. Na verdade, no Ekadasi, o dia do Senhor Hari, nem sequer aos animais é dada a sua ração de grãos, folhas, palha e nem mesmo água! Como então você pode escapar de jejuar? Meu amado, se você deseja comer algo, então você deve sair daqui logo. Agora com a convicção firme decida o que fazer.

                   O príncipe Sobhana respondeu:

                   -Eu decidi jejuar no sagrado Ekadasi. Qualquer que seja meu destino, ele certamente terá que acontecer.

                   Decidido assim, Sobhana tentou jejuar no Ekadasi, mas ele tornou-se muito perturbado por causa da fome e sede excessiva. Eventualmente o sol se pos no oeste e com a chegada da noite auspiciosa, todos os vaishnavas ficaram muito contentes. Ó Yudhisthira, todos os devotos juntos adoraram o Senhor Hari e permaneceram despertos durante a noite, mas para o príncipe Sobhana aquela noite tornou-se absolutamente intolerável. Na verdade, quando o sol surgiu no Dvadasi, Sobhana morreu. O rei Mucukunda fez o funeral de seu genro, empilhando um grande monte de madeira para o fogo de cremação, porem ele instruiu a sua filha Candrabhaga a não juntar-se ao seu marido na pira funerária. Desta maneira Candrabhaga, após executar todas as cerimônias purifictórias honrando seu marido morto, continuou vivendo na casa do seu pai.

                   O Senhor Sri Krishna continuou:

                   -Ó melhor entre os reis, muito embora Sobhana tivesse morrido, devido a ele ter observado o Rama Ekadasi o mérito concedido a ele, após a morte, capacitou-o a torna-se o governante de um reino elevado no pico da montanha Mandaracala. Este reino era como uma cidade dos semideuses; muito brilhante, com joías ilimitadas encravejadas nas paredes de seus prédios. As colunas eram feitas de rubis, e o ouro incrustado com diamantes brilhavam em toda parte. Assim que, o agora rei Sobhana sentou-se no trono abaixo de um dossel de ouro branco, os servos abanaram-no com abanos de cauda de Yak (espécie de búfalo). Uma coroa esplêndida repousava em sua cabeça, belissímos brincos adornavam suas orelhas e um colar decorava seu pescoço, braceletes e pulseiras incrustadas de joías adornavam os seus braços. Ele era servido pelos Gandharvas (cantores celestiais) e Apsaras (dançarinas celestiais). Realmente, ele parecia com um segundo Indra.

                   Certo dia, o brahmana chamado Somasarma, o qual vivia no reino de Mucukunda, enquanto viajava por vários lugares de peregrinação, veio por acaso ao reino de Sobhana. O brahmana viu Sobhana em toda sua glória resplandecente, embora ele fosse o genro do seu próprio rei, Mucukunda. Quando Sobhana viu o brahmana se aproximar, ele imediatamente levantou-se de seu trono e deu-lhe as boas vindas. Após Sobhana ter prestado suas respeitosas reverências, ele perguntou ao brahmana sobre o seu bem estar e sobre a saúde e bem estar do seu sogro o rei Mucukunda, da sua esposa (Candrabhaga), e de todos os residentes da cidade.

                   Somasarma respondeu:

                   -Ó rei, todos os súditos estão bem no reino do seu sogro, e Candrabhaga e os outros membros da sua familia tambem estão muito bem. A paz e a prosperidade estão por todo reino. No entanto, ó rei, estou surpreso de encontrar-lhe aqui! Por favor, conte-me sobre você. Ninguém nunca viu uma cidade tão bela quanto esta! Bondosamente diga-me como você a obteve.

                   O rei Sobhana disse:

                    -Porque eu observei o Rama Ekadasi, obtive esta esplêndida cidade para governar. No entanto, toda esta magnificiência é somente temporária. Peço-lhe que faças algo para corrigir este defeito. Como você pode ver, esta é somente uma cidade efêmera. Como poderei tornar suas belezas e glórias permanentes? Gentilmente instrua-me.

                   O brahmana então indagou:

                   -Porque este reino é instável e como ele pode se tornar  estável? Por favor explique tudo isto para mim e eu tentarei ajudar-lhe.

                   Sobhana respondeu:

                   -Devido a eu ter jejuado no Ekadasi  sem qualquer fé, este reino não é permanente. Agora ouça como ele poderá torna-se permanente. Por favor retorne a Candrabhaga, a belissíma filha do rei Mucukunda, conte-lhe o que você viu e compreendeu sobre este lugar e sobre mim. Certamente, se você contar-lhe isto, minha cidade logo torna-se-a permanente.

                   Assim o brahmana retornou à sua cidade e relatou todo episódio a Candrabhaga, a qual ficou tanto surpresa, quanto tomada de prazer em ouvir estas notícias. Ela :

                   brahmana, isto é um sonho que você teve ou é verdadeiramente um fato?
                   Somarsana respondeu:

                   -Ó princesa, eu realmente vi o seu falecido marido face a face naquele reino maravilhoso,o qual assemelha-se a um reino dos semideuses. No entanto, ele disse-me que todo o seu reino é instável e poderá sumir no ar a qualquer momento. Desta maneira ele deseja que você possa encontrar uma forma de torna-lo permanente.

                   Candrabhaga disse:

                   -Ó sábio entre os brahmanas, por favor leve-me até meu marido agora, pois eu desejo muito vê-lo novamente! Certamente eu poderei tornar o reino dele permanente, com o mérito que obtive jejuando em todos os Ekadasi, durante toda minha vida. Por favor reuna-nos novamente, esta dito que aquele que reune as pessoas separadas, obtem grande mérito.

                   O brahmana Somasarma então levou Candrabhaga até o reino efulgente de Sobhana.Contudo antes de chegar lá, eles pararam aos pés da montanha Madaracala, onde estava o asram sagrado de Vamadeva. Após ouvir a história deles, Vamadeva cantou hinos dos vedas e salpicou água sagrada em Candrabhaga. Pela influência dos ritos deste grande sábio, o mérito que ela alcançou jejuando por muitos Ekadasi, tornaram o seu corpo transcendental. Estática, com os seus olhos radiantes de admiração, Candrabhaga continuou sua viagem.

                   Quando Sobhana viu sua esposa aproximar-se do pico da montanha Mandaracala, ele foi dominado pelo prazer e correu para ela com grande alegria. Após a chegada dela, ele sentou-se com ela a sua esquerda, e ela lhe disse:

                   -Ó querido, por favor ouça enquanto lhe descrevo algo que lhe beneficirá muito. Desde que eu tinha oito anos de idade, eu jejuei regularmente e fielmente em todos os Ekadasi. Se eu transferir para você o mérito que acumulei desta maneira, o seu reino com toda certeza torna-se-a permanente, e esta prosperidade crescerá até torna-se uma grande imensidão.

                   O Senhor Sri Krishna continuou:

                   Yudhisthira, desta maneira Candrabhaga, a qual estava decorada com finos ornamentos e tinha um corpo transcendental exótico, desfrutou a paz e a felicidade com seu marido. Pela potência do Rama Ekadasi, Sobhana obteve um reino no pico da montanha Mandaracala e foi capaz de satisfazer todos os seus desejos e tambem foi abençoado com a felicidade permanente, como aquela alcançada de uma vaca Kama-dhenu.

                   Ó maior dos reis, assim eu narrei para você as glórias do Rama Ekadasi. Qualquer pessoa que respeite o sagrado Ekadasi tanto no quarto-crescente quanto no quarto-minguante de cada mês, indubitavelmente livra-se das reações do pecado de assassinar um brahmana. A pessoa não deve diferenciar entre os Ekadasi do quarto-minguante e os do quarto-crescente de cada mês. Como já vimos, ambos podem conceder prazer neste mundo e liberar até mesmo a alma mais pecaminosa e caida. Exatamente como uma vaca negra e uma vaca branca que dão leite em quantidades iguais, os Ekadasi do quarto-minguante e do quarto-crescente concedem o mesmo padrão de mérito e eventualmente liberam a pessoa do ciclo de nascimento e mortes. Qualquer pessoa que simplesmente ouça as glórias deste dia sagrado, Rama Ekadasi, livra-se de todos os tipos de pecados e alcança a morada Suprema do Senhor Vishnu.

                Assim acaba a narração das glórias do Kartika-Krishna Ekadasi ou Rama Ekadasi, do Brahma-vaivarta purana.


Para fazer jejum na pratica procure um endereço perto de você na nossa Agenda

Para saber tudo sobre Jejum ou ekadasi clique nos links abaixo:
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

sábado, 26 de outubro de 2013

O que é honestidade?: definição de Srila Prabhupada.

 O que é honestidade?

O que é honestidade?

O que é honestidade?

“Sim, essa é a minha pergunta. Verdadeira honestidade é quando você não invade a propriedade alheia. Isso é a honestidade. Assim como esta mesa aqui é minha mesa. Se você desejar se apropriar dela e levar ela, você acha isso honesto? Não. Então portanto, a simples definição de honestidade é que você não deve se apropriar do que é de direitos de outros. Isso é honestidade. ”
—Srila Prabhupada, Conversa, Fevereiro de 1972, Mayapur
http://conceito.de/honestidade
A honestidade, do termo latim honestĭtas, é a qualidade do que é honesto. Portanto, a palavra faz referência àquele ou àquela que é decente, íntegro(a), recatado(a), reservado(a), razoável, justo(a), probo(a), recto(a) ou honrado(a), de acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora.
Por outras palavras, a honestidade constitui uma qualidade humana que consiste em comportar-se e expressar-se com sinceridade e coerência, respeitando os valores da justiça e a verdade.
A honestidade não se pode basear nos próprios desejos das pessoas. Actuar de forma honesta requer respeito pela verdade, que vai mais além das intenções. Um homem não pode actuar de acordo com os seus próprios interesses, por exemplo obviando à informação, e sendo considerado honesto.
O filósofo chinês Confúcio (551 a.C.-479 a.C.) fez a diferença entre três níveis de honestidade. Num nível mais superficial (denominado Li), inclui as acções que uma pessoa realiza com o objectivo de cumprir os seus próprios desejos, tanto a curto como a longo prazo, embora nunca escondendo a sua sinceridade.
Um nível mais profundo é o Yi, onde o actuante não procura satisfazer o seu próprio interesse mas antes o princípio moral da justiça, com base na reciprocidade.
Por fim, o nível mais profundo da honestidade é o Ren, para o qual é necessário auto-compreensão prévia para compreender os outros. Este nível implica que um indivíduo deve tratar aqueles que se encontram num nível inferior da escala social da mesma forma que gostaria que os superiores o tratassem a ele.
Em: Consultório Etimológico

religião

gostaria de saber a origem das palavras pesca e honestidade
grato tayrone vargas

Resposta:

1) Do Latim PISCARE, “pescar”, de PISCES, “peixe”.
2) Do L. HONESTUS, “honrado, respeitado”, de HONOS, “honra, dignidade, reputação”.

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O Que Significa Perdoar?


    O Que Significa Perdoar?

José tinha apenas dezessete anos quando seus irmãos, friamente, venderam-no para a escravidão. Separado de sua família e do seu país, ele atingiu a posição de supervisor da casa de Potifar, seu senhor egípcio. Mas o desastre atingiu-o novamente. Ele recusou os avanços sexuais da esposa de Potifar e ela acusou-o falsamente de assediá-la. Ele foi posto na prisão, onde, mais uma vez, o Senhor estava com ele e se tornou o supervisor dos outros prisioneiros. José permaneceu nessa prisão pelo menos durante dois anos (Gênesis 37; 39).
Faraó, rei do Egito, teve um sonho e desejava sua interpretação. José foi capaz, pelo poder de Deus, de interpretar o sonho de Faraó e foi exaltado a uma posição de poder próxima à do próprio Faraó. Este fê-lo encarregado da armazenagem e da distribuição dos cereais em toda a terra do Egito. Foi depois disto que os irmãos de José vieram ao Egito para comprar cereais. Estava dentro do poder de José tomar vingança contra aqueles que tinham pecado contra ele tantos anos atrás. Contudo, a Bíblia nos conta que José experimentou seus irmãos e, tendo visto o arrependimento deles, recebeu-os com lágrimas e afeto (Gênesis 45:1-15). Ele os tinha perdoado por seu pecado.
Muitas pessoas não perdoariam, como José o fez. Não é fácil, freqüentemente, perdoar, e quanto maior a intimidade que temos com aquele que peca contra nós, mais difícil é perdoá-lo. As Escrituras nos ensinam, contudo, que a má vontade em perdoar os outros nos retira o perdão divino. Jesus ensinou: "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:14-15). Desde que todos os indivíduos responsáveis diante de Deus necessitam de perdão, é portanto indispensável que entendamos e pratiquemos o perdão.
O que é o Perdão?
A palavra grega traduzida como "perdoar" significa literalmente cancelar ou remir. Significa a liberação ou cancelamento de uma obrigação e foi algumas vezes usada no sentido de perdoar um débito financeiro. Para entendermos o significado desta palavra dentro do conceito bíblico de perdão, precisamos entender que o pecador é um devedor espiritual. Até Jesus usou esta linguagem figurativa quando ensinou aos discípulos como orar: "e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores" (Mateus 6:12). Uma pessoa se torna devedora quando transgride a lei de Deus (1 João 3:4). Cada pessoa que peca precisa suportar a culpa de sua própria transgressão (Ezequiel 18:4,20) e o justo castigo do pecado resultante (Romanos 6:23). Ele ocupa a posição de pecador aos olhos de Deus e perde sua comunhão com Deus (Isaías 59:1-2; 1 João 1:5-7).
A boa nova do evangelho é que Jesus pagou o preço por nossos pecados com sua morte na cruz. Quando aceitamos o convite para a salvação através de nossa obediência aos mandamentos de Deus, ele aceita a morte de Jesus como o pagamento de nossos pecados e nos livra da culpa por nossas transgressões. Não ficamos mais na posição de infratores da lei ou devedores diante de Deus. Somos perdoados!
O perdão, então, é um ato no qual o ofendido livra o ofensor do pecado, liberta-o da culpa pelo pecado. Este é o sentido pelo qual Deus “esquece” quando perdoa (Hebreus 8:12). Não que a memória de Deus seja fraca. Por exemplo, Deus lembrou-se do pecado de Davi a respeito de Bate-Seba e Urias muito tempo depois que Davi tinha sido perdoado (2 Samuel 12:13; 1 Reis 15:5). Ele liberta a pessoa perdoada da dívida do seu pecado, isto é, cessa de imputar a culpa desse pecado à pessoa perdoada (veja Romanos 4:7-8).
O Perdão é Condicional
É importante entender que o perdão de Deus é condicional. Deus perdoa livremente no sentido que ele não exige a morte do pecador que responde a seu convite de salvação, permitindo que a morte de Jesus pague a pena por seus pecados. Contudo, Deus exige fé, arrependimento, confissão de fé e batismo como condições para o perdão do pecador estranho (Marcos 16:16; Atos 2:37-38; 8:35-38; Romanos 10:9-10). O perdão é também condicional para o cristão que peca. O arrependimento, a mudança de pensamento, precisam ocorrer antes que o perdão divino seja estendido (Atos 8:22). Deus nos chama a perdoar assim como ele perdoa. Quando alguém peca contra mim, ele se torna um transgressor da lei de Cristo. Eu o considero um pecador. Se ele se arrepende e pede para ser perdoado, eu tenho que perdoá-lo, isto é, libertá-lo de sua culpa como transgressor. Quando eu o perdoo, não o considero mais um pecador. Posso não ser literalmente capaz de esquecer o pecado que ele cometeu mais do que Deus literalmente "esquece" nossos pecados, mas preciso deixar de atribuir a ele a culpa pelo seu pecado. Deste modo, eu o liberto de sua "dívida"”
E se o pecador não se arrepender? Tenho que perdoar aquele que peca contra mim, mas não se arrepende? Talvez esta pergunta seja melhor respondida pelas palavras de Jesus: "Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe" (Lucas 17:3-4). Jesus indicou que o perdão deveria ser estendido quando o pecador se arrepende e confessa seu pecado. Precisamos também lembrar que Deus sempre exige arrependimento como condição de divino perdão. Deus não exige de nós o que ele mesmo não está querendo fazer.
Perdão Não É . . .
De fato, se libertamos o pecador de sua culpa sem arrependimento, encorajamo-lo a continuar em seus modos destruidores. O perdão não é a desculpa pelo pecado. Algumas pessoas "esquecem," isto é, ignoram os pecados cometidos contra elas porque têm medo de enfrentar o pecador. Entretanto a Bíblia é bem explícita sobre o curso da ação a ser seguida quando um irmão peca contra mim (Lucas 17:3; Mateus 18:15-17). O perdão fala de misericórdia, mas não deverá ser confundido com a tolerância e permissão do pecado. O Senhor perdoará ou punirá o pecador, dependendo da reação do pecador ao evangelho, mas ele não tolera a iniquidade.
A Bíblia ensina que o direito de vingança pertence ao Senhor (Romanos 12:17-21). O perdão, contudo, não é simplesmente uma recusa a tirar vingança. Algumas vezes a pessoa ofendida abstém-se de responder ao mal com o mal, mas não está querendo libertar o pecador de sua condição de transgressor mesmo quando o pecador se arrepende. A pessoa contra quem se pecou pode querer usar o pecado como um cacete para castigar o pecador, mencionando-o de vez em quando para vergonha do pecador. Se perdoo meu irmão, tenho que "esquecer" seu pecado no sentido que não mais o atribuo a ele.
O perdão não é a remoção das consequências temporais de nosso pecado. O homem que assassina outro pode arrepender-se e procurar o perdão, mas ainda assim sofrerá o castigo temporal da lei humana. Mesmo se perdoado, pode ter que passar o resto de sua vida na prisão. O perdão remove as consequências eternas do pecado!
Como Posso Perdoar?
O pecado danifica as relações entre as pessoas como prejudica nossa relação com nosso Criador. A pessoa contra quem se pecou frequentemente se sente ferida, talvez irada pela injustiça do pecado cometido. O perdão é necessário para a cura espiritual da relação, mas precisamos preparar nossos corações para perdoar. Precisamos aceitar a injustiça do ferimento, a deslealdade do pecado, e ficarmos prontos para perdoar (observe os exemplos de Jesus e Estevão; Lucas 23:34; Atos 7:60). Mesmo se o pecador se recusar a se arrepender, não podemos continuar a nutrir a raiva, ou ela se tornará em ódio e amargura (veja Efésios 4:26-27,31-32). Ainda que o pecador possa manter sua posição como transgressor por causa de sua recusa a se arrepender, seu pecado não deverá dominar meu estado emocional.
E se o pecador se arrepender? Como posso aprender a perdoar? Jesus contou uma parábola sobre um servo que devia uma quantia enorme (10.000 talentos) ao seu rei (Mateus 18:23-35). Ele era incapaz de pagar a dívida e implorou ao rei por compaixão. O rei perdoou-o por sua enorme dívida, mas este servo prontamente saiu e encontrou um dos seus companheiros servos que devia a ele uma quantia relativamente pequena e exigiu pagamento, agarrando-o pelo pescoço. Ainda que o companheiro de servidão implorasse por compaixão, o credor entregou-o à prisão. Quando o rei foi informado dos atos de seu servo incompassivo, irou-se e reprovou este servo, entregando-o aos torturadores até que ele pagasse totalmente sua dívida. É claro que estamos representados na parábola pelo servo que tinha uma dívida enorme. Não há comparação entre as ofensas que temos cometido contra Deus e aquelas que têm sido cometidas contra nós. Jesus observou que, justo como no caso do servo não misericordioso, o Pai não nos perdoará por nossas infraçõe se não perdoarmos nossos companheiros (18:35; veja também Mateus 5:7).
Para nos prepararmos para perdoar, precisamos lembrar que nós mesmos somos pecadores e necessitados do perdão divino (Romanos 3:23). No caso do cristão, Deus já lhe perdoou uma imensa dívida no momento do batismo. Quando nos lembramos da grandeza da dívida que Deus quer nos perdoar, certamente podemos perdoar aqueles que nos devem muito menos em comparação (Efésios 4:32; Colossenses 3:13).
por Allen Dvorak

http://www.estudosdabiblia.net/d42.htm

Em: Consultório Etimológico

Origem etiológica

Gostaria de saber a origem da palavra desculpar e da palavra perdoar. Grato, Klaus

Resposta:

1) De “des”, prefixo negativo, + “culpa”, que vem do Latim CULPA, “falta, delito”.  Ou seja, retirar a culpa a alguém.
2) Do L. PERDONARE, “dar totalmente, remitir culpa”, formado por PER, “completamente”, + DONARE, “dar”.
http://origemdapalavra.com.br/palavras/perdoar/


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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A ORIGEM ETIMOLÓGICA DA HERMENÊUTICA- por Marcel Alcleante Alexandre de Sousa

A ORIGEM ETIMOLÓGICA DA HERMENÊUTICA- por Marcel Alcleante Alexandre de Sousa


As palavras gregas hermeneuein (verbo interpretar) e hermeneia (substantivo interpretação) fazem alusão ao deus mensageiro Hermes. O deus Hermes foi, para os gregos, quem descobriu a linguagem e a escrita. A interpretação, o qual o termo grego se refere, tem a função intermediaria entre o que está além do entendimento do homem e possibilita a sua apreensão. A hermenêutica tem por finalidade possibilitar ao estranho, algo familiar, pois sua tarefa é tornar o que está distante, próximo. Assim, hermeneuein ehermeneia são entendidas como: dizer; explicar e traduzir. Em contraposição ao seu antigo uso, na modernidade, a hermenêutica é concebida por seis momentos os quais estão baseados nos princípios exegéticos da teologia e o que há de alheio na literatura.

A tarefa hermenêutica da interpretação acontece quando o que está distante do presente é apresentada por meio do interesse de alguém. O seu significado como DIZER é puramente o ato de exprimir. A hermeneia é o dizer algo. Ao se pensar numa interpretação a partir da verbalização é notável a busca em entender, por primeiro, algo, para em seguida poder pronunciá-lo. A interpretação oral tem um víeis filosófico e analítico o qual, por essa via acontece, a aproximação do que estava distante.

O ato de EXPLICAR é a tarefa interpretativa de procurar dá conta do que estava confuso. Neste momento a hermenêutica é um discurso. Como preleção, a explicação tem um encadeamento de ideias ordenadas para tornar compreensível alguma coisa. Esse aspecto da explicação é baseado num julgamento objetivo que possibilita conhecer algo.

Já o TRADUZIR tem uma relação com os aspectos culturais da língua que pode ser uma barreira entre a escrita originária e do texto para com a realidade em que foi apresentado. O traduzir percorre caminhos entre dois mundos. Nesta perspectiva, aproximar o que não é comum a uma língua semelhante a do leitor é possibilitar uma compreensão. O centro da hermenêutica é o traduzir.

Os sentidos hermenêuticos dizer, explicar e traduzir são apresentados como orientações antigas da interpretação. Com a modernidade, seis momentos hermenêuticos são apresentados: interpretação bíblica, métodos para a filologia, como ciência do entendimento das línguas, como domínio dos aspectos antropológicos e métodos para trabalhar a compreensão dos mitos e símbolos.

A teoria da exegese está relacionada ao modo mais tradicional de interpretação teológica, a hermenêutica. As orientações necessárias para um comentário correto dasEscrituras são possíveis pela hermenêutica. Isso acontece porque os textos, enquanto obscuros, necessitam da colaboração de artifícios para torná-los claros.

O método filológico refere-se a interpretação percorre um caminho ligado ao racionalismo buscando meios de se desligar de crendices. Desse modo, acontece uma familiaridade com os textos por meio da razão. Através das técnicas de leitura bíblica, foram desenvolvidas modelos gramaticais convenientes às regras da filologia.

A hermenêutica como ciência da compreensão linguística tem características superiores a momentos fundamentados em regras de interpretação. Este momento aponta uma característica geral da hermenêutica. Sendo assim, os princípios que regem esta definição moderna dá início à hermenêutica que serve de fundamento a qualquer natureza textual. Esse momento é puramente a procura de uma compreensão linguística.

O seu sentido ligado ao entendimento da arte e coisas relacionadas ao homem é defendido por Dilthey como tarefa interpretativa das coisas intrínsecas, no tempo e espaço, ao homem. Isso significa que a hermenêutica tem uma função histórica, ou seja, compreender o que é ser mesmo o ser humano.

A hermenêutica como fenomenologia do Dasein e da compreensão existencial. Para Heidegger a existência do homem está baseada na compreensão e na interpretação. É considerado um momento moderno da hermenêutica por conter uma <<ontologia da compreensão>>. A linguagem, por meio da tarefa hermenêutica, é o ponto que conduz ao Ser.

Por fim, a hermenêutica como interpretação de textos, tem a função de esclarecer o que não se apresenta claro. Se há nos símbolos representações não verdadeiras, a hermenêutica procura resgatar os seus verdadeiros significados. É o momento de interpretar o que está obscuro e irrefletido.

Etimologicamente a hermenêutica tem seu significado na dimensão mitológica grega e nos termos hermeneuein e hermeneia. Seja referente ao deus Hermes como aos termos gregos, a hermenêutica pretende aproximar o que esta distante. Logo, dizer, explicar e traduzir assumem o gesto de transmitir uma mensagem a alguém. As duas origens da hermenêutica percorrem caminhos que aproximam o que não é acessível.

Referência
PALMER, Richard. Hermenêutica. Trad. De Maria Luísa Ribeiro Ferreira, Lisboa: 70, 1969.

__________
Marcel Alcleante Alexandre de Sousa é graduando do curso de Licenciatura Plena em Filosofia pela UEPB.

http://www.verbo21.com.br/v5/index.php?option=com_content&view=article&id=1731:a-origem-etimologica-da-hermeneutica-por-marcel-alcleante-alexandre-de-sousa&catid=131:resenha-e-ensaios-novembro-2012&Itemid=176

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Propedêutica o que é ?


Propedêutica é um termo histórico originado do grego que significa referente ao ensino. Trata-se de um curso ou parte de um curso introdutório de disciplinas em artes, ciências, educação, etc. É o que provém ensinamento preparatório ou introdutório, os chamados conhecimentos mínimos. Pode ser definido como um conhecimento necessário para o aprendizado mas sem a proficiência.

Propedêutica clínica

Em medicina e veterinária refere-se especificamente ao conjunto de dados obtidos sem o uso de procedimentos diagnósticos específicos, via observação, palpação, medida de temperatura e outros exames simples e inespecíficos.
Na medicina entende-se por propedêutica o conjunto de técnicas utilizadas para a elaboração de uma base a partir da qual o médico se orienta para chegar a um diagnóstico. As técnicas envolvem: informações orais; dados de exame físico; outros exames norteados pelo volume de conhecimento coletado. Todos auxiliam na obtenção de um diagnóstico final.

Propedêutica em enfermagem

Propedêutica em enfermagem tem como objetivo fazer com que a equipe de enfermagem realize a correta história clínica do paciente, além do diagnóstico de enfermagem, a prescrição da assistência, a evolução e as anotações de enfermagem, este processo é sistemático pelo fato de envolver a utilização de uma abordagem organizada para alcançar seu propósito. A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), faz parte da propedêutica em enfermagem, e é uma atividade privativa do enfermeiro, que através de um método e estratégia de trabalho científico, com a utilização de instrumentos e aparelhos necessários realiza o exame físico, faz a identificação das situações de saúde/doença, subsidiando a prescrição e implementação das ações de Assistência de Enfermagem, que possam contribuir para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação em saúde do indivíduo, família e comunidade.

Propedêutico na religião

Na Igreja Católica Apostólica Romana, desde o Concílio de Trento, criou os seminários propedêuticos, com a missão de introduzir o candidato ao sacerdócio para os seguintes cursos: Filosofia e Teologia.

Propedêutica em linguística

Em linguística, refere-se especificamente à facilidade natural que alunos que aprenderam em primeiro lugar o Esperanto e posteriormente uma língua estrangeira atingiram ao final do mesmo tempo um domínio maior da segunda língua.1 . Ver também valor propedêutico do esperanto

Referências

  1. Ir para cima CAVALHEIRO, Pedro Jacintho, "Pesquisas Científicas sobre o Valor Propedêutico do Esperanto Realizadas em Vários Países" IN Culturoscópio, São Paulo: 2010.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Proped%C3%AAutica


“Propedêutica”  veio do Francês do século XIX PROPÉDEUTIQUE,  “conjunto de conhecimentos prévios e regras necessário para estudar uma ciência”, que a tomou do Alemão PROPÄDEUTIK, feito a partir do Grego PRO-, “antes”, + PAIDEÚEIN, “ensinar” (derivado de PAIS, “criança”) , + TIKOS, sufixo formador de adjetivos.
fonte http://origemdapalavra.com.br/palavras/propedeutica/

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  • Fédon - Sobre a imortalidade da alma

  • Apologia de Sócrates - Diálogo das últimas reflexões de Sócrates antes de beber o cálice de cicuta.

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  • Teeteto - Diálogo obre a natureza do conhecimento. Nele aparece, talvez pela primeira vez explicitamente na Filosofia, o confronto entre verdade e relativismo.


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    fonte: http://professorakaroline.blogspot.com.br/p/e-books.html

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